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Invest Focus


Acompanhe os destaques e principais tendências do dia que influenciam as bolsas em todo o mundo
  • Mercados europeus na linha de água com inflação Zona Euro em foco
    Fonte: Banco Invest, Bloomberg
    170719

    Os mercados europeus abriram na linha de água, com os investidores aguardarem a divulgação da inflação na Zona Euro, em Junho. Os economistas esperam uma taxa de inflação de 1,2%, em termos homólogos.

    Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a cair 0,31% e as praças chinesas encerraram negativas, depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ter dito que poderá impor mais tarifas à importação de produtos chineses, recordando assim aos investidores que as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo ainda não estão resolvidas.

    As principais bolsas norte-americanas encerraram no vermelho apesar de Powell, presidente da Fed ter dito ontem que o banco central norte-americano está a "monitorizar cuidadosamente" os riscos de desaceleração do crescimento económico do país e que "agirá de forma apropriada para sustentar a expansão", o que intensifica a perspectiva de um corte de juros já na reunião dos dias 29 e 30 de Junho.
     
    Dados Macroeconómicos:

     07h00: Vendas de Automóveis (Jun)

     09h00: Encomendas e Vendas Industriais (Mai)

     09h30: Inflação (Jun)

     10h00: Inflação (Jun)

     Output de Construção (Mai)

     11h00: Índices de Preços na Produção Industrial (Jun)

     11h00: Síntese Económica de Conjuntura (Jun)

     11h00: Estatísticas da Construção e Habitação (2018)

     13h30: Casas em início de Construção (Jun)

     13h30: Licenças de Construção (Jun)

     15h30: Reservas Semanais de Energia


    Eventos:

     10h30: IGCP realiza dois leilões das linhas de BT com maturidades a 6 e 12 meses, com um montante indicativo global entre €1.250 mn e €1.500 mn

     11h30: Reunião dos Ministros de Finanças e dos Governadores dos Bancos Centrais do G7 em Chantilly, França (até 18 de Julho)

     19h00: Fed publica "Beige Book"


    Resultados:

     ASML Holding (06h00), Swedbank (06h00), Ericsson (06h30)

     Abbott Laboratories (AA), Bank of America (11h45), US Bancorp (AA), PNC Financial Group (11h45), eBay, Crown Castle International (DF), IBM (DF), Netflix (DF)


    Estes são os principais destaques da imprensa hoje:

     Entrevista a João Almeida: "Seria muito incompreensível" se ninguém fosse responsabilizado na Caixa

     Brasileira Oi quer multiplicar por dois o seu valor

     Parlamento não mexe no tempo de trabalho

     Comissão Europeia: Von der Leyen ganha à justa liderança da Europa

     Acordo laboral resiste à pressão da esquerda parlamentar

     Casas dos centros históricos deixam de pagar imposto

  • Gestores de fundos aumentam exposição em acções
    O Bank of America Merrill Lynch elabora mensalmente um inquérito, junto de 207 gestores de fundos globais que gerem carteiras no montante total de $598 mil mn. Estes foram os principais pontos que emergiram da sondagem mensal até 12 de Julho:

    - A alocação em acções aumentou 10%, no entanto, continua muito abaixo da média de longo prazo. A alocação no mês anterior foi o mínimo desde Março 2009. 

    1
    - O investimento em obrigações soberanas norte-americanas continua a ser a estratégia mais popular pelo segundo mês entre os gestores de fundos;

    2
    - Receios em relação à guerra comercial mantêm o 1.º lugar apesar de ter descido de 56% para 36%. Este risco permanece na liderança em 15 dos 17 inquéritos. Em segundo lugar, surgiu o risco de "ineficácia da política monetária";

    3
    - O sentimento entre os investidores melhorou porque reduziram o seu "cash" de 5,6% para 5,2%;

    4
    - 73% dos gestores de fundos do inquérito classificam o ciclo de negócios como um risco para a estabilidade do mercado financeiro, que está em máximos de 8 anos, com o índice PMI industrial em mínimos de 7 anos e as expectativas de uma queda de 1% no EPS global.

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  • Sector de luxo e companhias aéreas em alta
    Fonte: Bloomberg, Banco Invest
    EUR160719
    Estes são os principais destaques:

    • Burberry (BRBY LN): A marca de luxo inglesa apresentou um aumento de 4% nas vendas comparáveis para o 1.º trimestre de 2020 superando as previsões dos analistas de 2%. Neste 1.º trimestre, as vendas de retalho subiram 4% atingindo os £498 mn. A Burberry manteve as perspectivas para o ano fiscal de 2020.

    • Ryanair (RYA LN): A companhia aérea reduziu a sua expectativa de crescimento de tráfego no Verão, de 2020 de 7% para 3%, devido à proibição do uso dos aviões Boeing 737 MAX que se deverá prolongar até 2020. Este atraso está a impulsionar outras companhias aéreas europeias, uma vez que se espera que elimine a sobrecapacidade do mercado saturado de companhias aéreas europeias.

    • Bayer (BAYN GY): A empresa química alemã foi beneficiada pela decisão do juiz do tribunal de São Francisco de reduzir o montante de compensação da Bayer a uma vítima do produto Roundup de $80 mn para $25 mn.

    • Deutsche Bank (DBK GY): A agência de rating Standard & Poor’s confirmou a notação de longo prazo atribuída à instituição financeira alemã em BBB+, mantendo o seu “outlook” estável.

    • BMW (BMY GY): Goldmans Sachs retomou a cobertura da empresa com uma recomendação “Neutral” e um preço alvo de €65.

    • Osram (OSR GY): A proposta de compra da Osram pela AMS por €38,50 foi retirada, mantendo-se assim apenas a proposta da Bain e Carlyle de EUR 35. A Osram já tinha afirmado que não via grande probabilidade de a proposta da AMS se manter.

    • Rio Tinto (RIO LN): A segunda maior empresa mineira do mundo informou que os custos com a exploração de uma mina de cobre na Mongólia serão superiores ao previsto. 

    • Daimler (DAI GY): Goldmans Sach retomou a cobertura da empresa com uma recomendação “Sell” e um preço alvo de €42.

    • Renault (RNO FP): Goldmans Sachs retomou a cobertura da empresa com uma recomendação “Neutral” e um preço alvo de €59.


  • Mercados europeus abriram na linha de água aguardando vários discursos
    Fonte: Banco Invest, Bloomberg
    160719

    Os mercados europeus abriram na linha de água, no dia que decorre a Conferência "Bretton Woods": 75 anos depois" em Paris. Os investidores aguardam vários discursos, com destaque para Mark Carney, governador do Banco de Inglaterra, que é apontado como potencial candidato a suceder a Christine Lagarde no FMI. Jerome Powell, presidente da Reserva Federal também fará um discurso e outros responsáveis de topo, como o governador do Banco de França, Villeroy de Galhau, o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, e o presidente do Banco Mundial, David Malpass.

    Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a cair 0,64% e as praças chinesas encerraram mistas. O Banco da Austrália revelou nas actas da sua última reunião de política monetária que pretende reduzir as taxas se a situação macroeconómica do país persistir.  

    As principais bolsas norte-americanas encerraram em leve alta com o Citigroup a iniciar a época de apresentação de resultados da banca norte-americana com os seus resultados superando as expectativas dos analistas. Hoje será a vez do JPMorgan, Goldman Sachs e Wells Fargo, antes da abertura do mercado norte-americano.

    Dados Macroeconómicos:

     09h00: Balança Comercial (Mai)

     09h30: Taxa de Desemprego (Mai)

     10h00: Balança Comercial (Mai)

     10h00: Índice de Confiança ZEW (Jul)

     10h00: Inflação (Jun)

     13h30: Índice de Preços das Importações (Jun)

     13h30: Vendas a Retalho (Jun)

     14h15: Produção Industrial (Jun)

     14h15: Utilização de Capacidade Istalada (Jun)

     15h00: Índice Mercado Imobiliário NAHB (Jul)

     15h00: Stocks das Empresas (Mai)


    Eventos:

     Conferência "Bretton Woods": 75 anos depois" em Paris

     08h00: Discurso de Villeroy, membro do BCE

     Discursos de vários membros da Fed: Bostic (13h15), Bowman (13h15), Kaplan (17h20), Powell (18h00) e Evans (20h30)

      Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa

     CMVM divulga dos indicadores estatísticos de fundos mobiliários (mensal)


    Resultados:

     Johnson & Johnson (11h45), JPMorgan Chase & Co (12h00), Goldman Sachs (12h30), Wells Fargo (13h00), CSX (DF), United Airlines Holdings, (DF), Cintas (DF)


    Estes são os principais destaques da imprensa hoje:

     Autoeuropa garante em 6 meses segundo melhor ano de sempre

     Mota-Engil na corrida às PPP da Saúde na Colômbia

     William de Vijlder, economista-chefe do BNP Paribas: "O que Portugal fez e onde está pode servir de inspiração para a Zona Euro"

     BCE já deu aval à reestruturação do Deutsche Bank. Bruxelas nada diz

     Relatório da CGD acusa Banco de Portugal e Governo de falta de acção

     Emissão de OTRV em 2019 é um cenário em aberto

     Espanha ainda sem governo entra num beco sem saída

     Inquérito à Caixa visa Berardo, Santos Ferreira e BdP

     Inspecções às empresas detectam aumento de 60% nos salários em atraso

  • Poderá beneficiar com impulso da Fed para acelerar inflação
    Fonte: Bloomberg
    ouro

    O ouro tem vindo a reafirmar o seu papel em relação às taxas reais, por isso, deverá beneficiar com o impulso da Fed para acelerar a inflação.

    Existe uma relação inversa entre o ouro e a taxa de juro real. Neste momento, a correlação negativa entre as obrigações soberanas a 5 anos, ajustadas à inflação e o ouro está em máximos de sempre.

    Um corte nas taxas de juro dos Estado Unidos seria uma tentativa pela Fed para acelerar o ritmo do aumento de preços que poderá criar as condições perfeitas para o ouro valorizar ainda mais.
  • A "querida" de Wall Street
    Fonte: Bloomberg
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    Citigroup foi um dos bancos mais atingidos nos EUA durante a crise financeira de 2008 mas é o banco que mais subiu em Wall Street este ano. As acções do Citigroup subiram 37,86% em 2019, superando a rendibilidade dos seus rivais: Goldman Sachs (+28,07%), Bank of America (19,52%), JPMorgan Chase (+18,11%), Morgan Stanley (13,17%) e Wells Fargo (2,78%).

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    O Citigroup apresentou hoje um lucro no 2º trimestre de $1,83 por acção, acima dos $1,80 esperados pelos analistas. As receitas foram $18,76 mil mn também superando as previsões de $18,5 mil mn devido ao ganho de $350 mn resultantes do IPO Tradeweb.

    As acções sobem 1% em pré-mercado.
  • "Prime day": Analistas esperam dia histórico de vendas
    Fonte: PCMag
    prime

    O "Prime Day" da Amazon chega hoje e os analistas esperam que este seja um dia histórico de vendas para a Amazon, superando a "Black Friday" e o próprio "Prime Day" do ano passado, gerando entre $5 mil mn a $6 mil mn.

    Pela primeira vez este evento dura 48 horas. Embora o "Prime Day" não seja o dia de vendas mais lucrativo da empresa (que é normalmente a Cyber Monday), é um importante meio para obter novos membros Prime. Cerca de 63 milhões de residências norte-americanas estão inscritas no Prime, um aumento de quase 7% ao ano.

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  • Mais exposta à guerra comercial sino-americana
    Fonte: Morgan Stanley
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    Não é nenhuma surpresa que a elevada dependência da Europa às exportações dos EUA e China, a deixa particularmente exposta à guerra comercial entre EUA e China.

    De acordo com a Morgan Stanley:

    - As bolsas europeias têm a maior exposição estrangeira: 53% das receitas das empresas europeias são provenientes de fora da Europa, comparado com 31% nos EUA, 45% no Japão e 28% para as empresas de mercados emergentes;

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    - Cerca de 40% dos custos totais das empresas europeias são incorridos fora da Europa. 

    Empresas cíclicas globais são as mais expostas tais como o sector de automóveis, bens de capital, semicondutores e mineiras. Alguns exemplos são Airbus, Meggitt, Hexagon, Schneider Electric, Assa Abloy, BMW, Volkswagen, Daimler, Henkel, Pernod Ricard, GN Loja Nord, Philips, Siemens Healthineers, STMicro e ASML.
        
    Empresas com exposição doméstica na União Europeia e acções italianas poderão ser as mais beneficiadas. Morgan Stanley tem uma recomendação "overweight" para as seguintes acções KPN, Telefonica Deutschland, MasMovil, Europcar, Cellnex, Eiffage, Deutsche Post, Lufthansa, Vinci e Fortum.
  • Mercados europeus positivos em início da época de resultados
    Fonte: Banco Invest, Bloomberg
    150719

    Os mercados europeus abriram positivos, no início da época de resultados do 2º trimestre nos Estados Unidos, com o Citigroup a dar o pontapé de saída hoje pelas 13h00. 

    Na Ásia, a bolsa de valores de Tóquio esteve encerrada devido ao feriado "Dia do Oceano" e as praças chinesas encerraram positivas após dados económicos encorajadores. O ritmo de crescimento da economia chinesa desacelerou para mínimos de 27 anos, no segundo trimestre deste ano. O PIB cresceu 6,2% entre Abril e Junho, em linha com o esperado pelos economistas. Contudo, as vendas do retalho e a produção industrial em Junho superaram as expectativas dos economistas, dando alguns sinais de que a estabilização poderá estar a chegar. 

    As principais bolsas norte-americanas atingiram novos recordes na sessão de Sexta-feira, com os investidores apostarem em activos de risco perante a perspectiva de corte de juros pela Reserva Federal no final deste mês. Os sectores tecnológico e industrial foram os mais impulsionados enquanto o sector farmacêutico foi o mais penalizado.

    Dados Macroeconómicos:

     03h00: Produto Interno Bruto (2º tri)

     03h00: Produção Industrial (Jun)

     03h00: Vendas a Retalho (Jun)

     11h00: Actividade Turística (Mai)

     13h30: Empire Manufacturing (Jul)


    Eventos:

      Bolsa de valores de Tóquio encerrada devido ao feriado "Dia do Oceano"

     13h50: Discurso de Williams, membro da Fed


    Resultados:

     "Trading Update" da Galp (AA)

     Citigroup (13h00), JB Hunt Transport Services (DF)


    Estes são os principais destaques da imprensa hoje:

     Diário da República vai ter guia para investidores

     Grupo Amorim ainda não recebeu um cêntimo do banco no Brasil

     Regulador Europeu da banca sem recursos para plena supervisão

     Duarte Cordeiro, Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares: Prioridade não é baixar os impostos, "é aumentar o investimento público"

     O alvo era Carlos Costa, mas foi Constâncio a receber as balas

     Macron usa 14 de Julho para apelar à defesa da Europa

     Aviação: Airbus admite falhas nos novos aviões da TAP

     Guerra de preços na luz e no gás com descontos para as famílias entre 2% 2 20%

     Deputados ganham

     "Brexit": Universidades cancelam Erasmus no Reino Unido

     Luz e gás: Guerra de preços vale descontos até 20%

  • 15 a 19 Julho 2019
    BANKS

    A próxima semana marca o início da época de resultados do 2º trimestre nos Estados Unidos com o sector financeiro a dar o pontapé de saída: Citigroup (dia 15), JPMorgan Chase, Goldman Sachs e Wells Fargo (Dia 16), Bank of America (dia 17) e Morgan Stanley (dia 18). Na Europa aguarda-se os resultados da ASML (dia 17), SAP e Novartis (dia 18).

    Estes são os principais eventos:

    Segunda-feira, 15 de Julho 2019

    • Bolsa de valores de Tóquio encerrada devido ao feriado "Dia do Oceano"
    • 03h00: PIB, Produção Industrial e Vendas a Retalho China
    • 13h50: Discurso de Williams, membro da Fed
    • Resultados Empresariais Europa: "Trading Update" da Galp
    • Resultados Empresariais EUA: Citigroup (13h00)

    Terça-feira, 16 de Julho 2019

    • Banco da França organiza conferência sobre os 75 anos de Bretton Woods com discurso de Christine Lagarde
    • 10h00: Balança Comercial Zona Euro
    • 13h30: Vendas a Retalho EUA
    • 14h15: Produção Industrial EUA
    • Discursos de vários membros da Fed: Bostic (13h15), Bowman (13h15), Powell (18h00) e Evans (20h30)
    • Resultados Empresariais EUA: Johnson & Johnson (11h45), JPMorgan Chase & Co (12h00), Goldman Sachs (12h30), Wells Fargo (13h00)

    Quarta-feira, 17 de Julho 2019

    • Reunião dos Ministros de Finanças do G7 em Biarritz, França
    • Inflação Reino Unido (09h30) e Zona Euro (10h00)
    • 19h00: Fed publica "Beige Book"
    • Reservas Semanais de Energia EUA
    • Resultados Empresariais Europa: ASML Holding (06h00)
    • Resultados Empresariais EUA: Bank of America (11h45), eBay, Netflix (DF)

    Quinta-feira, 18 de Julho 2019

    • 09h30: Vendas a Retalho Reino Unido
    • 13h30: Pedidos de Subsídio de Desemprego EUA
    • Discursos de vários membros da Fed: Bostic (14h30) e Williams (19h15) 
    • Resultados Empresariais Europa: SAP, Novartis
    • Resultados Empresariais EUA: Morgan Stanley (12h30), Microsoft (DF)

    Sexta-feira, 19 de Julho 2019

    • 00h30: Inflação Japão
    • 07h00: Índice de Preços no Produtor Alemanha
    • 15h00: Índice de Confiança da Universidade de Michigan EUA
    • Discursos de vários membros da Fed: Bullard (16h05) e Rosengren (21h30)

    Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo: 

    Agenda Semanal - 15 a 19 Julho 2019

    Para consultar os resultados empresariais, aceda ao link abaixo: 

    Resultados Empresariais - 15 a 19 Julho 2019
  • Robôs domésticos já são quase uma realidade
    Fonte: Bloomberg
    amazon

    A Amazon anunciou hoje que está a desenvolver um robô doméstico com o nome de Vesta. O robô tem altura da cintura, circula pela casa usando câmaras de visão por computador e poderá ser solicitado por voz. A Amazon já investe fortemente em robôs para os seus armazéns mas ainda não tinha lançado um robô doméstico.

    Por outro lado, um dos maiores eventos de compras online do mundo está quase a chegar. A Amazon Prime Day é já nos dias 15 e 16 de Julho e os descontos serão oferecidos exclusivamente aos membros da Amazon Prime. Os analistas esperam que as vendas possam atingir os $6 mil mn.

    prime

    A empresa de comércio electrónico liderada por Jeff Bezos superou ontem o patamar de um bilião de dólares, em valor de mercado, o que não acontecia desde Setembro.

    Desde o final de Maio, o valor de mercado da Amazon subiu em cerca de $119 mil mn de dólares. Quase metade deste ganho foi acumulado nos últimos sete dias, o que representa o período mais longo de valorização da Amazon desde 4 de Setembro.
  • Será que a Fed poderá mesmo cortar as taxas de juro com acções em máximos?
    Fonte: LPL Financial
    RATE

    Desde 1980 que a Reserva Federal cortou as taxas de juro 17 vezes com o índice S&P 500 a negociar a 2% de novos máximos. Um ano depois? O índice S&P 500 subiu todas as 17 vezes!

    Em termos sectoriais, as rendibilidades já são distintas: "Utilites" e "Materials" são os sectores normalmente mais penalizados enquanto os sectores de "Health care" e "Consumer Staples" foram as mais beneficiadas.

    fed
  • Produção industrial da Zona Euro aumenta pela primeira vez desde Janeiro
    Fonte: Eurostat
    producao

    A produção industrial da Zona Euro subiu 0,9% em Maio em relação ao mês anterior, superando as previsões dos economistas de 0,2%, compensando as quedas nos últimos dois meses.

    Na comparação anual, a maior queda da produção industrial na Zona Euro é protagonizada pela produção de bens intermédios (-2,6%) enquanto os bens de consumo não duradouro cresceram 3,1%.
  • Época de resultados será a próxima prova de fogo
    Fonte: Thomson Reuters
    results

    As bolsas europeias subiram 15% este ano, animadas com a nova postura dos principais bancos centrais, que estão disponíveis para retomar a cedência de liquidez ao sistema financeiro, na sequência da disputa comercial entre EUA e China.

    A apresentação de resultados do 2º trimestre, que inicia na próxima semana, será a próxima prova de fogo para os investidores. Na próxima semana, as empresas europeias SAP, ASML e Novartis divulgam as suas contas.

    Pela primeira vez desde finais de 2017 que os resultados das empresas europeias terão um desempenho superior ao dos EUA, que foram beneficiadas pelos cortes substanciais de impostos pela Casa Branca

    De acordo com a Refinitiv, as empresas do índice europeu STOXX 600 deverão apresentar um aumento de 0,8% nos seus lucros do 2.º trimestre, que será uma melhoria em relação ao primeiro trimestre quando o lucro caiu 2%. As empresas do S&P 500 deverão apresentar um queda de 0,2% nos seus lucros do 2.º trimestre.
  • Mercados europeus no vermelho com segundo "profit warning" da Daimler
    Fonte: Banco Invest, Bloomberg
    120719

    Os mercados europeus abriram no vermelho, após a segunda redução das estimativas de lucros anuais do fabricante de automóveis Daimler num mês. A empresa anunciou que o EBIT para o ano está significativamente abaixo do esperado. O EBIT para o segundo trimestre de 2019 foi uma perda de €1,6 mil mn, comparado com um ganho de €2,6 mil mn no ano anterior.

    Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,20% e as praças chinesas encerraram em alta aguardando os dados da balança comercial na China.

    Em Wall Street, as bolsas norte-americanas encerraram em alta, excepto o índice Nasdaq. O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico de 27.088,45 pontos com o discurso de Powell perante o Comité da Banca do Senado. Powell afirmou que o banco central tem margem para flexibilizar a sua política monetária e que a ligação entre desemprego e inflação tornou-se débil há cerca de 20 anos.

    Dados Macroeconómicos:

     05h30: Produção Industrial (Mai)

     05h30: Utilização de Capacidade Instalada (Mai)

     07h00: Índice de Preços dos Grossistas (Jun)

     08h00: Balança Comercial (Jun)

     08h00: Inflação (Jun)

     10h00: Produção Industrial (Mai)

     13h30: Índice de Preços no Produtor (Jun)


    Eventos:

     09h30: Discurso de Vlieghe, membro do Banco de Inglaterra

     10h00: Discurso de Visco, membro do BCE

     15h00: Discurso de Evans, membro da Fed


    Estes são os principais destaques da imprensa hoje:

     Portugal entra no clube dos "países produtores automóveis"

     Capitais próprios da mutualista Montepio caem para metade

     IGF quer fiscalizar gestora da dívida pública

     Governo ataca cenário macro do PSD com números e garras

     BdP mandou travar crédito do Finibanco em 2010

     Boris vai mesmo ser chefe do Governo britânico

     Rui Rio promete decretar estado de emergência climática

     Defesa: Estado compra aviões ao Brasil por 827 milhões

     Costa da Caparica: Praias fecham em Agosto pata receber areia

     Casino: Receitas caem par jogo online e raspadinha

     Salários baixos e precariedade desmotivam famílias a ter filhos

     CP gastou meio milhão em autocarros por causa das avarias nos comboios

     Conselho das Finanças ativa alerta laranja na despesa com pessoal

  • Goldman reduz avaliação de 32 bancos europeus
    Fonte: Thomson Reuters
    autos

    A política do Banco Central Europeu está prestes a mudar e os economistas do Goldman Sachs prevêem mais cortes de juros, o regresso à compra de activos e nenhuma subida de juros até 2021. 

    O Goldman Sachs sublinha que um novo corte de juros representa algo "muito desconfortável" para o sector bancário, apontando para que uma redução de 20 pontos base na taxas de juro dos depósitos implique uma queda de 6%, ou €5,6 mil mn, nos lucros dos 32 bancos europeus que são seguidos pelo banco de investimento. 

    Neste cenário, "12 bancos enfrentam uma redução superior a 10% nos lucros por acção e cinco bancos superior a 20%", adiantam os analistas. A instituição que sentirá o corte mais pronunciado nos seus lucros será o alemão Deustche Bank (42%), seguido pelo italiano Monte dei Paschi di Siena (37%).
  • Apostas curtas contra a libra em máximos desde Outubro 2018
    Fonte: RBC
    rbs
    Os "hedge funds" aumentaram as suas apostas curtas contra a libra para os níveis mais altos desde Outubro de 2018.

    Os investidores continuam cautelosos com as perspectivas da moeda britânica em relação aos crescentes ventos contrários e temores políticos.

    A moeda britânica desceu para um mínimo de dois anos esta semana devido ao dados macroeconómicos desanimadores e o risco do Reino Unido sair da União Europeia sem concordar com os acordos comerciais de transição que forçaram o Banco da Inglaterra a mudar a sua avaliação optimista da economia.

    Segundo o RBC, o cenário 2 é o mais provável com uma probabilidade de 60% que poderá levar a uma corte de 25 pontos base na reunião  de política monetária do Banco de Inglaterra de Novembro.
  • Europa no epicentro da dívida negativa
    Fonte: Bloomberg
    YIELDS

    Mais de 25 biliões de dólares de dívida soberana a nível mundial está a negociar com "yields" negativos. 

    No caso da Reserva Federal cortar as taxas pelo menos duas vezes este ano, como esperado, esse valor poderá ultrapassar os 30 biliões de dólares.

    Este cenário significa que metade da dívida global irá render menos do que a taxa de inflação.
  • Mercados europeus abriram em alta com minutas do BCE em foco
    Fonte: Banco Invest, Bloomberg
    110719

    Os mercados europeus abriram em alta, no dia que o Banco Central Europeu divulga as minutas relativas à reunião de política monetária do dia 6 de Junho quando manteve os juros inalterados, pelas 12h30.

    Nos Estados Unidos, aguarda-se os dados da inflação em Junho e o discurso do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, que volta a testemunhar agora perante o Senado, pelas 15h00.

    Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,51% e as praças chinesas encerraram positivas. As acções da Nintendo subiram 3,5% depois ter anunciado uma nova consola, a Switch Lite que não pode ser ligada a uma televisão, mas é mais barata e mais leve.

    Em relação aos Estados Unidos, as bolsas encerraram positivas com os três índices principais atingiram máximos históricos durante a sessão de ontem: índice S&P 500 (3.002,98 pontos), Nasdaq Composite (8.228,60 pontos) e Dow Jones (26.983,45 pontos). Estas subidas foram justificadas pelo discurso do presidente da Fed, Jerome Powell que afirmou que a incerteza económica é elevada aumentando as expectativas dos investidores que a Fed deverá descer as taxas de juros. As minutas da última reunião da Fed revelaram que a maioria dos seus membros defende que as incertezas da actual conjuntura implicam uma redução preventiva das taxas de juro.

    Dados Macroeconómicos:

     07h00: Índice de Preços no Consumidor (Jun)

     07h45: Índice de Preços no Consumidor (Jun)

     11h00: Perspectivas de Exportação de Bens (2019)

     11h00: Índice de Produção, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Construção e Obras (Mai)

     13h30: Índice de Preços no Consumidor (Jun)

     13h30: Pedidos de Subsídio de Desemprego

     19h00: Orçamento Mensal (Jun)


    Eventos:

     09h30: Reunião do Conselho de Ministros

     Discursos de vários membros do BCE: Visco (10h00) e Coeure (11h15)

     12h30: Minutas da reunião de política monetária do BCE nos dias 5 e 6 de Junho

     OPEP divulga relatório mensal do mercado de petróleo

     15h00: Testemunho de Powell, presidente da Reserva Federal, perante o Senado (Comitê Bancário)

     Discursos de vários membros da Fed: Williams (16h10 e 18h30), Bostic (17h15), Barkin (17h30), Quarles (18h30), Williams (18h30) e Kashkari (22h00)


    Resultados:

     Fastenal (12h00), Delta Air Lines (AA)


    Estes são os principais destaques da imprensa hoje:

     Trocas comerciais superam o PIB pela primeira vez

     "Short selling": Aposta na desvalorização dos CTT volta a aumentar

     Geringonça renova votos de olho nas eleições

     Granadeiro e Avillez lutam pela marca Belcanto

     Governo admite pagar mais para médicos ficarem em exclusivo no SNS

     Estado do Nação: Um debate para ensaiar a campanha

     Estado da nação: António Costa abre a porta à renovação de acordos à Esquerda

     Novos medicamentos demoram dois anos a chegar a Portugal

     Estado da Nação: Serviços públicos, impostos e maioria absoluta

     Portugueses: Mais velhos, menos casados mais igualmente pobres

     Portugal vai perder população nos próximos 80 anos. Em 2100 seremos apenas 6,6 milhões

     Infarmed diz que concluiu mais do dobro de processos de medicamentos em 2019

     Sonaecom vende WeDo Technologies por 62 milhões de euros

  • Powell preparado para cortar as taxas de juro
    Fonte: Bloomberg
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    O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse hoje perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes que os riscos para a economia permanecem devido às guerras comerciais e inflação fraca, sinalizando que a Reserva Federal está preparado para cortar as taxas de juros a partir deste mês.
  • IPOs: Melhor trimestre em quase 5 anos
    Fonte: FactSet
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    No segundo trimestre de 2019, realizaram-se 75 IPOs (oferta inicial de acções) quase o dobro do que o primeiro trimestre de 2019 e menos 8,5% do que no segundo trimestre de 2018. 

    Liderado pela Uber, o segundo trimestre foi o melhor trimestre em quase cinco anos em termos de receitas arrecadadas que totalizaram quase $30 mil mn, o melhor desempenho trimestral desde o terceiro trimestre de 2014, quando a Alibaba entrou em bolsa.

    O trimestre apresentou cinco mega-IPOs: Uber, Avantor, Pinterest, Tradeweb Markets e Chewy. Estas cinco ofertas iniciais representaram mais da metade do total arrecadado no trimestre. 

    ipo1
    Este são os IPOs previstos para Julho de 2019:

    ipos
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