Manuel Silva

Manuel

Sistemas de Informação
  • Manuel Silva
    O MEU TRABALHO

    Como responsável pelo Departamento de Sistemas de Informação e Tecnologia do Banco Invest, a minha principal tarefa é a de garantir a operacionalidade dos sistemas de telecomunicações e processamento de informação que suportam a actividade do Banco. Tenho também a responsabilidade de gerir os processos de selecção do software e hardware necessários ao crescimento do Banco.
    Um dos aspectos mais interessantes – e ao mesmo tempo mais difíceis - do meu trabalho é a necessidade de aprendizagem contínua que a função requer. O espectro de conhecimentos necessários ao desempenho da minha função, numa instituição com as características do Banco Invest, é muito amplo: vai desde o conhecimento de produtos financeiros até à regulamentação de instalações eléctricas de baixa tensão, passando obviamente pelo vasto mundo das tecnologias de informação.
    Por outro lado, a resolução, em tempo útil, dos problemas que afectam o negócio é talvez a tarefa mais exigente da minha função. Temos de saber detectar e corrigir problemas de natureza por vezes complexa em tempo record. Lidar com este stress, para quem sente os problemas do Banco como seus é desgastante e difícil. Felizmente aprendemos a prevenir e minimizar as falhas pelo que, embora o risco exista sempre, a probabilidade de ocorrência tende para zero.
    Embora a minha função seja eminentemente tecnológica, sou um humanista. Acredito que o ser humano é insubstituível. Por mais automatismos que se implementem chegará a altura em que é preciso lidar com o inesperado e é aí que uma pessoa faz a diferença. A minha formação pessoal e profissional ensinou-me a valorizar o trabalho e a respeitar as pessoas que o executam. Nada é tão simples como parece.
    O bom desempenho da minha função requer a existência de duas características que me parecem fundamentais, e que procuro manter e desenvolver: o interesse pelo resultado do trabalho e o empenho na realização do mesmo.

  • Manuel Silva
    O MEU PERCURSO

    O meu processo de recrutamento no Banco Invest foi atípico. Na minha adolescência convivi, como vizinho e amigo, com vários membros da família Alves Ribeiro, detentora do capital do Banco Invest. Em meados de 1997 fui contactado pelo Dr. Afonso Pereira de Sousa, hoje presidente do Banco, que sabendo-me no sector bancário me convidou para colaborar no projecto do Banco. Confesso que hesitei pois a minha carreira estava em desenvolvimento. Todavia, conhecendo as qualidades empresariais da família e as tradições de responsabilidade e empenho do grupo nos projectos que inicia, considerei que se tratava de uma aposta que valia a pena fazer.
    Encontrei um ambiente muito estimulante, até porque estava quase tudo por fazer. Éramos poucos, pelo que tínhamos de “tocar em muitos pianos”. Havia discussões, por vezes acaloradas sobre a forma de fazer as coisas. Existia um grande espírito de entreajuda.

  • Manuel Silva
    OS MEUS INTERESSES

    Gosto de me manter informado no âmbito das ciências, particularmente da física e biologia, pelo que dedico algum tempo à leitura de revistas de divulgação científica.
    Há cerca de dez anos inicie-me na vela de cruzeiro de forma quase acidental e fiquei completamente "agarrado". Descobri que o mar é talvez o único espaço de liberdade que resta ao homem urbano desta época. A prática da vela de cruzeiro é um antídoto ideal para o stress urbano que nos assola. Tenho, em conjunto com dois sócios, um veleiro com (algumas) condições para aventuras oceânicas.
    Depois de uma fase inicial mais costeira, com alguns percalços e asneiras que nos obrigaram inclusive a ser resgatados por uma lancha salva-vidas, em 2008 aventurá-mo-nos na primeira travessia de "alto mar" até à Madeira. Foi uma experiência inesquecível que entre outros aspectos me fez ver que o mundo "ainda" é grande, já que navegamos dias sem ver vivalma. Têm uma componente quase mística a solidão e o azul do mar, tão intenso que parece tinta.
    Uma viagem oceânica é também uma lição de humildade face à natureza, lição que na minha opinião é cada vez mais necessária nos dias que correm. Ao mesmo tempo o chegar a bom porto dá uma sensação de realização pessoal, pois apesar de ser um "feito" banal existe sempre a "glória" de ter ultrapassado o medo natural de quem sabe que depende essencialmente de si próprio durante a travessia, e que não há um reboque ao virar da esquina nem telemóvel para o chamar.
    No início de minha carreira, pensava seguir um percurso mais "industrial" no ramo da engenharia. Embora considere que nunca se é suficientemente sensato para dar bons conselhos, a alguém que queira singrar no sector bancário recomendaria que se "equipe" com a formação teórica e pratica necessária para poder acompanhar a evolução do sector. As tarefas rotineiras tendem a ser automatizadas pelo que a criatividade e capacidade de resolução de problemas serão cada vez mais valorizadas.


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