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23.11.2020 09:28
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3498   Assistimos a pequenos “spikes” a marcar novos máximos, mas sempre com pouco “momentum” e liquidez. Mantemos o “bias” cauteloso no curto prazo, mas agora na expectativa, uma vez que o MACD horário está parado, como o preço, num “range” pouco interessante.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3445   As duas últimas sessões vêm claramente confirmar o quadro técnico que temos defendido para o curto prazo, mesmo após os novos máximos relativos. A “bearish wedge” que destacamos a laranja reforça a ideia. Com o preço entre as exponencias de mais curto prazo (13 e 21 períodos), podemos considerar diferentes desfechos no curto prazo, mas para o próximo planos que vamos sugerir, consideraremos apenas  dois: - Um novo teste à “wedge” quebrada em baixa (ou pelo menos o fecho do “gap” nos 3467) – Entrada @ 3467, com um “stop” @ 3487 e mantemos um objectivo na zona da exponencial dos 50 (vamos assumir 3267) – Rácio Retorno/Risco de 10, mantemos 1/16 do risco máximo - A quebra dos “range” de abertura de hoje e um acelerar do movimento no sentido descendente – “Trigger” de venda nos 3451, com um “stop” @ 3481 e o objectivo nos 3301 – Rácio R/R de 5, continuamos a assumir 1/16 do risco máximo.   O plano sugerido para a quebra dos 3400 (“trigger” de venda nos 3990) continua válido, mas obrigaria a alterar para o “breakeven”, o “stop” de qualquer posição previamente aberta neste índice.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 15:29
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3567   O índice S&P500 atingiu o nosso “stop”, mas acabou por não invalidar a ideia do ponto de vista técnico, mantendo os sinais de venda referidos ontem.Vamos também neste caso insistir no quadro defendido. Sugerimos o seguinte plano:   - Entrada “short” nos níveis actuais (3567) com metade da posição e a restante na quebra do mínimo do dia ( a 2ª venda com um “trigger” @ 3551). Como “stop” definimos os 3584 e como objectivo os 3409. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: S&P500 @ 3531   O índice não está a aguentar a zona dos anteriores máximos (3534) e o MACD horário já inverteu, pelo que sugerimos uma entrada “short” nos níveis actuais (3531), com um “stop” @ 3561 e como objectivo, os 3381. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 09:22
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3445   As duas últimas sessões vêm claramente confirmar o quadro técnico que temos defendido para o curto prazo, mesmo após os novos máximos relativos. A “bearish wedge” que destacamos a laranja reforça a ideia. Com o preço entre as exponencias de mais curto prazo (13 e 21 períodos), podemos considerar diferentes desfechos no curto prazo, mas para o próximo planos que vamos sugerir, consideraremos apenas  dois: - Um novo teste à “wedge” quebrada em baixa (ou pelo menos o fecho do “gap” nos 3467) – Entrada @ 3467, com um “stop” @ 3487 e mantemos um objectivo na zona da exponencial dos 50 (vamos assumir 3267) – Rácio Retorno/Risco de 10, mantemos 1/16 do risco máximo - A quebra dos “range” de abertura de hoje e um acelerar do movimento no sentido descendente – “Trigger” de venda nos 3451, com um “stop” @ 3481 e o objectivo nos 3301 – Rácio R/R de 5, continuamos a assumir 1/16 do risco máximo.   O plano sugerido para a quebra dos 3400 (“trigger” de venda nos 3990) continua válido, mas obrigaria a alterar para o “breakeven”, o “stop” de qualquer posição previamente aberta neste índice.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 16:30
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 16:27
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3531   O índice não está a aguentar a zona dos anteriores máximos (3534) e o MACD horário já inverteu, pelo que sugerimos uma entrada “short” nos níveis actuais (3531), com um “stop” @ 3561 e como objectivo, os 3381. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 09:42
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 09:36
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.11.2020 16:36
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.11.2020 16:02
Acções vs Obrigações
Qual a melhor opção?
Acções Caras? Poderá valer a pena olhar para obrigações. Comprar acções porque fazem melhor do que obrigações do tesouro, se estas forem detidas por tempo suficiente de forma a recompensar os investidores pelo risco extra que incorrem, foi a lição que os investidores aprenderam ao longo do tempo sobre o investimento de acções a longo prazo. Por vezes esse risco é devido, e agora é um desses momentos. Em 2020, as obrigações do tesouro têm tido um desempenho superior aos das acções, uma vez que se torna claro que apenas os activos mais seguros evitarão perdas maiores durante a paragem económica que estamos a enfrentar.  Na realidade desde 1900, as acções globais superaram em média 4,31 pontos percentuais por ano as obrigações do tesouro, mas será que num contexto como o que enfrentamos em 2020 as acções ainda fazem sentido? Para respondermos a esta questão é preciso analisar as acções relativamente às obrigações, enquanto classes de activos e restringindo a análise aos Estados-Unidos, pela sua representatividade nos mercados internacionais. Por um lado temos as acções das empresas americanas praticamente no seu valor máximo histórico2, o que de pode parecer controverso, tendo em conta a recessão económica que estamos a enfrentar. Mas esta elevada valorização, pode ser justificada pela falta de atractividade por parte das obrigações do tesouro (Treasuries Bonds). Se olharmos para a yield da dívida pública (US Treasury 10Y), podemos ver que a mesma diminuiu acima de tudo pela subida dos preços que cresceram à medida que os investidores tentavam encontrar refúgio no meio da pandemia do coronavírus. Este movimento levou a yield para níveis mínimos históricos3 . Desta forma, com yields tão baixas, os investidores começaram a questionar se ainda conseguem contar com o duo de segurança e performance que as obrigações do tesouro são conhecidas por oferecer. Assim sendo, com as yields pertos dos mínimos históricos, os investidores argumentam que não há alternativas às acções, podendo então justificar as elevadas avaliações que apresentam actualmente. Para além do anteriormente mencionado, se tivermos em conta o Equity Risk Premium (ERP), ou seja, o diferencial entre o Earnings Yield e a Yield Treasury 10Y, podemos observar que apesar das acções em termos absolutos estarem perto dos seus máximos históricos, os níveis de ERP encontram-se dentro da média dos últimos anos, ou seja, as acções, em termos relativos, não se encontram particularmente sobrevalorizadas. Fonte: Bloomberg, Banco Invest Deste modo, as acções quando comparadas com a dívida pública parecem uma melhor opção de investimento, tendo em conta o potencial retorno. Porém, é igualmente importante analisarmos qual a sua posição em relação à divida privada (Corporate Bonds). Olhando para as obrigações corporate americanas verifica-se que os spreads de crédito não estão sequer no valor que estavam em Fevereiro deste ano, antes da pandemia afectar os EUA.  Assim, considerando que as acções estão perto dos máximos, a pergunta é “Será que as obrigações corporate de empresa ainda oferecem potencial de retorno neste momento?” Fonte:  ICE Data Indices, LLC Talvez – mas não é tão obvio como parece. O problema é que, actualmente, comparar o valor das acções e das obrigações é como comparar maças e chimpanzés: têm muito pouco em comum.  Os índices de acções americanas estão cheios de empresas que os investidores desejam de momento, liderados por grandes empresas, como é o caso da, Microsoft Corp., Apple Inc, e Amazon.com Inc. Em contraste, os índices obrigacionistas estão cheios de empresas endividadas de que ninguém gosta, especialmente a indústria pesada e as empresas de petróleo e gás. A diferença de avaliação entre os valores de referência no mercado americano é enorme. O S&P-500 está actualmente a ser negociado a cerca de 25 vezes4  os seus ganhos operacionais estimados para os próximos 12 meses, representando o seu maior múltiplo desde finais de 2000. Na realidade, o S&P-500 foi mais caro apenas 7,.4% do tempo desde o início dos dados em 1985.    Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Pelo contrário as obrigações High Yield têm sido mais caras quase três quintos do tempo , desde que o índice ICE começou em 1996, ou seja,  o spread de crédito foi inferior ao valor actual (525 bp) cerca de três quintos do tempo5. Fonte:  ICE Data Indices, LLC Grande parte desta desigualdade pode ser justificada pelo sector da tecnologia. Se por um lado as acções tecnológicas constituem mais de um quarto do principal índice de ações, o S&P-500, apenas representam 5% do índice ICE BofA US High Yield 6. Para além disso, as acções de energia e matérias constituem 5% do S&P-500, mas 23% do índice de High Yield. Desta forma, no momento em que a tecnologia está a favor e o petróleo está em declínio, os índices que se inclinam para a tecnologia são quase obrigados a ser mais caros que os se inclinam para a energia. Outra forma de ver o quão difícil é comprar obrigações e acções em geral pode ser visto analisando o próprio sector tecnológico, onde mais uma vez as acções altamente cotadas como a Amazon e a Apple são mais importantes para os índices de acções do que o índice de obrigações.  Se analisarmos, podemos ver que as empresas que tem mais peso no sector tecnológico do S&P-500 do que no sector tecnológico das obrigações, negociam a 26 vezes os lucros estimados, contra menos de 15 vezes para as empresas onde as obrigações têm mais peso do que as acções (fonte: Bloomberg). Importante relembrar que para esta análise são apenas consideras as empresas que figuram em ambos os índices.  Como exemplo do referido podemos olhar para a IBM, Intel ou Oracle que são tão importantes no índice de obrigações do sector tecnológico como a Apple e a Microsoft, enquanto que no sector de ações os dois gigantes tecnológicos têm cerca de 6x mais o peso. Isto não é apenas uma insistência por parte dos compiladores do índice. As medidas estão a captar uma diferença profunda nos mercados. Os índices de acções dão mais peso às empresas com maior valor, enquanto os índices de obrigações dão mais peso às empresas mais endividadas. Numa altura de recessão, em que por sua vez, os investidores estão mais preocupados com a alavancagem, não é surpresa que as empresas com mais dívidas sejam as menos conhecidas. Ainda assim, mesmo que separemos a empresas com os ratings mais baixos ou a empresas do sector energético as Corporate Bonds, continuam a parecer baratas, com o spread sobre as obrigações do tesouro a continuarem mais alargado que a média histórica. Enquanto a yield de uma obrigação do tesouro se situa abaixo de 1%, o preço médio das Corporate Bond baixou (e a yield subiu) impulsionado pela preocupação dos investidores sobre à os incumprimentos das empresas. Fonte:  ICE Data Indices, LLC; Bloomberg, Banco Invest  À primeira vista, isto parece preocupante, um reflexo da pressão a que muitas empresas estão sujeitas, mas muitos acreditam que os mercados poder ter ido longe demais na análise de risco versus preço.   Por outro lado, se analisarmos para o Bond Equity Earnings Yield Ratio 7, rapidamente concluímos que está actualmente acima de 1, indicando no contexto actual as Coporate Bonds tem um upside maior que as acções.     Gregory Peters, chefe de estratégia no PGIM FIxed Income, defende que investir quando as obrigações empresariais estão tão baratas tem funcionado relativamente bem. “Num ambiente em que os níveis de endividamento são elevados e o crescimento é lento, tanto quanto se poder ver, os dividendos estão a ser cortados e o investimento cancelado à medida que as empresas procuram preservar o dinheiro. Isto é uma história de obrigações e não de ações” Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Devido aos lockdowns em vários países, as empresas estão a enfrentar condições comerciais difíceis e é provável que assim continuem. Desta forma, é esperado que as empresas dêem prioridade ao pagamento das suas dívidas, reduzindo o dinheiro disponível para gastar no crescimento ou distribuir dividendos. Para estas empresas que estão a enfrentar dificuldades, qualquer sinal que a economia dê para evitar problemas mais graves e que poderia levar as empresas à falência, poderá ajudar as obrigações a recuperar para os preços pré-pandémicos. De facto, quando a Reserva Federal norte-americana (Fed) cortou as taxas de juro disse que iria adaptar as suas compras às condições do mercado e que abrandaria as compras à medida que os mercados recuperassem para o níveis pré-pandémicos. Mesmo que com lentidão, a promessa da Fed de fazer o que for preciso para apoiar a economia está a ajudar a manter os mercados obrigacionistas. Com o impulso das compras da Fed que começaram a 12 de Maio, a yield 8 para os investidores de obrigações de empresas está agora a oscilar perto dos 5,72%, abaixo do seu máximo de 11,4% a 23 de Março de 2020, quando a Fed revelou o seu programa de compra de obrigações. No entanto, a yield está ainda acima dos valores de Fevereiro 5%, dando margem para os investidores deste tipo de ativo.  Por último, se tivermos em conta o Equity Risk Premium, que actualmente se situa nos 4,08% 9  e estudarmos a relação entre o ERP e a yield das US High Yield Corporate Bond, podemos concluir  que ainda existem boas oportunidades neste tipo de activo. O spread actual encontra-se nos 4,21% 10  e, tendo em conta a regressão linear realizada entre o ERP e o iBoxx USD Liquid High Yield Index, seria expectável que o valor do spread se situasse nos 4,03%, ou seja, apresentando um upside de 0.9%, em média, assumindo um spread duration de 5.  Com o objectivo de robustecer esta conclusão e tendo em conta todas as diferenças anteriormente mencionadas entre o S&P500 e os Índices de High Yield, a mesma extrapolação foi feita utilizando o Russel 3000 (RAY), com o objectivo de utilizar dois índices com composições e pesos mais próximos. Após a análise, e assumindo que o actual Equity Risk Premium (Russel 3000 Earning Yield – US Generic Government Bond) é igual a 3,78%, o valor do spread implícito para o presente ERP é de 4,21%, mais uma vez superior ao seu valor teórico (obtido usando a regressão linear) de 4,05%, consequentemente representando um upside de 0,81%. Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Concluindo, as actuais avaliações dos mercados accionistas não são excessivas considerando os níveis extremamente baixos das yields da dívida pública. Por outro lado, para os actuais níveis dos mercados accionistas, nomeadamente para os respectivos Equity Risk Premiums, as obrigações High Yield continuam a oferecer um potencial para ganhos de capital por compressão dos spreads de crédito, acrescidos do respectivo accrual dos juros.       Maria do Carmo Cruz Invest Gestão de Activos 04 de Novembro de 2020 ________________________________________________________________ [1] Credit Suisse Global Investment Returns Yearbook 2020 [2] Bloomberg, Banco Invest [3] Bloomberg, Banco Invest [4] Bloomberg, Banco Invest [5]  ICE BofA US High Yield Index Option-Adjusted Spread [6] Ice Data Indices, LLC, ICE BofA US High Yield Index Option-Adjusted Spread [BAMLH0A0HYM2], retrieved from FRED, Federal Reserve Bank of St. Louis [7] Bond Equity Earnings Yield Ratio = Corporate Bond Yield / Earnings Yield [8] ICE BofA US High Yield Index [9] Calculado: S&P 500 Earnings Yield – US Generic Government 10 Y [10] Calculado usando o iBoxx USD Liquid High Yield Index
05.11.2020 15:07
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
30.10.2020 12:30
Alocação de Activos
4º Trimestre 2020
Alocação de Activos Apesar de o mundo viver com o COVID-19 há mais de seis meses, o Outlook permanece tão incerto como no início da pandemia. Uma das principais discussões ao longo do terceiro trimestre foi a aparente divergência entre a evolução dos mercados accionistas e de crédito (High Yield) e a evolução da economia real, cuja recuperação, embora positiva, permanece incompleta e frágil. Entretanto, a correcção dos mercados no final do mês de Setembro poderá significar o ‘despertar’ dos investidores para os riscos e desafios que persistem no horizonte. À presente data, o mundo contabiliza quase 32 milhões de casos de COVID-19, cerca de 7 milhões de casos ainda activos e cerca de 1 milhão de mortes. Nos países do hemisfério norte, o aumento das infecções, o risco de uma segunda vaga e o início do Inverno fazem crescer as perspectivas de novas restrições à circulação de pessoas e ameaçam o ritmo de recuperação da economia mundial.  Neste contexto de elevada incerteza, incluindo política considerando, por exemplo, as eleições presidenciais nos Estados-Unidos no início de Novembro próximo, é fundamental, aliás como sempre, manter as Carteiras correctamente diversificadas e, na nossa opinião, manter o foco no médio-longo prazo e sistematizar o processo de Alocação de Activos de acordo com três principais dimensões: i) Contexto macroeconómico As principais economias mundiais estão a recuperar após as fortes quedas do PIB registadas durante o segundo trimestre deste ano. Por exemplo, nos Estados Unidos, a produção industrial apresenta ganhos mensais consecutivos desde Maio (1% em Maio, 6,1% em Junho, 3,5% em Julho e 0,4% em Agosto), assim como a Zona Euro (12,2% em Maio, 9,5% em Junho e 4,1% em Julho). No Reino Unido, por exemplo, as vendas a retalho subiram 12,1% em Maio, 13,9% em Junho, 3,7% em Julho e 0,8% em Agosto. Ou seja, as principais economias, mesmo as mais afectadas pela pandemia, revelam um elevado grau de resiliência e capacidade de recuperação. Por outro lado, o rápido e extensivo suporte fiscal e monetário, providenciado pelos governos e bancos centrais desde o início da pandemia, revelou-se muito eficaz, evitando um impacto negativo ainda maior. Entretanto, muitos governos têm recentemente anunciado a extensão dos programas de apoio à manutenção dos empregos, assim como novos estímulos para reforço da procura. Por exemplo, na Europa, o Plano de Recuperação Next Generation EU, no montante de 750 mil milhões de euros (cerca de 5,5% do PIB dos 27 países membros), financiado através da emissão de dívida comum, irá potenciar o investimento a partir de 2021.  Por sua vez, os bancos centrais, para além da injecção massiva de liquidez, através de programas de compras de títulos, têm assegurado aos mercados de que as taxas de juro permanecerão a zero (ou negativas, no caso da Zona Euro) nos próximos anos, inclusivamente tolerando níveis de inflação superiores a 2% durante algum tempo. Ou seja, no futuro próximo, teremos taxas de juro reais negativas, potenciando igualmente o investimento e, dessa forma, a recuperação económica. Concluindo, na nossa opinião, os governos e os bancos centrais não deixarão as economias cair a pique, mantendo os estímulos fiscais e monetários, respectivamente, até a recuperação económica se revelar mais robusta e sustentável. ii) Avaliações dos mercados A dimensão das avaliações dos mercados é mais problemática. Tal como já tivemos oportunidade de referir em outras ocasiões, os mercados são ‘factores de desconto’, no sentido em que reflectem a todo o momento o valor actual dos cash-flows esperados. No caso das Acções, esta definição encontra presentemente dois desafios: por um lado, as taxas de juro encontram-se extremamente baixas e, porventura, mais baixas do que estariam se não fosse a acção dos bancos centrais; por outro, o ritmo de recuperação dos resultados e cash-flows esperado poderá ser comprometido no caso de uma segunda vaga severa da pandemia COVID-19. Ou seja, na nossa opinião, tal como referido no trimestre anterior, as avaliações dos principais mercados accionistas, em particular do sector tecnológico norte-americano, encontram-se em níveis historicamente elevados, apenas justificáveis pelas baixas taxas de juro (ver abaixo gráficos com o Equity Risk Premium (ERP) dos índices S&P-500 e Stoxx-600). Por outro lado, os resultados esperados pelos analistas podem ser demasiado optimistas, no caso de uma recuperação económica mais lenta do que a neste momento descontada. Neste sentido, a correcção registada nos mercados accionistas, no final de Setembro, deverá ser encarada com normalidade, no sentido em que recolocou estes activos em níveis mais coerentes com os prémios de risco históricos, considerando as várias incertezas existentes. iii) Sentimento Presentemente, em todas as análises e Outlooks a palavra dominante é incerteza. Com efeito, a forma de como a economia e os resultados das empresas vão evoluir nos próximos trimestres dependerá, em larga medida, da forma como a pandemia COVID-19 evoluir durante o próximo Inverno e da eficácia das vacinas em desenvolvimento.  Nos mercados financeiros, a incerteza costuma ser sinónimo de volatilidade. Entre Junho e Agosto, os investidores foram ganhando confiança na sustentabilidade da recuperação económica em curso, confiança essa que se traduziu na diminuição da necessidade de protecção contra o risco e, consequentemente, da volatilidade implícita nos contratos de opções sobre as acções. Assim, durante o Verão, o índice VIX, índice que mede a volatilidade implícita nas opções sobre o S&P-500, também conhecido por Fear Index, caiu dos 40 para perto de 20 pontos. Porém, no final de Setembro essa confiança começou a desvanecer-se e o VIX subiu para os actuais 30 pontos. Ou seja, o aumento dos casos de COVID-19 verificado no final do trimestre e a possibilidade de novas medidas de confinamento, deteriorou o ‘sentimento’ dos mercados e levou à forte correcção dos mercados, tanto accionistas como de crédito (High Yield). Porém, e este é o ponto que importa sublinhar, a correlação entre o sentimento (VIX) e os mercados tende a ser negativa. Tal como Warren Buffet disse uma vez: “be fearful when others are greedy, and greeady when others are fearful”.   Concluindo, na nossa opinião, num cenário de evolução controlada da pandemia COVID-19, a recuperação económica seguirá o seu curso, suportada por baixas taxas de juro, liquidez abundante e aumento do investimento público. As avaliações, em especial das Acções, permanecem em níveis historicamente elevadas mas justificáveis pela garantia, fornecida pelos bancos centrais, de taxas de juro reais negativas durante os próximos anos. Por fim, nas últimas semanas, a aversão ao risco aumentou (o sentimento piorou) mas tal poderá significar uma oportunidade de reforçar posições, tanto em Acções como em crédito (High Yield). Deste modo, em termos sectoriais e de alocação de activos, mantemos as preferências partilhadas anteriormente ao longo deste ano. Na nossa opinião, o mundo pós-COVID será menos global, mais digital e, certamente, mais endividado. Assim, mantemos a exposição ao Ouro, face ao risco de subida da taxa de inflação e perspectiva de taxas de juro reais negativas, e na componente acionista, mantemos em Carteira os temas da Saúde, da Digitalização, incluindo Serviços de Comunicações, e da Segurança. Na componente obrigações, mantemos alguma exposição ao segmento de High Yield, cujos spreads de crédito nos parecem historicamente atractivos quando comparados com os de Investment Grade. A exposição a Dívida Pública permanece residual, considerando o actual nível de yields artificialmente baixas tendo em conta os níveis de endividamento das respectivas economias.   Paulo Monteiro Redigido em 30 de Setembro de 2020 Disclaimer A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest.  As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
30.10.2020 08:26
Análise Técnica
S&P500
S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
27.10.2020 09:21
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.10.2020 15:37
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.10.2020 11:01
Análise Técnica
Update: Prata
Prata @ 24.89  A prata já esteve muito perto do objectivo esperado (25.59) para o plano sugerido (entrada @ 22.59), mas ao contrário do último “update”, negoceia agora claramente acima da exponencial das 200 horas (neste momento nos 22.55) e prepara-se para confirmar novo sinal de compra de curto prazo no gráfico horário. Tendo isto presente, já não faz grande sentido ter como objectivo os 25.59 - máximo recente nos 25.29, a quebra deste nível, aliada ao posicionamento dos indicadores, permitiria defender um ataque aos máximos (e elaborar novo plano de entrada na zona da exponencial das 200 horas). Em resumo, sugerimos nova  alteração do “stop” do plano anterior para os 23.59 e passamos a ter como objectivo, os 28.59 (Estamos, objectivamente, a considerar uma nova entrada nos 24.59, com “stop” @ 23.59 e objectivo nos 28.59) Análise anterior: Prata @ 23.79  A divergência positiva que identificámos cumpriu o seu papel e o preço caminha claramente na direcção esperada. Identificamos também algumas divergências negativas no teste à exponencial das 200 horas, pelo que faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven” (entrada @ 22.59). Mantemos os 25.59 como objectivo final. Análise Anterior: Prata @ 22.38  A exponencial dos 200 dias continua a ser a nossa zona preferencial para uma entrada, mas é expectável um “pullback” antes desse teste. A divergência positiva no MACD horário, apoia esta ideia que é válida tecnicamente se a prata não fizer novos mínimos de curto prazo. Sugerimos então uma entrada com um “trigger” @ 22.59 e um “stop” @ 21.59. Como objectivo, os 25.59 e desta vez faz sentido apenas 1/16 do risco máximo. Análise Anterior: Prata @ 26.89 Não está posta de parte uma correcção até aos suportes mais atractivos numa óptica de médio prazo, mas a reacção das últimas horas (a inversão em alta do MACD horário, uma divergência positiva e a possibilidade da quebra da exponencial das 21 horas) apoia a próxima ideia. Sugerimos então um “trigger” de compra @ 27.02 com um “stop” @ 26.22 e como objectivo, os 31.02. Mantemos 1/16 do risco máximo. Análise Anterior: Prata @ 26.47  A prata continua a digerir o forte movimento dos últimos meses através de uma lateralização em ligeira baixa – “Bullish”. Continuamos a olhar para os suportes “ideais” para uma entrada, mas também mantemos a possibilidade de elaborar um plano de compra junto à exponencial dos 21 dias, hoje nos 25.87. O MACD horário terá de sair da letargia actual. Análise Anterior: Prata @ 26.83 A Prata atingiu e ultrapassou claramente o nosso grande objectivo para este movimento, estando agora a consolidar no intervalo que definimos como resistência. Nada aponta para o fim desta tendência, mas alguns suportes de referência distam o suficiente do preço para sugerir cautelas na nossa abordagem. Acrescentamos que o sentimento é agora totalmente o inverso de há uns meses, quando defendíamos um “bias” claramente “Bullish” e os objectivos nesta zona. Atenção à divergência no oscilador diário que utilizamos. Como suportes no gráfico diário, os 24.98 e em seguida os 22.16 (em seguida a exponencial dos 200 dias que não deve ser testada sem uma lateralização mais prolongada). Numa óptica de “trading” continuamos apenas a olhar para cima, pelo que estaremos especialmente atentos a sinais de entrada no MACD horário após qualquer correcção no gráfico diário, A nossa preferência vai para a zona da exponencial dos 50 dias, mas não descartaremos um teste com sucesso à dos 21 dias. Análise Anterior: Prata @ 22.64 O “breakout” da última semana reforçou claramente o nosso “bias” na prata, o “rally” desta semana coloca a prata a meio caminho do “target” (26.5) sugerido pela quebra do canal que respeitava desde 2013. É expectável um novo teste ao “breakout” feito, esse teste deverá ser visto como uma oportunidade de entrada. O 1º grande objectivo para este movimento de médio prazo é o intervalo destacado como resistência.     Numa óptica de “trading” só estamos a olhar para cima, pelo que veremos qualquer correcção como uma oportunidade. Defendemos a exponencial dos 13 dias como 1º suporte (hoje nos 20.594) e em seguida a zona do “breakout”, o intervalo 18.5/19.5.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 16:58
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Novembro de 2020
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O Snapchat tem uma nova ferramenta chamada Spotlight, criada para competir directamente com o TikTok. Para garantir que consegue os melhores criadores do TikTok, sobretudo quando ainda não se sabe bem o seu futuro nos Estados Unidos, o Snapchat vai pagar aos criadores que conseguirem tornar os seus conteúdos virais. Ou seja, a empresa terá diariamente 1 milhão de dólares para distribuir entre os criadores de conteúdos mais populares até ao final do ano. Em Agosto, o Facebook também lançou o Reels, a sua versão de TikTok, que dá aos utilizadores a possibilidade de gravar vídeos curtos de 15 segundos, mas com diversas ferramentas criativas. Inicialmente, as redes sociais começaram por criar produtos diferentes para atrair utilizadores mas ao longo do tempo, as suas funcionalidades estão cada vez mais parecidas.
O mês de Novembro está quase a terminar e, até agora, será o melhor Novembro para o índice S&P 500 desde 1980. Vários factores impulsionaram o índice como as taxas de juro baixas, bons dados macroeconómicos, estabilidade política e mais recentemente, sinais de que a vacina para a Covid-19 poderá estar disponível mais cedo do que se antecipava. O índice Nasdaq também já valorizou 9% desde o início do mês e o índice Dow Jones está a caminho de superar os 30.000 pontos pela primeira vez.
As acções da Tesla atingiram um novo máximo recorde hoje e a sua capitalização bolsista superou os $500 mil mn pela primeira vez. Esta meta foi traçada por Elon Musk numa conferência com investidores em Maio de 2019. Esse montante parecia uma ilusão na altura mas, pelos vistos, foi alcançado. Agora resta saber se o fabricante de automóveis eléctricos vai ou não conseguir entregar a meta de 500 mil carros em 2020. Esta foi a evolução da capitalização bolsista da Tesla ao longo do tempo Nov 2020: $500 mil mn Ago 2020: $400 mil mn Jul 2020: $300 mil mn Jun 2020: $200 mil mn Jan 2020: $100 mil mn Abr 2017: $50 mil mn  Fev 2014: $25 mil mn Mai 2013: $10 mil mn Abr 2013: $5 mil mn Jun 2010: $1 mil mn (IPO)
A National Retail Federation anunciou ontem que espera um aumento das vendas entre 3,6% - 5,2% durante a campanha de Natal de Novembro e Dezembro, até um montante de entre $755,3 mil mn - $766,7 mil mn. Em 2019, as vendas cresceram 4% e a média dos últimos cinco anos é de 3,5%. Espera-se que as vendas online aumentem entre 20% - 30%, representando entre 26,8% - 28,5% do total.
A Agência Europeia de Medicamentos, que analisa os pedidos de autorização de três requerentes, declarou ontem que poderá aprovar as primeiras vacinas contra a Covid-19 até ao final do ano ou início de 2021. As vacinas da Oxford/AstraZeneca, da Pfizer/BioNTech e da Moderna são os três projectos a ser sujeitos a esta revisão. Os governos a nível mundial já encomendaram as três vacinas que lideram a corrida para cobrirem os riscos mas existem várias diferenças entre as três vacinas que poderão ser decisivas na escolha das vacinas pelas várias nações. Quais são as principais diferenças entre as três vacinas? ► Preço: - AstraZeneca: €3 por dose; - Pfizer/BioNTech: €15 por dose; - Moderna: €21 por dose. ► Tecnologia usada: - Pfizer e Moderna: Tecnologia baseada em ácido ribonucléico (RNA mensageiro), que produz a proteína-chave para combater o Sars-Cov-2 - AstraZeneca: Tecnologia baseada no ácido desoxirribonucleico (DNA), com genes inactivados de adenovírus. ► Funcionamento da Inoculação: - Pfizer e Moderna: Uma aplicação de duas doses com um intervalo de 28 dias entre cada uma. No entanto, a vacina da Moderna é composta por 100 microgramas de RNA por dose, enquanto que a da Pfizer inclui apenas 30 microgramas; - AstraZeneca: prevê-se que sejam inoculadas duas doses, mas os investigadores ainda estão a avaliar as quantidades de cada. ► Condições de conservação e armazenamento: - Pfizer exige que a vacina seja armazenada a menos 80 graus; - Moderna pode ser mantida em temperatura de congelamento e ficar entre dois a oito graus por um período de 30 dias; - AstraZeneca: conserva no frigorífico em temperaturas entre os dois e os oito graus durante um período de seis meses. ► Capacidade de Produção: - Pfizer: produção de 50 milhões de doses até ao final do ano e 1,3 mil milhões para 2021; - Moderna: produção de 20 milhões de doses este ano e entre 500 a mil milhões até 2021; - AstraZeneca : capacidade de até três mil milhões de doses da vacina em 2021.
A procura pelo "ouro negro" mantém-se débil e só retomará efectivamente num momento pós-vacina. Contudo, a matéria-prima está a ser impulsionada hoje pelas perspetivas animadoras quanto à evolução da economia global e o Brent regressou aos níveis do início da pandemia, ou seja, dia 6 de Março. No caso do West Texas Intermediate, os máximos são de Agosto. No mercado dos futuros, verifica-se um "backwardation" nos contratos do Brent que ocorre quando o preço actual de um activo está abaixo do seu preço esperado no futuro. O "backwardation" é a perspectiva de que o preço do activo vá aumentando gradualmente até o vencimento do contrato. Esta situação acontece pela primeira vez desde Junho.
O índice alemão DAX vai expandir o número de membros das actuais 30 para as 40 empresas, a partir de Setembro do próximo ano. Estas  mudanças surgem depois do escândalo da Wirecard, O operador da bolsa Deutsche Börse também anunciou requisitos de elegibilidade mais apertados: ► Todos os futuros candidatos DAX devem ter um EBITDA positivo nas suas demonstrações financeiras anuais, a partir de Dezembro de 2020; ► Todas as empresas no índice DAX terão a obrigação de publicar relatórios financeiros anuais auditados e declarações trimestrais a partir de Março de 2021. Após um período de aviso de 30 dias, a violação desses requisitos resultará na exclusão imediata do índice. ► Todos os membros do índice DAX deverão cumprir as recomendações do Código Alemão de Governança Corporativa, a partir de Março de 2021. ► Os índices DAX terão uma revisão principal agendada duas vezes por ano (Março e Setembro) a partir de 2021. Actualmente, essa revisão ocorre apenas em Setembro.
As acções europeias tiveram as melhores três primeiras semanas de Novembro, em comparação com as acções dos EUA, desde que este conjunto de dados começou em 1987. No entanto, apesar do recente desempenho superior, a rendibilidade das acções europeias versus norte-americanas, permanece em mínimos de 35 anos. Em termos de rácio "price-to-earnings", as acções europeias versus as norte-americanas ainda estão a ser negociadas com um desconto de -18%, que está no limite inferior da faixa dos 15 anos.
As bolsas europeias abriram positivas, animadas com a notícia de que os Serviços de Administração Geral, reconheceram Joe Biden como o vencedor da eleição presidencial nos Estados Unidos. Assim, reduz a incerteza política e permite o início ao processo de transição formal. Joe Biden planeia nomear a ex-governadora da Reserva Federal, Janet Yellen, para o cargo de Secretária do Tesouro que terá apoio tanto de Wall Street, como dos progressistas. Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 2,50% depois da bolsa nipónica ter estado encerrada ontem. As praças chinesas encerraram mistas com os investidores receosos acerca das novas medidas que a administração de Trump está a preparar contra a China. As bolsas norte-americanas encerraram com ganhos após o anúncio da AstraZeneca e a Universidade de Oxford de que a sua vacina experimental tem uma taxa média de 70% na prevenção dos casos. Esta média foi obtida através de dois testes diferentes, sendo que um deles demonstrou uma eficácia de 90%.   Dados Macroeconómicos:  07h00: PIB (3.º Tri)  07h45: Indicadores de Confiança e de Clima Económico  09h00: Índice de Confiança IFO (Nov)  14h00: Índice Preços Casas S&P/CaseShiller (Set)  15h00: Confiança dos Consumidores (Nov)  15h00: Richmond Fed Index (Nov) Eventos:  14h00: Discurso de Lagarde, presidente do BCE  Discursos de vários membros da Fed: Bullard (16h00) e Williams (17h00)  17h45: Discurso de Lane, membro do BCE Resultados Empresariais:  Compass Group, Pennon Group  Hormel Foods (AA), Dollar Tree (AA), J M Smucker (AA), Jacobs Engineering (AA), Best Buy (AA), Tiffany, Medtronic, Analog Devices (13h00), HP (DF), Autodesk (DF), Gap (21h15) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  Preços do imobiliário caem no próximo ano  Regulador suspende accionistas da dona da TVI  Todos os trabalhadores em lay-off serão pagos a 100%  Empresas fazem panos para 2021 a pensar na recuperação  Covid-19: Prémio na Saúde é só para quem trabalhou na primeira vaga  Recibos verdes vão poder pagar IVA a prestações  Imunidade: população activa e de grande mobilidade deve estar na vacinação prioritária  Vacinas: Grupos de risco estão dependentes do que Europa vier a decidir  Moody's espera quebra de 2% no preço das casas em 2021  Biden anuncia nomes para a equipa de segurança  Task force de dinamização da bolsa já começou
A actividade empresarial nos EUA acelerou em Novembro para um máximo de mais de cinco anos, apesar do aumento das infeções por coronavírus e reforço das restrições, segundo a IHS Markit. O índice PMI aumentou de 56,3 pontos em Outubro para 57,9 pontos em Novembro, o valor mais elevado desde Março de 2015, diz a IHS Markit. Em Novembro, tanto o sector da indústria como o dos serviços mantiveram-se em terreno de expansão. O índice PMI dos serviços aumentou para 57,7 pontos acima dos 55 pontos previstos pelos economistas. Já o índice PMI do sector industrial registou uma leitura de 56,7 pontos em Novembro, também superando os 53 pontos esperados.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos subiram o nível de alerta para viagens de cruzeiro para o patamar mais elevado Nível 4, citando o risco “muito alto” de infecções por Covid-19 em navios de cruzeiro e continuou a recomendar evitar viagens em navios de cruzeiro em todo o mundo.
Os índices norte-americanos estão a ganhar hoje após a AstraZeneca e a Universidade de Oxford terem anunciado que a vacina contra o novo coronavírus tem uma eficácia de até 90%. Esta é a terceira vacina que revelou este mês os resultados dos ensaios clínicos. No tratamento propriamente dito de pessoas infectadas pelo vírus a Regeneron Pharmaceuticals recebeu aprovação regulatória para uso de emergência.
As últimas duas semanas registaram as maiores entradas de liquidez para os fundos de acções a nível mundial no total de $71 mil mn. A semana passada foi a sexta maior de sempre.
As negociações de alto nível entre a União Europeia e o Reino Unido sobre o acordo pós-Brexit continuam hoje por videoconferência, após terem sido suspensas na Quinta-feira, devido a um caso de Covid-19 na equipa comunitária. O negociador da União Europeia para o Brexit disse hoje que persistem "diferenças fundamentais" nas conversações comerciais com a Grã-Bretanha mas que ambas as partes estavam a fazer um grande esforço para conseguir um acordo. O acordo tem de ser aprovado na Cimeira Europeia a 10 e 11 de Dezembro e a sua votação no Parlamento Europeu a 16 de Dezembro.
Segundo a nota de research do Caixabank/BPI: "Actualizámos os nossos números após o forte delivery do 3T da Sonae. Isto levou a uma revisão do EBITDA em alta de 7% até 2023. Isto compensou o M2M da NOS e levou-nos a manter a nossa recomendação de Comprar e o nosso Preço Objetivo para 2021 de 1,10 Euros. Para além da alimentação (77% das vendas), tanto a electrónica (16%) como a moda (5%) também se mantiveram bem neste novo cenário pandémico do COVID-19. Entretanto, começámos a ver estrategas de macro a destacar a forte eficácia da Pfizer/Moderna, o que deverá levar a uma recuperação macro mais rápida, uma vez que a maioria das economias deverá retomar a normalidade no 2T21. A economia portuguesa (>90% das vendas da Sonae) deverá estar entre as mais negativamente afectadas. Podemos, portanto, ver uma recuperação mais rápida em em 2021. A Sonae é uma história complexa, mas tem vindo a divulgar um FCFE forte subjacente (12% LTM) e transacciona com 63% de desconto para um NAV de mercado (vs. 42% média de 10 anos) ou 48% com a Sierra e a Fashion a zero. Algumas reestruturações (Worten Spain), a simplificação da estrutura (Sonaecom) e uma potencial recompra de acções seriam catalisadores positivos para a história."
Tendência de Investimento do mês
Green Deal
06.10.2020
Hoje Eventos Resultados Feriados
  • 11
    25
    [es]08h00: Índice de Preços ao Produtor (Out)
    [eu]09h00: Discurso de Holzmann, membro do BCE
    [us]13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego 
    [us]13h30: PIB (3.º Tri)
    [us]13h30: Encomendas de Bens Duradouros (Out)
    [us]15h00: Vendas de Casas Novas (Out)
    [us]15h00: Reservas Semanais de Energia 
    [us]19h00: Minutas da reunião da Reserva Federal
    [us]Resultados: Deere & Co 
  • 11
    26
    [us]Bolsa de valores de Nova Iorque encerrada devido ao Dia de Acção de Graças
    [jp]05h00: Coincident e Leading Index (Set)
    [de]07h00: Confiança do Consumidor (Dez)
    [eu]09h00: Oferta Monetária M3 (Out)
    [jp]23h30: Inflação (Nov)
    [eu]Resultados: Remy Cointreau (06h30)
     
  • 11
    27
    [us]Bolsa de valores de Nova Iorque encerra pelas 18h00 devido ao Dia de Acção de Graças 
    [fr]07h45: Inflação (Nov)
    [fr]07h45: PIB (3.º Tri)
    [es]08h00: Vendas a Retalh (Out)
    [eu]10h00: Indicadores de Confiança (Nov) 
    [pt]11h00: Vendas a Retalho (Out)
     
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Acções vs Obrigações   Qual a melhor opção?
12.11.2020 Análise Técnica

Update: S&P500


30.10.2020 Alocação de Activos

4º Trimestre 2020


23.11.2020 Análise Técnica

Update: EUROSTOXX50


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