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24.01.2020 14:06
Análise Técnica
Update: USD/JPY
USD/JPY @ 109.55 Aproxima-se novo sinal de venda no MACD horário, o que reforça a nossa expectativa e permite alterar o “stop” para os 109.84 (garantindo pelo menos o risco assumido inicialmente). Se o par marcar novos mínimos relativos de curto prazo (abaixo dos 109.26), sugerimos nova alteração do “stop” para os 109.54. Fará sentido também, se o USD/JPY fizer um fecho horário abaixo dos 108.94, proceder a nova alteração, nessa altura para os 109.24. Mantemos os 108.34 como o objectivo final. Análise Anterior: USD/JPY @ 1.0959   O par está para já a confirmar a nossa expectativa. Mantemos o objectivo nos 108.34, mas sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 110.14). Análise Anterior: USD/JPY @ 110.14   O par marcou novo máximo relativo, mas novamente com uma divergência negativa e sem capacidade para sair dos níveis das últimas semanas, o que mantém válida a possibilidade que temos defendido. O gráfico horário já inverteu novamente, suportando o plano de reentrada. Sugerimos então nova venda, nos níveis actuais (110.14) com um stop @ 110.44 e como objectivo, os 108.34 (rácio retorno/risco de 6). Continuamos com 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
24.01.2020 11:27
Análise Técnica
Update: AUD/NZD
AUD/ NZD @ 1.035 O par está novamente a visitar a nossa “zona de entrada” e já confirmou nova inversão em alta no MACD horário. Sugerimos então mais uma entrada nos níveis actuais (1.035), com um “stop loss” nos 1.033. Como objectivo, defendemos os 1.041. Continuamos com apenas 1/16 do risco habitual. Análise Anterior: AUD/ NZD @ 1.0427 O par arrancou após a reacção positiva na nossa zona de suporte (mais uma vez com o apoio do MACD horário no momento da entrada). Mantemos os 1.0463 como objectivo mas sugerimos a alteração do “stop” para os 1.0419. Se o par negociar acima dos 1.045, faz sentido nova alteração do stop para os 1.0441. Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0375 O par está a desenhar uma divergência positiva no gráfico horário, na nossa “zona de interesse”. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.0375), com um “stop” @ 1.0353 e como objectivo, os 1.0463. Continuamos com apenas 1/16 do risco habitual.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
23.01.2020 15:07
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3305 O índice continua a corroborar as nossas expectativas, no entanto e porque a tendência de alta ainda vigora, sugerimos uma redução do risco com uma alteração do “stop” para os 3325.25 (reduzindo em 75% o risco inicial). O objectivo mantém-se nos 3253. Se o índice negociar abaixo dos 3299 sugerimos nova alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 3321). Análise Anterior: S&P 500 @ 3319 Um pequeno “spike” nos 3337.6 colocou-nos fora do plano sugerido ontem, mas o preço acabou por confirmar o que esperávamos com nova divergência negativa no MACD horário. Também o preço confirma agora os sinais de cansaço dos vários indicadores que utilizamos. Vamos então tentar uma reentrada, agora com objectivo na zona do último “breakout” no gráfico diário (vamos considerar os 3253). Sugerimos então uma venda nos 3321 novamente, com um “stop” nos 3338 e como objectivo, os 3253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Análise Anterior: S&P 500 @ 3321 O padrão do preço continua claro, mas os indicadores de momentum e sentimento que utilizamos só têm paralelo em finais de Janeiro de 2018. Referências de curto prazo nos 3290 e nos 3330. O gráfico horário desenhou uma dupla divergência negativa nos máximos e apoia a nossa expectativa. Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3321), com um “stop” @ 3336. Definimos os 3261 como objectivo e continuamos com apenas 1/16 do risco habitual.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
23.01.2020 09:50
Análise Técnica
Update: S&P 500 | USD/JPY
S&P 500 @ 3319 Um pequeno “spike” nos 3337.6 colocou-nos fora do plano sugerido ontem, mas o preço acabou por confirmar o que esperávamos com nova divergência negativa no MACD horário. Também o preço confirma agora os sinais de cansaço dos vários indicadores que utilizamos. Vamos então tentar uma reentrada, agora com objectivo na zona do último “breakout” no gráfico diário (vamos considerar os 3253). Sugerimos então uma venda nos 3321 novamente, com um “stop” nos 3338 e como objectivo, os 3253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Análise Anterior: S&P 500 @ 3321 O padrão do preço continua claro, mas os indicadores de momentum e sentimento que utilizamos só têm paralelo em finais de Janeiro de 2018. Referências de curto prazo nos 3290 e nos 3330. O gráfico horário desenhou uma dupla divergência negativa nos máximos e apoia a nossa expectativa. Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3321), com um “stop” @ 3336. Definimos os 3261 como objectivo e continuamos com apenas 1/16 do risco habitual.   USD/JPY @ 1.0959   O par está para já a confirmar a nossa expectativa. Mantemos o objectivo nos 108.34, mas sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 110.14). Análise Anterior: USD/JPY @ 110.14   O par marcou novo máximo relativo, mas novamente com uma divergência negativa e sem capacidade para sair dos níveis das últimas semanas, o que mantém válida a possibilidade que temos defendido. O gráfico horário já inverteu novamente, suportando o plano de reentrada. Sugerimos então nova venda, nos níveis actuais (110.14) com um stop @ 110.44 e como objectivo, os 108.34 (rácio retorno/risco de 6). Continuamos com 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
23.01.2020 09:28
Análise Técnica
Update: AUD/NZD | EUR/GBP
AUD/ NZD @ 1.0427 O par arrancou após a reacção positiva na nossa zona de suporte (mais uma vez com o apoio do MACD horário no momento da entrada). Mantemos os 1.0463 como objectivo mas sugerimos a alteração do “stop” para os 1.0419. Se o par negociar acima dos 1.045, faz sentido nova alteração do stop para os 1.0441. Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0375 O par está a desenhar uma divergência positiva no gráfico horário, na nossa “zona de interesse”. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.0375), com um “stop” @ 1.0353 e como objectivo, os 1.0463. Continuamos com apenas 1/16 do risco habitual.     EUR/GBP @ 0.8436  O par está a testar a nossa zona de suporte e já inverteu o MACD horário em alta. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (0.8436), com um “stop loss” @ 0.8396. Como objectivo definimos os 0.8596. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Análise Anterior: EUR/GBP @ 0.8511   Continuamos a suportar o nosso "bias" na divergência positiva no MACD diário. Vamos ver o expectável recuo como nova oportunidade de entrada. Como referências no gráfico diário, destacamos os 0.8494, os 0.8597 e os 0.8677. Se o gráfico diário e o horário “alinharem”, é possível novo teste aos mínimos abaixo dos 0.83, de qualquer forma, vamos monitorizar o gráfico horário e os 0.8454. Uma inversão em alta do MACD horário com o preço na zona dos 0.8454 poderá permitir a elaboração de novo plano de entrada. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
22.01.2020 16:31
Análise Técnica
Update: AUD/NZD
AUD/NZD @ 1.0375 O par está a desenhar uma divergência positiva no gráfico horário, na nossa “zona de interesse”. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.0375), com um “stop” @ 1.0353 e como objectivo, os 1.0463. Continuamos com apenas 1/16 do risco habitual.     Análise anterior: AUD/NZD @ 1.0389 O par está novamente a aproximar-se da base do “range” dos últimos anos. O nosso "bias" continua positivo se o par não quebrar esta zona de suporte (1.0245/1.0288). Numa óptica de "trading", continuamos apoiados na divergência positiva do MACD diário. Vamos então monitorizar o gráfico horário e esperar a próxima inversão em alta no MACD neste período temporal de análise, para a elaboração de novo plano de entrada. Mais uma vez o 1º objectivo está na zona dos 1.045, mas abrimos a possibilidade de manter uma posição até a um 2º objectivo, no intervalo 1.08/1.10. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
21.01.2020 15:58
Análise Técnica
S&P 500
S&P 500 @ 3321 O padrão do preço continua claro, mas os indicadores de momentum e sentimento que utilizamos só têm paralelo em finais de Janeiro de 2018. Referências de curto prazo nos 3290 e nos 3330. O gráfico horário desenhou uma dupla divergência negativa nos máximos e apoia a nossa expectativa. Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3321), com um “stop” @ 3336. Definimos os 3261 como objectivo e continuamos com apenas 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
21.01.2020 10:02
Análise Técnica
AUD/NZD | EUR/GBP
AUD/NZD @ 1.0389 O par está novamente a aproximar-se da base do “range” dos últimos anos. O nosso "bias" continua positivo se o par não quebrar esta zona de suporte (1.0245/1.0288). Numa óptica de "trading", continuamos apoiados na divergência positiva do MACD diário. Vamos então monitorizar o gráfico horário e esperar a próxima inversão em alta no MACD neste período temporal de análise, para a elaboração de novo plano de entrada. Mais uma vez o 1º objectivo está na zona dos 1.045, mas abrimos a possibilidade de manter uma posição até a um 2º objectivo, no intervalo 1.08/1.10. EUR/GBP @ 0.8511 Continuamos a suportar o nosso "bias" na divergência positiva no MACD diário. Vamos ver o expectável recuo como nova oportunidade de entrada. Como referências no gráfico diário, destacamos os 0.8494, os 0.8597 e os 0.8677. Se o gráfico diário e o horário “alinharem”, é possível novo teste aos mínimos abaixo dos 0.83, de qualquer forma, vamos monitorizar o gráfico horário e os 0.8454. Uma inversão em alta do MACD horário com o preço na zona dos 0.8454 poderá permitir a elaboração de novo plano de entrada. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
20.01.2020 08:46
Análise Técnica
USD/JPY | GBP/JPY
USD/JPY @ 110.14    O par marcou novo máximo relativo, mas novamente com uma divergência negativa e sem capacidade para sair dos níveis das últimas semanas, o que mantém válida a possibilidade que temos defendido. O gráfico horário já inverteu novamente, suportando o plano de reentrada. Sugerimos então nova venda, nos níveis actuais (110.14) com um stop @ 110.44 e como objectivo, os 108.34 (rácio retorno/risco de 6). Continuamos com 1/16 do risco habitual. GBP/JPY - 143.04 Continuamos com um “bias” negativo neste par e defendemos um teste ao objectivo destacado no gráfico diário. Como é habitual, veremos a próxima recuperação como uma oportunidade de entrada (falhámos na última sexta o último sinal de venda). O gráfico horário está novamente a testar a zona que tem servido de suporte no curto prazo, pelo que podemos esperar novo movimento ascendente nas próximas horas. Este movimento seria a nossa oportunidade. Faremos novo “update” com a aproximação de novo sinal de venda no MACD horário.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.01.2020 11:25
Análise Técnica
DAX30 | Eurostoxx50
DAX30 @ 13405 O índice Alemão está a testar os máximos de 2018. A reacção nesta zona pode ser determinante para o comportamento do 1.º semestre deste ano. Destacamos a inexistência de força na tendência em toda a recuperação desde os mínimos de 2018. Juntamos a este facto uma divergência negativa no oscilador que utilizamos e a aproximação de um sinal de venda no MACD semanal. Para já mantemos um "bias" neutro, mas cauteloso. A sustentação acima dos 13386/408 é determinante para mantermos a neutralidade. A quebra dos 13320 coloca em cima da mesa a possibilidade de um duplo topo que poderá empurrar o DAX30 para a zona dos 12900 no curto prazo. Quando olhamos para o curto prazo, sai reforçada a importância dos 12400 como referência para as próximas sessões. Como suporte intermédio, identificamos também o intervalo 13150/60. Eurostoxx50 @ 3766 Também o Eurostoxx50 está a testar uma importante resistência de médio/longo prazo. São várias as divergências negativas, mas enquanto o preço sustentar acima dos 3649 mantemos alguma neutralidade. As últimas duas semanas mostram vários sinais de cansaço neste movimento, com o preço a ter dificuldade em aguentar os suportes de curto prazo. Destacamos os 3773 e em seguida os 3757. A sustentação abaixo dos 3757 deve implicar uma correcção até ao intervalo 3676/3701. Olhando para o gráfico horário, constatamos a importância da exponencial das 200 horas como suporte do movimento iniciado em Dezembro último. A quebra em fecho horário dos 3745 confirmaria os sinais de cansaço que estamos a monitorizar. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.01.2020 09:24
Como poupar durante o Inverno
7 Dicas
Um Inverno frio pode sair mais caro do que aquilo que pensamos. Certamente gosta de ter a sua casa quente durante esta altura do ano, ao mesmo tempo, não quer que as suas contas de luz e/ou gás dupliquem no final do mês.  Assim, como pode maximizar o calor de sua casa e poupar algum dinheiro ao mesmo tempo? Pequenos gestos que podem fazer a diferença: 1. Dê uso às suas cortinas  Fechar as cortinas à noite pode não parecer ter qualquer impacto nas suas economias domésticas, no entanto verá que na realidade é exactamente o oposto. Ao fazê-lo, não está apenas a manter o calor dentro de sua casa, como também a impedir que correntes de ar frias entrem pelas suas janelas. Desta forma, irá reduzir o uso de aquecedores e consequentemente diminuir a sua conta de luz/gás. Se quiser dar um passo mais à frente, procure comprar cortinas térmicas. Estas são especialmente concebidas para criar o maior isolamento possível e assim tornar a sua casa um local mais quente. Por outro lado, durante o dia mantenha as cortinas abertas. Deixar a luz solar entrar é essencial para promover um aquecimento natural. Tire o máximo partido possível do sol.   2. Utilize o seu aquecedor de forma estratégica Quer estejamos a falar de uma casa pequena ou grande, certamente terá algumas divisões que utiliza mais do que outras. Assim, se tiver um sistema de aquecimento central, desligue-o nas divisões que raramente usa (poderá sempre ligar voltar a ligar caso necessite de passar algum tempo nessa mesma divisão). Pode também, como alternativa, apenas diminuir o aquecimento para o nível mais baixo e fechar a porta. Desta forma a divisão ficará aquecida, mas os seus custos serão reduzidos. Se por outro lado, não tem um sistema de aquecimento central e utiliza aquecedores portáteis, uma boa estratégia será colocar o mesmo em espaços amplos como o hall de entrada ou no centro da sala de estar. Talvez o sítio não seja o mais bonito, mas ao adoptar esta estratégia está a acelerar o processo de aquecimento, pois o ar terá mais facilidade em chegar a toda a casa. Verifique se não tem nenhuma peça de mobília imediatamente à frente do seu aquecedor, de maneira a que a mesma não bloqueie o calor e, consequentemente, dificulte o processo de dissipação do calor.  3. Mude de fornecedor de energia Uma forma fácil de poupar algum dinheiro é trocar de fornecedor de energia, idealmente para um que lhe ofereça energias renováveis. Stephen Murray, especialista em energia, aconselha as pessoas a começarem por verificar qual a sua tarifa actual. “Se tem o mesmo fornecedor de energia há mais de um ano, há uma grande probabilidade de estar neste momento a pagar uma tarifa padrão mais cara” – Stephen Murray. Procure informar-se na concorrência sobre tarifas mais baixas e mude para uma mais baixa do que a que tem actualmente. 4. Baixe a temperatura do seu aquecedor É natural sentir-se tentado a colocar a temperatura do seu aquecedor no máximo quando chega a casa depois de um dia frio. No entanto, talvez não se justifique. A melhor opção é mantê-lo entre os 18-22ºC. De outra forma, a sua casa irá ficar demasiado quente, o que o pode levar a abrir a janela para aliviar o calor, tornando-se um desperdício de dinheiro. Quando sair de casa, desligue todo o aquecimento. Não gaste o seu dinheiro, se não está em casa para o aproveitar. Mesmo que a casa se encontre um pouco mais fria quando regressar, pode sempre voltar a ligá-lo e, em poucos minutos, a casa estará novamente quente. Desta forma, não está a desperdiçar o seu dinheiro quando não está presente para usufruir do calor. Por último, procure desligar todo o aquecimento quando se vai deitar. Quando acordar, volte a ligar.  5. Utilize o seu forno Deixe o seu forno aberto depois de cozinhar (apenas se for seguro). Este pequeno gesto, irá permitir ao ar quente do forno sair e assim aquecer a sua cozinha. Desta forma, será mais uma divisão onde pode desligar o seu aquecimento. 6. Use as suas roupas/cobertores Se estiver com frio, calce umas meias quentes, adicione uma peça de roupa às que tem vestidas e aconchegue-se ao cobertor quando estiver sentado no seu sofá a ver televisão. Sacos de água quente ou um saco térmico poderão também ser uma grande ajuda para estes dias mais frios.  7. Isole janelas e portas  O grande desafio não passa por aquecer a casa, mas sim conservar o calor que está lá dentro. Assim, pondere investir em janelas duplas ou de vidro duplo. Se não o conseguir fazer de momento, uma vez que envolve algum investimento, procure isolá-las da melhor forma possível, de forma a evitar fugas de calor. Fitas de espuma podem ser uma boa alternativa, pois quando posicionadas nos encaixes, impedem a entrada de ar frio, criando assim um ambiente mais acolhedor. Nas portas pode colocar, por exemplo, um chouriço tapa-portas.
15.01.2020 14:59
Mudanças Climáticas
Invest Trends
Talvez até seja das pessoas que faz reciclagem em casa. Ou até compra fruta biológica e está a pensar comprar um carro eléctrico. E relativamente aos seus investimentos? Qual o grau de poluição dos seus investimentos? As mudanças climáticas são um dos maiores desafios do presente e um catalisador chave da economia para os próximos anos. A transição para uma geração de energia limpa, entre outros factores, mudará a nossa maneira de produzir, consumir e investir em empresas. As inúmeras oportunidades de investimento deste tema devem-se às significativas despesas com a sustentabilidade e à adopção de medidas governamentais para atenuar os efeitos das mudanças climáticas, em especial o preço das emissões de carbono. Os incentivos governamentais têm impacto na economia e no seu ecossistema empresarial o que leva a que as empresas encontrem novas maneiras de se desenvolverem. Impacto e Oportunidades Acomodar ou limitar o impacto das alterações climáticas pode gerar boas oportunidades de investimento. Até há pouco tempo, era relativamente barato "contaminar" o meio ambiente. Novas reformas governamentais pretendem reduzir progressivamente a oferta de licanças de emissão de maneira a que em 2025 haja défice e os preços subam. Sectores mais afectados pelas alterações climáticas nos próximos 35 anos: Níveis de Oportunidade de Investimento É possível investir com consciência climática sem comprometer o objectivo de maximizar a rendibilidade da sua carteira. As mudanças climáticas criam riscos e oportunidades nas carteiras em 4 níveis: 1. Nível Físico Os riscos climáticos estão a aumentar, principalmente devido à actividade humana, sendo visíveis através de uma maior regularidade de eventos meteorológicos severos, como tempestades, inundações, secas e aumento, tanto da temperatura do planeta, como do nível da água. De acordo com o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos EUA, a frequência de condições meteorológicas extremas que provocam prejuízos superiores a 1 bilião de USD aumentaram significativamente na última década. O aumento da temperatura tem claros efeitos económicos, mesmo nos países desenvolvidos com tecnologias que permitem adaptar-se a situações mais adversas. De acordo com o estudo de 2014 de Tatyana Deryugina e Solomon Hsiang, a produtividade diária diminui 1,7% por cada aumento de 1ºC de temperatura média acima dos 15ºC. 2. Nível Tecnológico Os avanços tecnológicos e a redução dos custos com fontes renováveis apresentam uma ameaça para as actuais indústrias e para a procura de energias fósseis. Por exemplo, supondo que em 2025 se encontravam 25 milhões de automóveis eléctricos nas estradas, o equivalente a 10% dos passageiros de automóveis nos EUA, poderíamos verificar uma poupança de quase um milhão de barris de petróleo por dia, de acordo com a UK Consultant Trusted Sources. Os avanços significativos nos automóveis eléctricos, associados aos carros auto-conduzidos e às viagens partilhadas, podem desencadear uma queda na procura por automóveis tradicionais, de uma forma mais rápida do que os mercados podem esperar. A maior penetração de automóveis eléctricos pode ter um grande impacto no preço do petróleo. A energia renovável dobrou a sua participação no total global para 16% desde 2007, representando mais de metade das novas instalações. A disrupção tecnológica, impulsionada pelos esforços para reduzir as emissões de carbono está a ocorrer em todos os sectores: A disrupção tecnológica, impulsionada pelos esforços para reduzir as emissões de carbono está a ocorrer em todos os sectores: • No período entre 2013-2030, de acordo com as estimativas do Departamento de Energia dos EUA, o aumento do uso de LED’s irá reduzir o consumo de energia de iluminação em cerca de 40%. • Entre 2015-2020, de acordo com as avaliações da Goldman Sachs, a geração eólica e solar poderá adicionar tanto ao fornecimento de energia global, como fez o petróleo shale (shale oil) nos últimos 5 anos. 3. Nível Regulatório Os riscos regulatórios decorrem do aumento dos esforços para combater as mudanças climáticas. Muitos governos estão a cumprir com as suas promessas de redução de emissões e os seus objectivos-alvo podem ser aumentados ao longo do tempo. Contudo, podem surgir novos regulamentos que surpreendam os investidores, perturbando o status quo e favorecendo algumas indústrias e empresas em detrimento de outras. Mais regulamentações também aumentam o risco de falhas das empresas. Basta pensar nos recentes exemplos de escândalos que envolveram empresas automóveis pela falha de padrões de emissões teste ou nas empresas de energia que violaram a segurança e exigências ambientais, causando derrames de óleo. Por fim, o risco regulatório pode saltar inesperadamente através das fronteiras, como foi o caso do tsunami no Japão em 2011, que resultou em cortes na energia nuclear na Alemanha. 4. Nível Social  No contexto das mudanças climáticas a nível global, tanto a consciência social e empresarial, como o nível das temperaturas, têm aumentado Os últimos anos têm sido muito quentes e, de acordo com a NOAA, essa tendência tem potenciado alterações no comportamento e nas preferências das pessoas De acordo com uma pesquisa de mercado realizada pela Nielsen hoje, dois terços dos consumidores globais estão dispostos a pagar mais por uma marca sustentável   SAIBA MAIS   Disclaimer O valor do capital investido em instituições de investimento colectivo pode flutuar, em função da avaliação dos activos que integram o seu património, e mesmo não permitir recuperar o montante inicialmente investido. Alterações das taxas de câmbio entre divisas podem afectar o valor do investimento. As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura porque o valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). As rendibilidades apresentadas não incluem qualquer comissão de subscrição ou de resgate e estão líquidas de todas as comissões inerentes à instituição de investimento colectivo. As rendibilidades divulgadas para prazos superiores a 1 ano só seriam obtidas caso o investimento tivesse sido feito durante a totalidade do período de referência. Às rendibilidades obtidas nas instituições de investimento colectivo de sociedades gestoras internacionais ainda será retido na fonte à taxa em vigor sobre as mais valias realizadas aquando do resgate. Os prospectos e notas informativas complementares das instituições de investimento colectivo estão disponíveis, para consulta, em www.bancoinvest.pt ou aos balcões do Banco Invest, S.A. Para o cálculo das rendibilidades são usadas as seguintes datas: - Data final: data da última cotação, de acordo com o indicado; - Data inicial: - 3 Meses: mesma data, há três meses; - Ano Corrente: 31 de Dezembro do ano anterior, ou dia útil imediatamente anterior; - 1 Ano: mesma data, no último ano; - 3 Anos: mesma data, há três anos; - 5 Anos: mesma data, há cinco anos; Para rendibilidades referentes a anos civis inteiros (2017, por exemplo), será usada como data final o dia 31 de Dezembro desse ano e como data inicial o dia 31 de Dezembro do ano anterior. No caso de a data indicada não corresponder a um dia útil, será utilizado o dia útil imediatamente anterior. O Banco Invest recebe da Sociedade Gestora uma percentagem da comissão de gestão dos fundos de investimento (e/ou de distribuição, quando aplicável), de forma a suportar os serviços prestados aos seus clientes, designadamente: - Disponibilização de ferramentas online que permitem a pesquisa, análise e comparação de fundos de investimento; - Custos de transacção, liquidação e custódia das unidades de participação/acções dos fundos de investimentos; - Divulgação de informação sobre eventos relativos aos fundos de investimento (dividendos, conversões, fusões, aquisições e liquidações); - Divulgação e actualização das cotações diárias e das rendibilidades dos fundos de investimento; - Custos inerentes à actividade geral de distribuição dos fundos de investimento (recursos humanos, infra-estruturas, tecnologia, fornecedores, documentação legal, taxas de supervisão, etc).
14.01.2020 14:33
INVEST OUTLOOK
Resumo 2019
O ano de 2019 foi um ano de clara recuperação face às perdas registadas em 2018 nas diferentes classes de ativos. Se em 2018 não existiu practicamente nenhuma classe de ativos em terreno positivo, devido principalmente a um último trimestre bastante negativo, em 2019 a narrativa mudou por completo, com ganhos na generalidade das classes de ativos analisadas e, nalguns casos, com valorizações muito expressivas.  Num contexto de abrandamento económico global, os ganhos nos mercados financeiros foram catapultados, sobretudo, pela acção proactiva dos Bancos Centrais, em particular da Reserva Federal (FED), e pelo desanuviamento de alguns factores de risco, como por exemplo a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o acordo entre o Reino Unido e a União Europeia, no sentido de um Brexit ordenado. Fonte: Bloomberg. Evolução dos indicadores macroeconómicos  Em 2019, a economia mundial registou a menor taxa de crescimento da última década, desde a crise financeira global. Entre as economias avançadas, o enfraquecimento foi generalizado, afetando as principais economias (Estados Unidos e especialmente a área do euro). A desaceleração da atividade foi ainda mais acentuada nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, China, Índia, México e Rússia, e em algumas economias em dificuldades financeiras e sociais específicas, como a Argentina . Na base do abrandamento registado estiveram, sobretudo, o aumento das barreiras comerciais e a consequente incerteza gerada, que pesaram no sentimento empresarial penalizando o investimento e, em particular, o sector industrial a nível global. De acordo com as últimas estimativas da OCDE, a economia mundial deverá crescer 2,9% em 2019 e 2020, acelerando para os 3,0%, em 2021. Neste contexto, os principais Bancos Centrais retomaram (aumentaram) preventivamente políticas monetárias mais expansionistas, contribuindo para a melhoria do sentimento dos investidores e empresários na segunda metade de 2019, tal como medido pelos índices PMI (Purchasing Managers’ Index). Fonte: Bloomberg. Estados Unidos "A economia norte-americana registou um crescimento de 2,1% no terceiro trimestre do ano, em termos homólogos." A economia norte-americana cresceu 2,1% no terceiro trimestre de 2019, mais 0,1 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior (taxa anualizada). Em termos homólogos, o Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento de 2,1%, diminuindo face aos dois trimestres anteriores (2,7% e 2,3% no primeiro e segundo trimestres do ano, respectivamente). A actual expansão económica dos Estados Unidos é já a mais longa desde que há registo, mas está a abrandar, em larga medida, devido às tensões comerciais com a China e aumento das tarifas sobre as importações de vários produtos, e à diminuição da actividade industrial. Porém, o sector dos serviços e o emprego mantiveram-se ao longo do ano relativamente resilientes, suportando o consumo privado, um importante motor da economia norte-americana. A taxa de desemprego terminou o ano nos 3,5%, no valor mínimo desde 1969 e muito abaixo da média de 5,7% desde 1948. A taxa de participação no mercado de trabalho mantém-se estável nos 63,2% e ligeiramente acima da média de longo prazo (62,9%).   - Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg. Reflectindo o bom momento do mercado de trabalho, incluindo um crescimento dos salários de 2,8% em termos anuais, a taxa de inflação registou uma ligeira subida durante o último trimestre, encerrando o ano nos 2,1% (Novembro). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação core situa-se nos 2,3%, abaixo do máximo de 2,4% registado durante o Verão passado. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia norte-americana deverá apresentar um crescimento do PIB de 2,3% em 2019 (2,9% em 2018) e registar uma subida anual de 2,0% em 2020 e 2021. A taxa de inflação é antecipada permanecer estabilizada nos 2,2%, assim como o desemprego nos 3,5%.   - Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Zona Euro "O PIB da Zona Euro cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2019, face ao mesmo período do ano passado." O PIB da Zona Euro cresceu 0,2% em cadeia no terceiro trimestre de 2019, um valor idêntico ao registado no trimestre anterior. Em termos homólogos, a taxa de crescimento anual manteve-se nos 1,2%. Deste modo, o crescimento da Zona Euro mantém-se particularmente reduzido e, de acordo com as estimativas da OCDE, com baixas perspectivas de melhoria nos próximos dois anos. A fraca procura externa, as tensões comerciais e a incerteza política (eg, Brexit, Itália) continuam a pesar no investimento e na actividade industrial, apesar das condições monetárias manterem-se acomodatícias.  Com efeito, a manutenção da taxa de inflação em torno dos 1% levou o Banco Central Europeu (BCE) a cortar novamente as taxas de juro, embora não deixando de chamar a atenção para a necessidade dos governos aumentarem o investimento público, no sentido de revitalizar a actividade económica e os preços. - Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   O sector industrial europeu foi o que mais se ressentiu das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, tal como espelhado na queda do índice PMI Manufacturing abaixo dos 50 pontos, zona onde se manteve todo o ano (46,3 pontos, em Dezembro). Por sua vez, o sector dos Serviços manteve-se resiliente, com o índice PMI a encerrar o ano nos 52,8 pontos e a suportar, em larga medida, o mercado de trabalho. A taxa de desemprego terminou o ano nos 7,5% (Novembro), o valor mais baixo desde 2008. Entre as maiores economias do Euro, a Alemanha regista a menor taxa de desemprego (3,1%) enquanto as maiores taxas são observadas em França (8,4%), Itália (9,7%) e Espanha (14,1%).  Por sua vez, a taxa de inflação terminou 2019 nos 1,3%, recuperando do mínimo de 0,7% registado em Outubro passado. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se igualmente nos 1,3%, no máximo do ano. De acordo com a OCDE, a economia da Zona Euro deverá crescer 1,2% em 2019 (1,9%, em 2018), e 1,1% e 1,2% em 2020 e 2021, respectivamente. O consumo privado deverá registar crescimentos modestos na ordem dos 1,2%-1,3% até 2021, reflectindo uma maior taxa de poupança (7,2%), num contexto de incertezas várias. A taxa de inflação é esperada manter-se muito baixa, terminando o ano de 2020 nos 1,1% e subindo para 1,4% em 2021. Por seu turno, a taxa de desemprego é antecipada diminuir ao longo de 2020 e 2021, até aos 7,4%. - Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Portugal "A economia nacional cresceu 1,8% no segundo trimestre, em termos homólogos, sem variação face ao trimestre anterior." De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o PIB, em termos homólogos, aumentou 1,9% em volume no 3º trimestre de 2019 (taxa idêntica à do trimestre anterior). A procura interna registou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB semelhante ao observado no 2º trimestre, verificando-se uma aceleração do consumo privado, enquanto o Investimento registou um crescimento menor. O contributo da procura externa líquida manteve-se negativo no 3º trimestre, observando-se uma aceleração das Importações e das Exportações de Bens e Serviços. Comparativamente com o 2º trimestre de 2019, o PIB aumentou 0,3% em termos reais (variação em cadeia de 0,6% no trimestre anterior), refletindo o contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, superior ao registado no 2º trimestre, e o contributo negativo mais intenso da procura externa líquida - Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg e INE. Em termos de inflação, de acordo com o INE, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação média de apenas 0,3% (1,0% no ano anterior). Excluindo os custos com energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média do IPC situou-se em 0,5% em 2019 (0,7% no ano anterior). Por sua vez, a taxa de desemprego, em Outubro passado, situou-se em 6,5%, mantendo-se inalterada em relação à do mês anterior e à de três meses antes, tendo diminuído 0,1 pp relativamente ao valor do mesmo mês de 2018. Comparando com o mês precedente, a população desempregada diminuiu 2,7 mil pessoas (0,8%) e a população empregada diminuiu 3,2 mil pessoas (0,1%). A estimativa provisória da taxa de desemprego de Novembro de 2019 é 6,7%, valor superior em 0,2 pp ao do mês anterior. - Contas Nacionais - óptica da despesa Fonte: INE. Em termos de contas públicas, segundo a Direcção Geral do Orçamento (DGO), as Administrações Públicas registaram um saldo orçamental de 546 milhões de euros no final do mês de Novembro de 2019, o que reflete uma melhoria de 1,1 mil milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior (-585,3 milhões de euros). O saldo primário situou-se em 8,3 mil milhões de euros, mais 891 milhões de euros do que em Novembro de 2018. A evolução registada resultou do aumento da receita (4,5%), superior ao verificado na despesa (3%). A receita fiscal apresentou um crescimento de 3,5%, e contribuiu com 2,1 pp para a evolução registada, refletindo, essencialmente, o aumento das receitas do IVA, ISP e IRS. O aumento da despesa deveu-se, principalmente, ao crescimento das transferências correntes (3,3% e contributo de 1,4 pp) e das despesas com o pessoal (4,7% e contributo de 1,1 pp). No final do terceiro trimestre de 2019, de acordo com a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), o stock de dívida directa do Estado ascendia a 246,8 mil milhões de euros, cerca de 118% do PIB, rácio que mantém uma trajectória descendente desde meados de 2016, quando atingiu os 128,5%. - Portugal: Dívida Directa do Estado Fonte: INE, IGCP. Valores em milhares de milhão Países Emergentes "A economia chinesa continua a mostrar sinais de abrandamento, penalizada pelas tensões comerciais dos Estados-Unidos. Por sua vez, países como a India, Rússia e o Brasil, deverão registar uma acelaração nas respectivas taxas de crescimento." A economia chinesa registou um crescimento de 1,5% no terceiro trimestre de 2019. Em termos anuais, a economia cresceu 6,0% relativamente ao mesmo período do ano anterior, o valor mais baixo desde 1992, penalizada pela persistência das tensões comerciais com os Estados Unidos, diminuição da procura global e aumento do endividamento dos governos locais chineses. As condições monetárias melhoraram recentemente, com a diminuição das reservas mínimas para o sector bancário e a redução das taxas de juro para empréstimos de médio prazo. No mesmo sentido positivo, a política fiscal mantém-se favorável ao consumo, após o corte de alguns impostos, e ao investimento em infraestruturas. Ainda assim, de acordo com a OCDE, a economia chinesa deverá manter a trajectória de abrandamento do ritmo de crescimento dos últimos anos, com uma variação de 5,7% em 2020 (6,2%, em 2019). A India registou um abrandamento significativo em 2019. Após um crescimento de 6,8% em 2018, a economia indiana é esperada crescer 5,8% em 2019, recuperando para os 6,2% em 2020, de acordo com a OCDE. Com efeito, uma vez reduzida a incerteza política, com a reeleição do primeiro-ministro Modi em Maio passado, os recentes cortes de impostos deverão impulsionar o investimento e o consumo privado. Contudo, menos positiva tem sido a evolução da taxa de inflação, que subiu para os 7,35% em Dezembro. Considerando que o objectivo do banco central para taxa de inflação se situa nos 4%, a manter-se esta subida dos preços tal poderá significar uma menor capacidade para continuar a baixar as taxas de juro (actual 5,15%). - Economias BRIC Fonte: Bloomberg. Na Rússia, a economia registou um crescimento de 0,8% no terceiro trimestre de 2019. Em termos homólogos a economia russa continuou a evidenciar sinais de recuperação, com uma subida de 1,7% face ao igual período de 2018, face aos 0,9% registados no trimestre anterior. A taxa de inflação caiu para os 3%, em Dezembro, o valor mais baixo desde Julho de 2018, e a taxa de desemprego manteve-se inalterada no 4,6% (Novembro). Face à evolução recente da inflação, o Banco da Rússia cortou as taxas de juro em Dezembro, para os 6,25%, sinalizando mais cortes durante o primeiro semestre de 2020, citando a expectativa de manutenção de uma trajectória descendente para a taxa de inflação. Por fim, no Brasil a economia está a recuperar gradualmente. No terceiro trimestre, o PIB cresceu 0,6%, mais 0,1 pp do que no trimestre anterior e o valor trimestral mais alto desde o primeiro trimestre de 2018. Em termos anuais, a taxa de crescimento do PIB situa-se nos 1,2%, evidenciando alguma recuperação assente no consumo interno. A confiança dos agentes económicos tem melhorado, após a aprovação recente de um pacote de reformas pelo Congresso. A taxa de inflação terminou 2019 nos 4,3%, o valor mais alto desde Maio passado, impulsionada, sobretudo, pelos preços da alimentação e bebidas (6,4%), transportes (3,6%) e saúde (5,4%). A taxa de desemprego mantém-se elevada, nos 11,2%, embora com uma tendência decrescente desde o final do primeiro trimestre de 2019 (12,7%).   Paulo Monteiro Redigido em 15 de Janeiro de 2020 Evolução dos mercados financeiros O ano de 2019 foi um ano de clara recuperação face às perdas registadas em 2018 nas diferentes classes de ativos. Se em 2018 não existiu practicamente nenhuma classe de ativos em terreno positivo, devido principalmente a um último trimestre bastante negativo, em 2019 a narrativa mudou por completo, com ganhos na generalidade das classes de ativos analisadas e, nalguns casos, com valorizações muito expressivas.  Num contexto de abrandamento económico global, os ganhos nos mercados financeiros foram catapultados, sobretudo, pela acção proactiva dos Bancos Centrais, em particular da Reserva Federal (FED), e pelo desanuviamento de alguns factores de risco, como por exemplo a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o acordo entre o Reino Unido e a União Europeia, no sentido de um Brexit ordenado. Do ponto de vista fundamental, nos mercados accionistas os ganhos foram obtidos à custa da expansão dos múltiplos de avaliação, considerando o fraco crescimento de resultados esperado para 2019, e suportados pela descida das yields das obrigações da dívida pública. Nos mercados de dívida privada, o ano foi igualmente de ganhos assinaláveis, tanto no segmento de Investment Grade como High Yield, num contexto de forte diminuição dos spreads de crédito e suporte dos Bancos Centrais. Face ao exposto, o MSCI World, o índice accionista global, ganhou cerca de 27% no ano (em USD), o melhor resultado desde 2009. Nas outras classes de ativos os ganhos foram igualmente expressivos: nas obrigações o High Yield Global valorizou 13% (em USD) e o segmento Investment Grade global valorizou 7% (em USD). Entre as commodities, destaque para a recuperação da cotação do petróleo WTI (35%), aproximando-se do preço médio dos últimos anos e reflectindo também o aumento da instabilidade no Médio Oriente. Por sua vez, a cotação do Ouro subiu 18% (em USD), suportada pela maior procura por activos ‘risk-off’. Fonte: Bloomberg.   Mercados Accionistas Após um ano de 2018 volátil e particularmente difícil no quarto trimestre, os principais mercados accionistas atingiram novos máximos em 2019, apesar de pequenas correcções ao longo do ano. No início do ano os focos dos investidores estavam apontados para a Europa, não apenas devido ao risco de um Brexit sem acordo como também devido à tensão entre o governo italiano e a Comissão Europeia, e para a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Porém, ao longo do ano, o risco de um hard Brexit foi gradualmente diminuindo e, em Itália, o novo governo adoptou uma posição menos conflituosa face à União Europeia. No outro lado do Atlântico, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China condicionou o sentimento dos investidores ao longo do ano, mas o corte de taxas de juro pela FED reduziu os receios de recessão económica. - Mercados Accionistas versus Volatilidade Fonte: Bloomberg. Assim, nos Estados Unidos os índices S&P-500 e Nasdaq-100 valorizaram 28,9% e 38%, respectivamente, encerrando o ano muito perto dos valores máximos do ano. Na Europa, os índices alemão (DAX-30) e francês (CAC-40) subiram 25,5% e 26,4%. Destaque também para o índice italiano (FTSE-MIB), que recuperou das perdas acentuadas de 2018, após a convergência com algumas das métricas que tinham sido impostas pela União Europeia. Já Espanha e Portugal, apesar das subidas, ficaram abaixo da valorização média europeia, penalizados pela instabilidade política em Espanha e fraca liquidez no mercado nacional, respectivamente.  Entre os mercados emergentes, destaque para o índice brasileiro Ibovespa com uma subida acima de 30%, descontando a perspectiva de menos intervencionismo estatal na economia com o governo do Presidente Bolsonaro, e a para a recuperação do mercado chinês, que tinha sido muito fustigado em 2018 devido à guerra comercial com os Estados Unidos.   - Evolução dos Mercados Accionistas Mundiais Fonte: Bloomberg. O mercado nacional teve uma valorização de cerca de 10%, o que não foi suficiente para cobrir as perdas de 2018 (-12,2%).  Pela positiva, destacaram-se as acções da Jerónimo Martins, com uma valorização superior a 40% (-36,2%, em 2018), com os resultados além-fronteiras a serem os principais drivers da subida. Com efeito, na Polónia os resultados subiram e o governo Polaco não avançou com o imposto sobre retalhistas que estava em equação, e na Colômbia a empresa reforçou a sua presença com abertura de mais lojas. A Pharol SPGS pelo contrário teve uma desvalorização de 39%, com a incerteza sobre o grupo de administradores a pressionar negativamente. Destaque ainda para a forte subida das acções dos CTT, no último trimestre do ano (+50%), devido à recuperação de resultados da empresa e de uma diminuição generalizada das posições curtas por parte de Hedge Funds, que contam atualmente com posições curtas de cerca de 3,33% do capital bolsista da empresa (dois Hedge Funds), reduzindo de 5,7% em finais de Agosto (sete Hedge funds). - Maiores e menores subidas do PSI-20 Fonte: Bloomberg. Sectorialmente, a nível global (medido pelos índices MSCI World) a indústria tecnológica foi a que mais subiu, com uma valorização na casa dos 46%. Por sua vez, o sector financeiro, que tem sido um sector muito fustigado devido ao actual contexto de taxas de juro muito baixas (e negativas na Zona Euro), concorrência crescente das fintechs e aumento da regulamentação registou uma recuperação de 22%. - Evolução Sectorial (Global) Fonte: Bloomberg, Índices MSCI World. Moeda: USD. Mercados Cambiais "Em 2019, o euro depreciou-se 4,9% face a libra esterlina." Em 2019, o USD continuou a sua trajetória de apreciação face aos demais pares, mantendo assim a tendência de 2018 e suportado pelo maior crescimento da economia americana em comparação com as demais economias desenvolvidas.  No entanto, no último trimestre do ano, o Dollar Index teve uma desvalorização de mais de 3%, após novo corte de taxas de juro pela FED e consequente diminuição do diferencial de taxas de juro. O EUR depreciou face a todos os seus principais pares (USD, GBP e JPY), em larga medida devido a indicadores económicos desapontantes e pela expectativa da ‘perpetuação’ do Quantitative Easing (QE) por parte do Banco Central Europeu (BCE) e de taxas de juro baixas por mais um longo período de tempo. O par face ao qual o EUR se depreciou mais foi o GBP, após a diminuição dos receios quanto à possibilidade de um Brexit sem acordo. - Evolução do Euro e do Dollar Index Spot Fonte: Bloomberg, Taxas de Juro "Nos Estados-Unidos, a FED cortou a taxa de juro para o intervalo 1,50%-1,75%." Ao contrário do esperado no final do ano de 2018, nos Estados Unidos a FED cortou por três vezes a taxa de juro, do intervalo 2,25%-2,50% para o actual 1,50%-1,75%. Na base da inversão de política monetária esteve o abrandamento da economia mundial, incluindo a norte-americana, face à redução do comércio internacional provocada pela guerra comercial com a China. Neste sentido, a FED optou por actuar preventivamente, não só baixando as taxas de juro, como voltando a aumentar o seu balanço, injectando liquidez no mercado interbancário. Pelo caminho, ficaram as dúvidas quanto à independência de Jerome Powell (presidente da FED) face às pressões de Donald Trump para a adopção de uma política monetária mais acomodatícia. Assim, a taxa Libor teve uma descida de 9 bp no ano, terminando o ano nos 1,91%. As taxas swap a 5 e 10 anos terminaram o ano com 1,73% e 1,90% descendo no ano 84 bp e 81 bp respetivamente. - Evolução das Taxas de Juro - USD Fonte: Bloomberg, Por sua vez na Zona Euro, tal como a FED, também o BCE retomou um discurso mais dovish, prolongando a compra de títulos, face ao arrefecimento sentido nas principais economias europeias, nomeadamente na alemã, e a persistência de uma taxa de inflação muito abaixo do objectivo dos 2%. No mercado monetário a taxa Euribor caiu no ano 87 bp fixando-se em -0,32%, mantendo assim a sua trajetória descendente. Nos prazos mais longos as taxas swap a 5 e 10 anos terminaram o ano em -0,11% e 0,21%, o que significa uma descida anual de 23 bp e de 60 bp, respectivamente. - Evolução das Taxas de Juro - EUR Fonte: Bloomberg, Dívida Pública Nos Estados Unidos, as yields dos Treasuries a 10 anos terminaram o ano nos 1,88%, menos 84 bp que no final de 2018. Por sua vez, os Treasuries a 2 anos terminaram o ano nos 1,59%, menos 30bp relativamente ao ano anterior. Deste modo, a diferença entre as duas maturidades terminou 2019 nos 29 bp, reduzindo os receios quanto à possibilidade de uma recessão económica iminente, tal como chegou a ser antecipado no Verão passado, quando este diferencial entrou (momentaneamente) em território negativo. Contudo, tal como referido atrás, a FED, de forma preventiva, cortou a taxa de juro directora, visando a dinamização da actividade económica e o ‘steepening’ da yield curve. Por sua vez, na Zona Euro a yield dos Bunds a 10 anos terminou o ano nos -0,26%, bem acima do mínimo de -0,71%, registado em Agosto. O ano de 2019 ficou marcado pela aceleração do movimento descendente das yields de longo prazo na Zona Euro e entrada clara em território negativo. Ainda assim, ao longo do segundo semestre, as yields a 10 anos recuperaram alguma normalidade, com a perspectiva de estabilização da actividade industrial na Zona Euro. - Dívida Pública core - yields a 10 anos Fonte: Bloomberg, Relativamente à dívida europeia periférica, 2019 foi um ano igualmente de recuperação. Os spreads dos países periféricos baixaram face à Alemanha, o que aconteceu apesar das yields alemãs terem baixado. Num contexto de descida das yields e procura por alternativas com maior rendibilidade, a dívida dos países periféricos registou uma forte procura, ao que não terá sido alheia a diminuição do risco político, nomeadamente em Itália e Grécia, com governos mais pró-europeus. Em Portugal, a recuperação recente da economia e a percepção de um baixo risco político permitiu reduzir o prémio de risco face à Alemanha dos 77 bp para os 38 bp, e o diferencial face à Espanha, dos 12 bp para os -3 bp, na maturidade de 10 anos, ano longo de 2019 - Zona Euro Fonte: Bloomberg, Matérias-Primas As matérias-primas registaram, em média, uma valorização de 10% em 2019, medida pelo índice S&P GSCI em USD. Para esta recuperação, contribuíram, essencialmente, a subida dos preços do barril de petróleo (+35%), com o aumentar das tensões geopolíticas e o corte da produção pelos países da OPEP, e a subida da cotação do Ouro em 18%, impulsionada pela procura de activos de refúgio, num contexto de persitência de vários factores de risco. Pelo contrário, os Metais Industriais apenas subiram 2%, penalizados pelo abrandamento económico global, e os Produtos Agrícolas subiram, em média, 5%, ambos em USD. - Evolução das Commodities Fonte: Bloomberg, Luís Neto Redigido em 15 de Janeiro de 2020 Disclaimer A A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest. As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
14.01.2020 09:24
Análise Técnica
Eurostoxx50 | USD/JPY
Eurostoxx50 @ 3748 A divergência negativa no gráfico diário continua a obrigar a cautelas. Mantemos para já um "bias" neutro, mas estamos atentos à reacção do preço na linha de tendência ascendente e principalmente aos 3709. A quebra desta zona abre espaço a uma correcção mais pronunciada que teria como 1º objectivo o intervalo 3522/90. Quando olhamos para o gráfico diário, vemos que a sessão de hoje ameaça novamente quebrar a exponencial das 200 horas. Na última tentativa o preço reconquistou o suporte. A reacção de hoje pode ditar um desfecho diferente. Estaremos atentos a esta exponencial (neste momento na zona dos 3265) e aos 3775 como resistências. O suporte a monitorizar, conforme referido, 3709. USD/JPY @ 109.93 O par quebrou em alta a resistência que estávamos a monitorizar e que servia de suporte à ideia técnica que temos defendido. A quebra não invalidou a divergência negativa no gráfico diário. Alertamos para o facto de esta divergência ser mais forte do que a que ditou o topo em 2019. O gráfico horário reforça a nossa ideia, podemos estar perante uma “bull trap”. Esta ideia é válida se o par não quebrar os máximos feitos hoje (110.2125). Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (109.93), com um “stop loss” nos 110.23. Como objectivo, os 108.73. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
13.01.2020 09:40
Análise Técnica
Update: AUD/NZD
AUD/NZD @ 1.0412 O par continua o movimento ascendente, estando a consolidar acima dos 1.04. Mantemos o objectivo nos 1.0460, mas sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.04 se o preço fizer novos máximos relativos de curto prazo (acima dos 1.041525). Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0353 O MACD confirmou a inversão em alta nos 1.0340 (tendo inclusive desenhado uma divergência positiva depois da nossa entrada). Mantemos o objectivo inicial (1.0460) e sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” se o par testar a exponencial das 200 horas (para hoje na zona dos 1.0389). Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.12.2019 11:16
ChartBook Forex
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ChartBook EUR Macro
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16.12.2019 11:15
ChartBook PMI
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ChartBook US Macro
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ChartBook Commodities
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16.12.2019 11:09
ChartBook Sectores
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13.12.2019 09:39
Masterlist Portugal
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A última semana do mês de Janeiro será repleta de eventos desde reuniões de política monetária de bancos centrais: Reserva Federal (dia 29) e Banco de Inglaterra (dia 30) até à apresentação de resultados empresariais, com destaque para as tecnológicas norte-americanas: Apple (dia 28), Facebook (dia 29), Microsoft (dia 30), Amazon.com (dia 30) Estes são os principais eventos: Segunda-feira, 27 de Janeiro 2020 • Bolsas chinesas encerradas até dia 30 devido ao Ano Novo Chinês • 09h00: Indicador IFO Alemanha (Jan) • 09h00: Discurso de Centeno sobre Orçamento 2020 • 15h00: Vendas de Casas Novas EUA (Dez)  • Resultados Empresariais EUA: Juniper Networks (DF) Terça-feira, 28 de Janeiro 2020 • 08h00: Taxa de Desemprego Espanha (4.º Tri) • 13h30: Encomendas de Bens Duradouros EUA (Dez) • 15h00: Confiança do Consumidor EUA (Jan) • Resultados Empresariais Europa: Bankia (AA), Christian Dior, LVMH (DF), Philips, SAP • Resultados Empresariais EUA: Apple, Ebay, Harley-Davidson (AA), Lockheed Martin, 3M, Pfizer (AA), Starbucks (DF), United Technologies (AA) Quarta-feira, 29 de Janeiro 2020 • 15h00: Vendas de Casas Pendentes EUA (Dez) • 15h30: Inventários de Crude EUA • 19h00: Decisão da taxa de juro pela Reserva Federal EUA • 19h30: Discurso de Powell, presidente da Fed • Resultados Empresariais Europa: Banco Santander, Galp Energia (AA), KPN, Novartis • Resultados Empresariais EUA: AT&T (AA), Boeing (AA), General Electric (AA), Mastercard (AA), McDonald's (AA), Mondelez, Facebook (DF), Paypal, Visa, Tesla Quinta-feira, 30 de Janeiro 2020 • 10h00: Indicadores de Confiança Zona Euro (Jan) • 12h00: Decisão da taxa de juro pelo Banco de Inglaterra • 13h00: Inflação Alemanha (Jan) • 13h30: PIB Alemanha (4.º Tri) • 13h30: Pedidos de Subsídio Desemprego EUA • Resultados Empresariais Europa: BT Group (07h00), Deutsche Bank, Diageo, Hennes & Mauritz (07h00), Ferrari, Royal Dutch Shell (07h00), Roche (AA), Swatch, Unilever, Volvo • Resultados Empresariais EUA: Amazon.com, Biogen (AA), Electronic Arts, Eli Lilly, Altria, Microsoft, Verizon (13h30) Sexta-feira, 31 de Janeiro 2020 • Data fixada para para a saída do Reino Unido da União Europeia • 01h00: PMI China (Jan) • PIB: França (06h30), Espanha (08h00), Itália (09h00), Zona Euro (10h00) • Inflação: França (07h45), Espanha (08h00), Portugal (09h30), Zona Euro (10h00), EUA (13h30) • Resultados Empresariais Europa: BBVA, Caixabank, Aon, Banco Sabadell (08h00) • Resultados Empresariais EUA: Caterpillar (11h30), Colgate-Palmolive, Chevron, Exxon Mobil Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo:  Agenda Semanal - 27 a 31 de Janeiro 2020 Para consultar os resultados empresariais, aceda ao link abaixo:  Resultados Empresariais - 27 a 31 de Janeiro 2020
O mundo do consumo de música mudou radicalmente nos últimos anos. A Spotify, é já há vários anos, o número um com 113 milhões de subscritores mas a concorrência cresce a olhos vistos. Inicialmente a ameaça foi da Apple Music em 2015. No entanto, a Amazon Music também está no mercado e já tem 55 milhões de subscritores, quase tanto como os 60 milhões da Apple. A estratégia da Amazon destaca-se, em alguns países, por oferecer vários pacotes que se ajustam a praticamente todos os consumidores.  Para 2020, a empresa conta manter a tendência de crescimento. Se conseguir tal feito registado em 2019, em breve poderemos ver a Amazon Music acima da Apple.  
A fabricante de processadores disparou mais de 7% para um máximo de 19 anos, depois de ter divulgado uma previsão de lucros acima do esperado inicialmente para este ano, sinalizando uma forte procura no sector.  Para o ano de 2020 a empresa prevê receitas em torno dos $73,5 mil mn vs. $70,98 mil mn estimados. A Intel disse que os lucros ajustados por acção do 4.º trimestre subiram para $1,52, superando as previsões dos analistas de $1,25 por acção. As vendas subiram 8% para $20,21 mil mn, ultrapassando os $19,23 mil mn esperados pelos analistas. As vendas da Intel nos trimestres mais recentes têm beneficiado da forte procura por serviços de "cloud", uma vez que as empresas estão a deixar de comprar servidores próprios e passaram a confiar o armazenamento de dados e a potência de processamento a terceiros.
As acções do maior banco alemão em activos totais já valorizam 13,36% desde o início de 2020, ultrapassando todos os outros bancos europeus. As acções do Deutsche Bank também já recuperou das quedas desde do anúncio do fim das negociações para a fusão com o Commerzbank.
Segundo um inquérito da Goldman Sachs, realizado numa conferência em Hong Kong esta semana, 70% dos inquiridos prevêem uma subida de mais de 5% para as acções este ano. 50% dos inquiridos acredita que sector que deverá valorizar mais em 2020 será o tecnológico (vs. 32% no ano passado).
O Ano Novo chinês começa no primeiro dia em que a Lua está na fase de lua nova. Ou seja, em 2020, o início do ano ocorre oficialmente a 25 de Janeiro, quando começa o Ano do Rato que só vai terminar a 11 de Fevereiro de 2021. Na China e Taiwan, o feriado é celebrado este ano a 24 de Janeiro com as suas bolsas encerradas hoje e até dia 30 de Janeiro. Em relação ao Hong Kong só é feriado nacional amanhã e a bolsa de valores fecha nos dias 27 e 28 de Janeiro. Infelizmente, este ano as festividades de Ano Novo foram canceladas como prevenção devido ao corunavírus com a proibição da entrada e saída de três cidades - Wuhan (11 milhões de habitantes), Huanggang (7,5 milhões) e Ezhou (um milhão).
O índice STOXX 600 tocou hoje em máximos recorde depois da divulgação dos dados do índice PMI na Zona Euro. O índice PMI composto da Zona Euro, que engloba os sectores industrial e de serviços, manteve-se estável em 50,9 no mês de Janeiro, segundo IHS Markit. O PMI industrial subiu de 47,5 em Dezembro para 49,8 em Janeiro, superando o esperado pelos economistas de 48,8. Já o PMI de serviços desceu de 52,80 para 52,20 em Janeiro. Em relação à Alemanha, o índice PMI industrial atingiu máximos desde Fevereiro 2019 e o dos serviços registou o nível mais elevado desde Agosto 2019.
As bolsas europeias abriram em alta, depois da Organização Mundial de Saúde ter classificado o surto do coronavírus como uma emergência local, onde 25 pessoas morreram e mais de 800 foram infectadas, mas ainda não no resto do mundo.     Hoje é o último dia do Fórum Económico Mundial em Davos, onde vários membros do Banco Central Europeu deverão discursar, inclusive a presidente do BCE, Christine Lagarde. Aguarda-se também a divulgação dos índices dos gestores de compras (PMI) da IHS Markit, relativos a Janeiro, tanto na Europa, como nos EUA. Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,13% e as praças chinesas encerraram mistas com a Bolsa de Valores de Xangai encerrada devido ao feriado "Festival da Primavera". As bolsas norte-americanas encerraram sem grandes variações, com os investidores mais convencidos de que o coronavírus não seja uma emergência internacional de saúde. A Intel apresentou resultados ontem, após o fecho da sessão, que foram acima das expectativas dos analistas, que levou as acções a valorizaram mais de 5,57% em "after hours". 12% das empresas do índice S&P já reportaram as suas contas trimestrais e 70% superaram as expectativas. Dados Macroeconómicos:  00h30: Índice PMI (Jan)  08h00: Índice de preços ao Produtor (Dez)  08h15: Índice PMI (Jan)  08h30: Índice PMI (Jan)  09h00: Índice PMI (Jan)  09h30: Índice PMI (Jan)  14h45: Índice PMI (Jan) Eventos:  Bolsa de Valores de Xangai encerrada devido ao feriado "Festival da Primavera"  09h30: Discursos de Villeroy e Knot, membros do BCE  10h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE em Davos Resultados Empresariais:  Ericsson (06h00), Castellum (07h00)  American Express (AA) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  CMVM reduz deveres de reporte das cotadas  Luanda Leaks: Gestores ligados a Isabel dos Santos saem da Nos e BFA  Orçamento: PSD avança com proposta de redução do IVA da luz  Défice do SNS baixou para 621 milhões  Hotelaria dá novo recorde ao sector do imobiliário  "Coruja" Lagarde inicia revisão do BE à caça de consensos  Atletas do Sporting são tratados por médicos da clínica de Varandas  Luanda Leaks: Autoridades portuguesas vão investigar suspeitas de branqueamento  Lagarde quer ligar as taxas de juro do BCE às alterações climáticas   Isabel dos Santos saiu de Portugal à hora da reunião entre procuradores  Operadoras limitam valor do leilão do 5G a cem milhões cada  ANA pode rejeitar solução de pista no Montijo proposta pelo regulador  Novo vírus. Macau e Hong Kong com economia afectada  Precisamos da Engie para o 'offshore'. No resto já somos líderes - António Mexia"
Os Estados Unidos exportam três vezes mais produtos à União Europeia do que a China, logo, a Europa é muito menos vulnerável às tarifas dos EUA. Exportações dos Estados Unidos:  • UE: $335,8 mil mn • Canadá: $292,4 mil mn • México: $256,8 mil mn • China: $106,9 mil mn • Japão: $74,7 mil mn
Estes são os principais destaques: • JetBlue (JBLU): Resultados acima do esperado - EPS: $0,56 vs. $0,55 Est. - Receitas: $2,03 mil mn vs. $2 mil mn Est. • Paypal (PYPL)/Mastercard (MA)/Western Union (WU): Morgan Stanley reviu em alta o sector de serviços de pagamento. • Kimberly-Clark (KMB): Lucros superam estimativas - EPS: $1,71 vs. $1,70 Est. - Receitas: $4,58 mil mn vs. $4,58 mil mn Est. • American Airlines (AAL): Lucro aquém das previsões - EPS: $1,15 vs. $1,16 Est. - Receitas: $11,31 mil mn vs. $11,33 mil mn Est. • Procter & Gamble (PG): Empresa apresentou resultados mistos com o segmento de fraldas aquém do esperado - EPS: $1,42 vs. $1,37 Est. - Receitas: $18,24 mil mn vs. $18,4 mil mn Est. • Texas Instruments (TXN): Resultados do fabricante de semicondutores superam expectativas no entanto as revisões para o 1º trimestre foram aquém das previsões. EPS de $0,96-$1,14 vs. $1,04 estimados e receitas entre $3,12 mil mn-$3,38 mil mn vs. $3,20 mil mn previstos. - EPS: $1,12 vs. $1,01 Est. - Receitas: $3,35 mil mn vs. $3,25 mil mn Est. • Comcast (CMCSA): Os resultados superaram as estimativas e aumentou o seu dividendo em 10% para $0,92 - EPS: $0,79 vs. $0,77 Est. - Receitas: $28,4 mil mn vs. $28,2 mil mn Est. • Travelers Companies (TRV) - EPS: $3,32 vs. $3,23 Est. - Receitas: $8,06 mil mn vs. $8 mil mn Est.
A primeira reunião do BCE em 2020, terminou sem alterações à política monetária com a taxa directora a 0%, taxa de depósito a -0,50% e programa de compras de €20 mil mn por mês até ser necessário. O Conselho do BCE decidiu ainda lançar um reexame da estratégia de política monetária do BCE que tenha em consideração três aspectos: os efeitos das “mudanças climáticas”, “as enormes mudanças tecnológicas” e também “as desigualdades” que afectam as economias do euro. Lagarde avisou ainda que embora “o crescimento do emprego e o aumento dos salários continuem em curso e a apoiar a resiliência da economia”, já há sinais outra vez de “desaceleração” e sinalizou que todas as opções estão em cima da mesa para a abordagem da instituição na recuperação da inflação.
A recomendação das acções do banco espanhol passou de "neutral" para "compra" e o preço-alvo passou de €4,05 para €4,40 por acção. Os analistas da UBS acreditam que os bancos espanhóis estão bem posicionados para um crescimento resiliente na maioria das geografias este ano e que o Santander oferece um padrão de resultados mais robusto devido aos negócios no Brasil e cortes de custos na Europa. UBS admite ainda que o ambiente de fusões e aquisições possam ressurgir este ano. Em relação aos outros bancos espanhóis, a casa de investimento também tem uma recomendação de "compra" para BBVA e Unicaja, "neutral" para Caixabank e "venda" para Bankia e Bankinter.
O Conselho de Governadores do Banco Central Europeu deverá discutir na reunião de hoje a revisão da sua estratégia, sem que se esperem novas decisões de política monetária. Em Setembro de 2019, o BCE anunciou a compra de dívida no valor de €20 mil mn por mês a partir de 01 de Novembro, durante o tempo necessário "para reforçar o impacto expansivo das suas taxas de juro". O BCE também decidiu descer a taxa aplicada à facilidade permanente de depósito para -0,50%, ao mesmo tempo que admitia a possibilidade de baixar de novo as taxas de juro, abandonando qualquer horizonte preciso para as aumentar.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, relançou ontem em Davos, a ameaça norte-americana de imposição de tarifas sobre as importações europeias de automóveis. "É mais difícil negociar com a União Europeia do que com quem quer que seja. (A UE) lucrou com o nosso país durante tantos anos", afirmou Trump numa entrevista à Fox News. "No fim será muito simples porque se não pudermos fazer um acordo comercial (com a UE), deveremos impor uma tarifa de 25% sobre os automóveis (europeus)", adiantou Trump. As acções do sector automóvel estão a negociar hoje em mínimos de três meses. De facto, este sector tem vindo a negociar em contraciclo com o índice DAX 30, desde o início de Outubro de 2019.
A Comissão Nacional de Saúde da China disse que, até à meia-noite de Quarta-feira, tinha contabilizado 571 casos confirmados em 25 províncias e regiões do país. Na Quarta-feira, as autoridades tinham registado 131 novos casos. O período de incubação do vírus pode estender-se até 14 dias. Fora da China continental, foram confirmados casos da doença em Macau, Hong Kong, Taiwan, Coreia do Sul, Japão, Tailândia e Estados Unidos. Segundo o Ministério dos Transportes chinês, o país deve registar um total de três mil milhões de viagens internas durante os próximos 40 dias devido ao Ano Novo Lunar. Segundo o Charles Schwab, o impacto das epidemias mundiais no passado não foi significativo para as bolsas mundiais. 
Invest Trends
Mudanças Climáticas
15.01.2020
Hoje Feriados 2020 Eventos
  • 1
    24
    [cn]Bolsa de Valores de Xangai encerrada devido ao feriado "Festival da Primavera"
    [eu]09h30: Discursos de Villeroy e Knot, membros do BCE
    [eu]10h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE em Davos
    [eu]Resultados Empresariais: Ericsson (06h00), Castellum (07h00)
    [us]Resultados Empresariais: American Express (AA)
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Como poupar durante o Inverno   7 Dicas
24.01.2020 Análise Técnica

Update: USD/JPY

14.01.2020 INVEST OUTLOOK

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24.01.2020 Análise Técnica

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