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02.04.2020 17:34
Invest Outlook
2º Trimestre 2020
A crise de saúde pública provocada pela rápida propagação do novo Coronavírus (Covid-19) terá consequências económicas significativas, reflectindo os fortes choques tanto na oferta como na procura globais. À medida que a doença se alastra e os custos humanos aumentam, as economias mundiais estão, em larga medida, paradas ou em vias de fechar. Na falta de uma vacina para conter o vírus, os países têm tentado limitar a sua propagação, com restrições das viagens, encerramento de escolas e quarentenas de milhões de pessoas, procurando ganhar tempo e diminuir a sobrecarga dos respectivos sistemas de saúde. Assim, a incerteza é grande e o risco de uma crise mais prolongada do que o inicialmente esperado é elevado e, sobretudo, difícil de avaliar e quantificar. Mas, considerando as fortes quedas registadas desde os máximos deste ano, as avaliações dos activos de risco estão agora mais atractivas, numa perspectiva de investimento a médio-longo prazo. As rendibilidades das carteiras nos próximos anos dependerão, em larga medida, das decisões tomadas no presente. A história mostra-nos que períodos como o actual tendem a proporcionar rendibilidades acima da média nos anos seguintes. Outlook Efeitos do Covid-19 na economia mundial  A crise de saúde pública provocada pela rápida propagação do novo Coronavírus (Covid-19) terá consequências económicas significativas, reflectindo os fortes choques tanto na oferta como na procura globais. À medida que a doença se alastra e os custos humanos aumentam, as economias mundiais estão, em larga medida, paradas ou em vias de fechar. Na falta de uma vacina para conter o vírus, os países têm tentado limitar a sua propagação, com restrições das viagens, encerramento de escolas e quarentenas de milhões de pessoas, procurando ganhar tempo e diminuir a sobrecarga dos respectivos sistemas de saúde. A incerteza é ainda muito elevada, mas o impacto económico desta pandemia já é visível nos países mais afectados pelo surto. Na China e Alemanha, por exemplo, a indústria e os serviços registaram quedas abruptas de actividade, em Fevereiro e Março. Embora a queda na indústria seja comparável à verificada no início da crise financeira mundial, o declínio no sector dos serviços é maior agora, reflectindo o grande impacto do necessário distanciamento social. Índices PMI Services Fonte: Bloomberg. Esta crise, que começou com um vírus cuja taxa de mortalidade não é muito elevada mas que se propaga de forma exponencial, provoca uma pressão enorme sobre os sistemas de saúde e origina uma elevada incerteza sob os agentes económicos, com consequências ainda difíceis de quantificar. Do lado da procura, a reacção das pessoas à incerteza é o distanciamento social, aliás fortemente recomendado (e, em alguns casos imposto) pelas autoridades. Tal significa que, por exemplo, a procura por serviços como viagens e lazer está a sofrer uma forte queda. Mas a diminuição da procura não se confina a estes sectores, com o adiamento de várias decisões de consumo, sobretudo, discricionário, porque simplesmente as pessoas estão fechadas em suas casas. Neste sentido, a menor mobilidade significa também que o consumo de petróleo regista uma forte diminuição, espelhada na queda abrupta do preço do barril do petróleo (que, entretanto, a falta de acordo entre a OPEC e a Rússia apenas veio agravar). Do lado da oferta, o choque é igualmente elevado, na medida em que as pessoas não podem ir trabalhar como habitualmente. Muitas estão a trabalhar a partir de casa e outras continuam a deslocar-se aos locais de trabalho, mas tomando medidas de precaução. A contracção da actividade industrial na China teve repercussões por todo o mundo, refletindo o peso actual da economia chinesa nas cadeias de produção e abastecimento mundiais, assim como nos mercados das matérias-primas. A propagação do vírus para as economias europeias e americana está a ter efeitos idênticos em várias indústrias e sectores, embora em menor escala. Deste modo, as perspectivas económicas são, neste momento, extremamente incertas. No início do mês de Março, a OCDE reviu em baixa o crescimento da economia mundial dos 2,9% para os 2,4%. Neste cenário, o crescimento previsto para os PIB dos Estados-Unidos e da Zona Euro eram 1,9% e 0,8%, menos 0,1 e 0,3 pontos percentuais relativamente às estimativas de Novembro de 2019, respectivamente. Para a China, esta instituição baixou de 5,7% para 4,9% a previsão de crescimento em 2020. Estados Unidos "Nos Estados Unidos, o mercado de trabalho evidencia sinais de rápida deterioração, com um aumento acentuado de novos pedidos de emprego." Infelizmente, à data do presente documento, tais previsões encontram-se já desatualizadas. Com efeito, um estudo mais recente da S&P Global (17 de Março) prevê que os Estados Unidos entrem em recessão no segundo trimestre deste ano, com uma contracção de 6% do PIB (após uma queda de 1% no primeiro trimestre). No total de 2020, assumindo uma recuperação de 3%, no terceiro trimestre, e de 5% nos últimos três meses do ano, a economia norte-americana crescerá 0%. No final de Março o índice PMI Manufacturing caiu para os 49,2 pontos, menos 1,5 pontos face ao mês anterior, mas saiu bem acima dos 43,5 pontos esperados pelos analistas. Contudo, apesar da deterioração da actividade industrial ter iniciado no final do ano passado, nos próximos meses deverá agravar-se, considerando as previsões de forte queda do investimento fixo não-residencial no segundo e terceiro trimestres (-8,4% e -6,0%, respectivamente).   - Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego  Fonte: Bloomberg. Ainda de acordo com a S&P Global, o consumo, cuja contribuição para o crescimento do PIB ronda os 70%, deverá cair 1,2% e 8% no primeiro e segundo trimestres, respectivamente. Assumindo que na segunda metade do ano o pior da pandemia já terá passado, o consumo deverá então recuperar 3,0% e 5,5% nos terceiro e quarto trimestres. No total do ano, a instituição prevê um crescimento de 0,03% no consumo. Em linha com estas previsões, o índice PMI Services, relativo a Março, saiu nos 39,1 pontos, abaixo dos 42 pontos esperados pelos analistas, sinalizando a contracção mais rápida desde que há registo. Neste contexto de diminuição abrupta do consumo e queda dos preços do petróleo, a taxa de inflação deverá manter-se estável nos valores actuais e em linha com o descontado pelo mercado (1,7%, de acordo com o USD Inflation Swap Forward 5Y5Y). Outra importante consequência negativa da presente crise de saúde pública, pelas razões já enunciadas, nomeadamente a necessidade de distanciamento social e diminuição geral da actividade económica, é o aumento esperado da taxa de desemprego, sobretudo no sector dos serviços. Em Fevereiro a taxa de desemprego permaneceu nos 3,5%, mas os pedidos de emprego aumentaram para 3,28 milhões no final de Março, deixando antever uma subida do desemprego nos próximos meses.   - Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Numa tentiva de atenuar o impacto da crise sanitária, perto do final do mês, o Congresso aprovou 2.000 milhões de dólares para apoio da economia. Os detalhes ainda não são conhecidos, mas adicionam às medidas de emergência tomadas pela Reserva Federal (FED), incluindo uma injecção de liquidez no mercado, no valor de 4.000 milhões de dólares, através da compra de títulos e consequente aumento do balanço.   Zona Euro "Na Zona Euro, as estimativas dos analistas apontam para uma forte contracção do PIB, em 2020." Na Zona Euro as perspectivas mais recentes não são igualmente tranquilizadoras. De acordo com o Barclays (20 de Março), a economia deverá contrair 2,4% este ano, um valor bem abaixo do crescimento de 0,9% inicialmente previsto. Tal como nos Estados-Unidos, a actividade das economias do Euro, em média, deverão diminuir no primeiro (-0,9%) e no segundo (-3,6%) trimestres, e recuperar lentamente nos trimestres seguintes (1,0% e 1,2%, respectivamente). A recuperação será relativamente lenta em França e Espanha, cujas economias são mais intensivas no sector dos serviços, onde o impacto da crise está a ser mais severo, nomeadamente nos serviços relacionados com o turismo (hotéis, restaurantes, transportes e viagens, por exemplo). Neste sentido parece apontar, em França, o PMI Serviços que caiu dos 52,5 pontos, em Fevereiro, para os 29 pontos (40 pontos esperados). Por sua vez, em Itália, país particularmente castigado pelo Coronavírus, os analistas do Barclays projectam uma queda acumulada de 5,7% no PIB durante o primeiro semestre, seguida de uma recuperação na segunda metade do ano que, ainda assim, não impedirá uma contração de 3,7% em 2020. - Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   No mês de Fevereiro a taxa de inflação fixou-se nos 1,2%. Entretanto, a forte queda das matérias-primas, em particular do petróleo, a diminuição da procura e a perspectiva de aumento do desemprego, pelo menos no curto-prazo, fizeram diminuir as expectativas para taxa de inflação para os 0,7%, de acordo com o descontado pelo EUR Inflation Swap Forward 5Y5Y. Com efeito, a taxa de desemprego, que em Janeiro situou-se nos 7,4%, o valor mais baixo desde Maio de 2008, deverá sofrer um aumento nos próximos meses, pelo menos nos sectores mais afectados pela presente crise, como os relacionados com o turismo, incluindo a aviação, onde lay-offs já começaram a ser anunciados. Pela positiva, e tal como nos Estados-Unidos, os vários governos anunciaram já vários pacotes de estímulos fiscais, visando suportar a economia e potenciar a recuperação. Por exemplo, na Alemanha, o governo anunciou um pacote de vários apoios às empresas:  1) um orçamento suplementar de 156 mil milhões de euros, cerca de 4,5% do PIB, para despesa pública social e 50 mil milhões de euros para apoio à liquidez dos trabalhadores por conta própria; 2) um fundo de 600 mil milhões de euros para apoio às empresas, incluindo 100 mil milhões para a tomada de posições accionistas em empresas e 400 mil milhões de euros para a prestação de garantias em empréstimos. Por sua vez, o governo francês anunciou também vários pacotes de estímulos, incluindo 300 mil milhões de euros em garantias para empréstimos a empresas e 45 mil milhões de euros para apoio aos desempregados e reforço do sistema de saúde. Igualmente muito importante, a Comissão Europeia anunciou a suspensão do limite dos défices públicos ao tecto máximo de 3% do PIB, e o Banco Central Europeu (BCE) decidiu várias medidas de estímulo monetário e apoio às economias: 1) um novo e temporário programa de compra de títulos (Pandemic Emergency Purchase Programme, PEPP), no valor de 750 mil milhões de euros, aumentando, desta forma, o valor total de compras até ao final deste ano para 1.070 mil milhões de euros; 2) o alargamento da pool de activos elegíveis, passando a incluir papel comercial de empresas não-financeiras; e, 3) a redução dos requisitos para os colaterais entregues no âmbito das operações de TLTRO III. - Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Portugal "De acordo com o Banco de Portugal, a economia nacional deverá cair 3,7%, em 2020." A economia nacional registou um crescimento de 0,7%, em cadeia, no último trimestre do ano passado. Em termos anuais, o PIB terá subido, assim, 2,2% em 2019. Por sua vez, a taxa de desemprego terminou o ano nos 6,7%, o valor mais baixo desde o terceiro trimestre de 2003. Porém, tal como nas restantes economias mundiais, o ano de 2020 será bastante mais desafiante em virtude dos recentes desenvolvimentos. Considerando o peso do turismo na economia nacional, na ordem dos 15%, a retração da procura e a necessidade de distanciamento social terão certamente um forte impacto negativo na economia. De acordo com as últimas estimativas do Banco de Portugal, no cenário base, a economia nacional deverá contrair 3,7%, em 2020, e crescer 0,7% e 3,1% em 2021 e 2022, respectivamente. Neste cenário, a taxa de desemprego aumenta dos 6,5%, no final de 2019, para 10,1% este ano. Num cenário mais adverso, o PIB cairá 5,7% este ano, subindo depois 1,4% e 3,4% em 2021 e 2022. Por sua vez, a taxa de desemprego dispara para os 11,7% em 2020, recuperando lentamente para os 8,3%, em 2022. Em resposta a esta situação, o governo anunciou igualmente um pacote de apoios à economia, nomeadamente ao crédito às empresas e reforço das prestações sociais. No total, o montante de apoios ultrapassa os 9 mil milhões de euros, quase 5% do PIB, embora uma parte não corresponda a despesa efectiva do Estado, mas garantias a empréstimos às empresas. - Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg e INE. Países Emergentes "A economia chinesa deverá registar o pior desempenho trimestral desde que existe registo, no primeiro trimestre deste ano." A economia chinesa terá, muito provavelmente, o pior desempenho trimestral desde que existe registo. De acordo com vários analistas, uma contracção de 10% no primeiro trimestre deste ano é “provável”. Desta forma, a previsão inicial de um crescimento em torno dos 6% em 2020, é, neste momento, irrealista. Apesar dos estímulos governamentais anunciados pelas autoridades chinesas, o ritmo da recuperação dependerá também da evolução das restantes economias mundiais, onde a pandemia do Coronavírus ainda não atingiu o pico.  Entretanto, a forte queda do preço do barril do petróleo, após a Rússia e a OPEC não terem chegado a acordo quanto à diminuição da produção, veio agravar a actual crise sanitária global, em particular nos países mais dependentes desta matéria-prima. Aliás, terá sido essa a estratégia da Rússia: ao conseguir tolerar os actuais preços do petróleo por algum tempo, estará a contar com a diminuição da produção provocada por concorrentes que parem as operações por não conseguirem rentabilidade, nomeadamente norte-americanos. Pelo contrário, a queda do preço do petróleo, bem como de outras matérias-primas em geral, deverá impactar mais o Brasil, cuja produção offshore é estimada ter um custo de produção na ordem dos 40 USD.  Este efeito, combinado com o abrandamento da economia induzido pela propagação do COVID-19, deverá, assim, comprometer o crescimento em 2020, inicialmente estimado nos 1,7%. Por sua vez, a Índia é um dos países, tal como a China, que poderá beneficiar com a queda do preço do petróleo. De qualquer forma, este ano, evolução da economia dependerá, em larga medida, do desenvolvimento da crise sanitária. - Economias BRIC Fonte: Bloomberg. Paulo Monteiro Redigido em 31 de Março de 2020 Evolução dos mercados financeiros À data do presente documento, o índice VIX, que mede a volatilidade implícita nas opções sobre o índice S&P-500, e geralmente utilizado como medida de “medo” e incerteza dos investidores, situa-se nos 53,5 pontos, após um máximo de 82,7 pontos, em 16 de Março, e 13,8 pontos no final do ano passado. Simultaneamente, muitos índices bolsistas registam quedas superiores a 20%, desde o início do ano. Nos mercados de obrigações privadas, o repricing do risco foi igualmente dramático. Os spreads de crédito registaram uma subida brutal, reflectindo o aumento das probabilidades de default em virtude do abrandamento económico abrupto que a economia mundial irá registar em 2020 devido à pandemia do Covid-19. Por sua vez, a dívida pública falhou a esperada função de cobertura de risco, com os investidores a recearem o impacto dos estímulos fiscais já anunciados nas contas dos respectivos países uma vez resolvida a presente situação de emergência. A incerteza é grande e o risco de uma crise mais prolongada do que o inicialmente esperado é elevado e, sobretudo, difícil de avaliar e quantificar. Mas, considerando as fortes quedas registadas desde os máximos deste ano, no mínimo, as avaliações dos activos de risco estão agora mais atractivas, numa perspectiva de investimento a médio-longo prazo.   Mercados Accionistas "Os índices S&P-500 e Nasdaq-100 perderam 12,5% e 7,7% em Março, respectivamente." Nos Estados-Unidos, os índices S&P-500 e Nasdaq-100 encerraram o primeiro trimestre com perdas de 20,0% e 10,5%, desde o início do ano, em USD. Tal como referido, as quedas foram acompanhadas pelo o aumento brutal da volatilidade das cotações – em Março, a variação diária média (em termos absolutos) do índice S&P-500 foi de 5,4% o que compara com a média de 0,9% durante os últimos doze meses. - Mercados Accionistas versus Volatilidade Fonte: Bloomberg. "Na Europa, os mercados italiano e espanhol perderam mais de 20%, em Março." Na Europa, o panorama é semelhante. Os índices italiano (FTSE-MIB) e espanhol (IBEX-35) terminaram o trimestre com perdas de 27,5% e 28,9%, fortemente penalizados pela grave crise sanitária com que estes países se deparam. Mais no centro, os mercados alemão e francês perderam em média 26%. Entre mercados emergentes, as perdas foram particularmente violentas no Brasil (Bovespa, -36,9%) e na Índia (Sensex -28,6%), enquanto que o mercado chinês (Shangai Composite) perdeu “apenas” 9,8%. Por sua vez, o índice russo MOEX desvalorizou 17,6%. Em média, os mercados emergentes perderam 23,9%, medidos pelo índice MSCI Emerging, em USD.   - Evolução dos Mercados Accionistas Mundiais Fonte: Bloomberg. Em Portugal, o índice PSI20 perdeu 21,95%. As perdas foram lideradas pelas acções do BCP (-49,5%), Sonae Capital (-46,8%), Semapa (-43,5%), Mota Engil (-41,2%) e Ibersol (-40,5%). Entre os melhores desempenhos relativos estiveram as acções da Jerónimo Martins (+12,1%), EDP Renóvaveis (+4,6%), Novabase (+3,5%), EDP Energias de Portugal (-5,3%) e REN (-14,7%). - Maiores e menores subidas do PSI-20 Fonte: Bloomberg. Em termos globais, o índice MSCI World perdeu 21,4%, em USD, durante o primeiro trimestre do ano. Sectorialmente, pela negativa destacaram-se os sectors de Energia (-45,4%), penalizado pela queda do preço do barril do petróleo, Financeiro (-32,3%), Materiais (-27,0%) e Industrial (-26,5%). Todos os sectores sofreram desvalorizações trimestrais, mas ainda assim os sectores Consumo Básico (-13,7%), Tecnológico (-13,3%) e Farmacêutico (-11,9%) registaram desempenhos menos negativos, num contexto de necessidade de isolamento voluntário das pessoas mas manutenção do consumo de bens e serviços básicos e tecnologia. - Evolução Sectorial (Global) Fonte: Bloomberg, Índices MSCI World. Moeda: USD. Mercados Cambiais "O índice US Dollar Spot (DXY) subiu 2,8%, no primeiro trimestre." No primeiro trimestre, num cenário de forte aversão ao risco, o dólar norte-americano (USD) apreciou contra as principais divisas mundiais. Nomeadamente, ganhou 1,6% contra a moeda única (EUR), e 6,8% contra a libra esterlina (GBP). Destaque ainda para as moedas de países com maior exposição às variações do preço do barril de petróleo como, por exemplo, o Brasil (BRL) e Noruega (NOK), cujas moedas depreciaram 21,4% e 14,3% face ao EUR, respectivamente. - Evolução do Euro e do Dollar Index Spot Fonte: Bloomberg, Taxas de Juro "Em reacção ao inevitável abradamento económico provocado pelo Covid-19, a FED cortou as taxas de juro para o intervalo 0% - 0,25%." Nos Estados-Unidos, em reacção ao abrandamento económico induzido pela rápida propagação do Covid-19, a FED realizou dois cortes de emergência das taxas de juro, para o actual intervalo de 0% - 0,25%. Porém, nos mercados interbancários a aversão ao risco que dominou o mês de Março traduziu-se no aumento do diferencial entre a taxa overnight (próxima das taxas de juro da FED) e a taxa de juro a 3 meses para o valor mais alto desde 2008, aquando do início da crise financeira. Deste modo, no final do trimestre, a Libor a 3 meses situava-se nos 1,43%. Nos prazos mais longos, as taxas de juro para swaps a 5 e 10 anos terminaram o trimestre nos 0,52% e nos 0,72%, respectivamente.  - Evolução das Taxas de Juro - USD Fonte: Bloomberg. Por sua vez, na Zona Euro o BCE optou por manter inalteradas as taxas de juro, embora aumentando o montante de compras de títulos, como referido anteriormente. Tal como nos Estados-Unidos, nos mercados interbancários, o diferencial entre as taxas overnight e a 3 meses aumentou em Março, ainda que com menor dimensão. No final do mês, as Euribor a 3 e 6 meses situavam-se nos -0,36% e -0,29%, praticamente sem variação relativamente ao final do ano passado. Nos prazos mais longos, as taxas de juro para swaps a 5 e 10 anos terminaram o trimestre nos -0,23% e -0,02%, respectivamente, após a forte subida em Março. - Evolução das Taxas de Juro - EUR Fonte: Bloomberg.  Dívida Pública Tal como nas restantes classes de activos, nos mercados de dívida pública o trimestre caracterizou-se pela elevada volatilidade. Nos Estados-Unidos, as yields a 10 anos encerraram o mês de Março nos 0,67%, após terem registado um novo mínimo nos 0,54% no início do mês. A inversão da tendência ocorreu com o anúncio governamental dos estímulos fiscais de apoio à economia, face à perspectiva do aumento significativo do stock de dívida pública. Desta forma, quando as acções intensificaram as quedas os Treasuries acabaram por não constituir a cobertura esperada. Cenário idêntico verificou-se na Zona Euro. Após o mínimo de -0,86%, em 9 de Março, as yields dos Bunds a 10 anos encerram o trimestre nos -0,47%. - Dívida Pública core - yields a 10 anos Fonte: Bloomberg. "Nos mercados de dívida soberana, os prémios de risco dos países europeus periféricos registaram uma elevada volatilidade." Outras vítimas da aversão ao risco e aumento da volatilidade foram as dívidas soberanas dos países europeus periféricos. Com efeito, a perspectiva de estímulos fiscais massivos para enfrentar a crise económica, em países à partida já com níveis de endividamento elevados, traduziu-se numa forte subida dos respectivos spreads de taxa de juro face à Alemanha. Esta subida acabou por ser atenuada pelo anúncio do aumento de compras de títulos pelo BCE, tal como referido anteriormente. Assim, no prazo dos 10 anos, os spreads de Itália, Espanha e Portugal alargaram para os 152, 67 e 86 basis points (bp), mais 11, 21 e 43 bp relativamente ao final do ano passado. - Zona Euro Fonte: Bloomberg. Dívida Privada "Nos Estados Unidos, os spreads de crédito Investment Grade e High Yield subiram para os 113 bp e 657 bp, respectivamente." O aumento da volatilidade das acções foi, nos mercados de dívida corporate, acompanhada por uma forte subida dos spreads de crédito. No segmento de Investment Grade (IG), o esperado abrandamento da economia mundial e os receios de downgrades dos ratings de crédito traduziram-se no aumento dos spreads para os 113 e 96 bps, nos Estados-Unidos e Europa, respectivamente, valores mais elevados desde o início 2016. Por sua vez, no segmento High Yield (HY), o aumento dos spreads de crédito foi ainda mais brutal. Nos Estados-Unidos, os spreads subiram 377 bp, para os 657 bp, e, na Europa, o índice Crossover subiu dos 207 bp para os 572 bp, ambos desde o início do ano. Em ambos os casos (IG e HY), as subidas dos spreads de crédito foram realizadas num cenário de muito difícil liquidez no mercado, situação que adicionou apreensão junto dos investidores.    - Evolução dos spreads de crédito (bp) Fonte: Bloomberg. Matérias-Primas "Entre as Commodities, destaque para a queda do preço do barril do Petróleo 66,5%, agravada pela falta de acordo entre a Rússia e a OPEC." Entre as matérias-primas, tal como referido atrás, o principal destaque foi a abrupta queda do preço do barril de petróleo, para os 20,48 USD (WTI), menos 66,5% relativamente ao final de 2019. Na base desta queda esteve a mencionada falta de acordo entre a OPEC e a Rússia quanto ao corte da produção, face à diminuição da procura. Por sua vez, os preços dos produtos agrícolas e dos metais industriais registaram perdas médias de 9,2% e 17,4%, em USD respectivamente, medidas pelos índices GSCI. Pela positiva destacaram-se os metais preciosos com uma subida média de 2,4%, em USD. Para esta subida contribuiu decisivamente o Ouro, cuja cotação subiu 3,9%. - Evolução das Commodities Fonte: Bloomberg. Base 100, em USD. Paulo Monteiro Redigido em 31 de Março de 2020 Alocação de Activos O índice de acções globais MSCI World regista uma queda de cerca de 24%, em USD, desde meados de Fevereiro último, anulando os ganhos dos últimos três anos em apenas um mês e meio. Nas obrigações, o índice Bloomberg Barclays Global High Yield perdeu 17%, em USD, no mesmo período. Entretanto, o impacto do Covid-19 já se faz sentir nas principais economias mundiais, como é visível no aumento de pedidos de emprego nos Estados Unidos, levando os respectivos Bancos Centrais e Governos a anunciar programas de estímulos monetários e fiscais sem precedentes, tal como descrito atrás. Aqui chegados, neste momento ainda é apenas possível especular quanto à evolução futura dos mercados e das economias mundiais. No médio-longo prazo, é consensual esperar-se uma recuperação, bem como prováveis alterações estruturais nos padrões de consumo e trabalho das pessoas, alterações nas cadeias mundiais de distribuição e um reforço do investimento público nos sistemas nacionais de saúde. Mas, no curto prazo a incerteza permanece muito elevada, excepto quanto à inevitabilidade de uma recessão económica nas principais economias mundiais em 2020. Neste contexto, na nossa opinião, o início de uma recuperação sustentada dos mercados passa por três condições, sendo que as duas primeiras estão observadas, ou em vias de operacionalização: Normalização da liquidez dos mercados, para a qual os Banco Centrais já anunciaram pacotes de estímulos monetários muito consideráveis, visando igualmente manter as taxas de juro baixas e o financiamento às empresas; Medidas de estímulo e apoio fiscal, que os Governos também já anunciaram e necessitam agora de concretizar no terreno; E, por último, serão fundamentais notícias positivas na frente da contenção da propagação da pandemia do Coronavírus. À data deste documento, a situação parece mais calma na Ásia, mas ainda longe do pico na Europa e nos Estados-Unidos. A terceira condição é certamente a mais importante e a duração da presente crise de saúde pública será crucial para avaliar a real extensão do seu impacto na economia mundial e, por conseguinte, nos resultados das empresas. Do ponto de vista dos investimentos e dos mercados, porém, existem já alguns aspectos positivos, não menosprezando, de todo, a actual pandemia e a ameaça que ainda paira sob a saúde pública. Em primeiro lugar, presentemente, o foco da comunidade científica mundial está na descoberta de uma vacina ou medicamento que ajude a combater o Covid-19. As principais empresas farmacêuticas estão a trabalhar neste sentido, canalizando elevados investimentos para o esforço de encontrar uma arma contra a doença o mais rápido possível. Em segundo lugar, as taxas de juro irão manter-se baixas no futuro próximo. Nos Estados Unidos, a FED cortou as taxas de juro para 0% e, na Zona Euro, as taxas de juro permanecem em terreno negativo. Neste cenário, após as recentes desvalorizações, as avaliações relativas (prémios de risco) dos activos com risco estão agora bastante mais interessantes. - Prémios de Risco (ERP) Fonte: Bloomberg. Banco Invest. ERP - Equity Risk Premium. Por último, as avaliações dos activos com risco ficaram igualmente mais interessantes em termos históricos e absolutos. Conforme referido em ocasiões anteriores, em 2019, as fortes subidas dos mercados accionistas foram conseguidas através da expansão dos múltiplos de resultados (Price-Earnings), num contexto de crescimento de resultados praticamente nulo.  Contudo, após as quedas recentes, os Price-Earnings diminuíram significativamente, ficando mais interessantes numa perspectiva histórica. Com efeito, no final do ano passado o índice SP&-500 transacionava com um Price-Earnings de 18,3x os resultados (Forward 12M), contra os actuais 15,7x, um valor muito mais próximo da média histórica. Por sua vez, o índice Europe Stoxx-600 transaciona agora com um múltiplo de 13,0x, que compara com os 14,9x no final do ano passado. Obviamente que os resultados das empresas registarão este ano quedas acentuadas, e as estimativas dos analistas começaram já a ser revistas em baixa. De qualquer forma, na nossa opinião, os actuais níveis dos principais índices mundiais já acomodam quedas significativas nos resultados em 2020.   - Price-to-Earnings Ratio Fonte: Bloomberg. Banco Invest. Em termos geográficos, as avaliações, em média, são particularmente baixas na Europa e nos mercados Emergentes. Estes últimos, medidos pelo índice MSCI Emerging, transacionam com um Price-Earnings de 11,6x os resultados esperados para 2020, um valor historicamente muito baixo quando comparado com os congéneres avançados. Entre os emergentes, destaque ainda para os mercados asiáticos, que transacionam, em média, com um Price-Earnings de 12,5x e um Price-Book igual a 1,3x. - Acções Emergentes  vs Desenvolvidas Rácio entre o Price-Earnings dos índices MSCI Emerging e MSCI World Fonte: Bloomberg. Banco Invest.  Sectorialmente, mantemos os desvios propostos no início deste ano. Tal como referido ao longo deste documento, dois factores fundamentais para a resolução da presente crise de saúde pública global serão o investimento público e a investigação e desenvolvimento de tratamentos médicos para o Covid-19. Neste sentido, os temas das Infraestruturas e da Saúde (Farmacêuticas) continuam, na nossa opinião, a fazer sentido. No primeiro trimestre ambos os sectores (Infraestruturas e Healthcare) registaram um comportamento relativo positivo, o que deverá manter-se nos próximos meses. Por sua vez, os temas da Segurança, Tecnologia e Telecomunicações, continuam actuais, considerando as mudanças previstas nos padrões de consumo e trabalho nos próximos anos. A procura de segurança continuará impulsionada pelo aumento da urbanização, regulação, pela inovação permanente na tecnologia móvel, pelo comércio eletrónico que necessitam de actualizações constantes no contexto da segurança informática, e pelo aumento do investimento em serviços de segurança, tais como ensaios de alimentos e equipamento de inspeção. - Radar Sectorial Fonte: Bloomberg. Banco Invest. ERP - Equity Risk Premium (prémios de risco)   Na componente de Obrigações, face ao forte aumento dos spreads de crédito descrito anteriormente, as avaliações melhoraram igualmente de forma significativa. Como tal, as quedas registadas durante o mês de Março, foram aproveitadas para reforçar posições, sobretudo, no segmento de dívida privada High Yield. Pelo contrário, no segmento de dívida pública foi realizada a mais-valia na posição em Treasuries norte-americanos, após a queda das respectivas yields. Na nossa opinião, a função de hedging desta classe de activos pode estar comprometida, aliás como se verificou ao longo do mês de Março, tendo em conta os estímulos fiscais massivos que se perspectivam no futuro próximo para fazer face à emergência provocada pela pandemia do Covid-19, e consequente impacto em termos de aumento das dívidas públicas. - Yields e Volatibilidade Fonte: Bloomberg. Banco Invest. Concluindo, vivemos tempos incertos e, neste momento, é muito difícil antecipar o fim da correcção dos mercados. Na nossa opinião, a volatilidade continuará elevada até surgirem notícias positivas na frente do combate ao Covid-19. Pela positiva, os Bancos Centrais e os Governos anunciaram prontamente medidas para suportar a economia mundial, que este ano dificilmente evitará uma recessão. A rapidez da recuperação será, contudo, inversamente proporcional à duração da lockdown das economias mundiais: quanto mais tempo as empresas e as pessoas voltarem ao trabalho, mais lenta será depois a recuperação para os níveis pré-crise. Porém, neste contexto de elevada volatilidade e incerteza, devem ser evitadas decisões de investimento drásticas, como sair totalmente do mercado. Pelo contrário, é importante delinear (ou ajustar) um plano de acção para o caso da situação se agravar, que inclua, entre outros, uma avaliação da adequação carteira actual ao respectivo perfil de risco, e uma programação dos reforços em caso de novas quedas nos mercados. Tal é o que temos realizado nas carteiras sob gestão. Após a redução da exposição em Acções em meados de Fevereiro, quando os mercados voltaram a registar máximos históricos apesar da deterioração dos indicadores económicos, durante o mês de Março aproveitámos as fortes quedas para reforçar posições, num contexto de melhoria das avaliações e numa perspectiva de recuperação a médio-longo prazo. - Alocação de Activos Fonte: Banco Invest, Gestão de Activos   As rendibilidades das carteiras nos próximos anos dependerão, em larga medida, das decisões tomadas no presente. A história mostra-nos que períodos como o actual tendem a proporcionar rendibilidades acima da média nos anos seguintes. Porém, enquanto continuar a aumentar o número de vítimas mortais do Covid-19, poderão ocorrer novas correcções e testes aos mínimos do mês de Março, mas os mercados incorporam já prémios de risco elevados que, historicamente, tendem a ser remunerados a prazo. Como sempre, é fundamental a diversificação das carteiras e uma perspectiva de médio-longo prazo. - Investir a médio longo prazo Fonte: Bloomberg. Banco Invest. Rendibilidades anualizadas, total return.   Paulo Monteiro Redigido em 31 de Março de 2020 Disclaimer   A A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest. As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
01.04.2020 09:35
Análise Técnica
Update: DAX 30
DAX 30 @ 9676 O índice alemão voltou a testar os máximos de curto prazo, desenhando nova divergência negativa, desta vez no MACD horário. A quebra dos 9400 deve ditar novo movimento descendente mais pronunciado. Relembramos os suportes intermédios, 9197, 8975 e por fim os 8700. A nossa expectativa, abaixo dos 9400, é um teste aos 7500. Numa óptica de “trading”, definimos como zonas de resistência/venda, o intervalo 9770/810 e o fecho de ontem, na zona dos 9940.   Análise Anterior: DAX 30 @ 9632.52  Olhando para o gráfico semanal é evidente a quebra do canal ascendente que vigorava desde 2009. O quadro técnico é "bearish" e aponta para um teste aos 7500. Usamos como grande referência para o nosso bias, os mínimos de fecho de Dezembro de 2018. A retracção de 38.2% da queda deste ano, está também nessa zona, pelo que abaixo do intervalo 10372/82, olhamos apenas para baixo.   Numa óptica de "trading" e apoiados no novo sinal de venda no MACD horário, esperamos novos mínimos relativos no curto prazo. Como suportes que podem evitar este cenário, os 9419, depois os 9197, em seguida os 8975 e por fim os 8700. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
30.03.2020 15:34
Análise Técnica
Update: PRATA
Prata (XAG/USD) @  14.12 A prata confirmou a inversão do gráfico diário na semana passada, sustentou acima da nossa referência de médio prazo (13.62/85) e com a inversão do MACD horário, está a quebrar os anteriores máximos relativos neste período temporal. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (14.12), com um “stop” @ 13.52 e como objectivo, os 16.52. Continuamos com 1/16 do risco habitual.   Análise Anterior: Prata @  13.91 Da mesma forma que em anteriores “sell-offs”, a prata não resistiu, mesmo sendo vista habitualmente como refúgio. A nossa referência de médio/longo prazo estava no intervalo 13.62/13.85 (mínimos de Dezembro 2015). O preço foi claramente abaixo desta referência o que vai obrigar a especial atenção neste activo.    Numa óptica de “trading, acima dos 13.37 e principalmente acima dos 13.62/85, só olhamos para cima, pelo que vamos monitorizar o próximo sinal de compra no MACD horário. Deixamos para já as retracções mais importantes que poderão ser utilizadas como objectivos nos próximos planos. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
30.03.2020 09:32
Análise Técnica
EUROSTOXX50 | DAX 30
Eurostoxx50 @ 2728.65 (fecho de sexta-feira) Voltamos a olhar para os gráficos de longo prazo. O EUROSTOXX50 falhou a quebra do canal descendente que vigora desde 2000. O cenário não é animador. Constatamos também que para já, no gráfico semanal, o índice parou na zona dos anteriores mínimos, em 2016. A capacidade para sustentar acima desta zona, seria um primeiro sinal positivo. Consideramos zona neutra o intervalo entre os 2756 e os 2909.   Num óptica de "trading" e enquanto o preço não reconquistar os 2937.36, olhamos apenas para baixo. A quebra dos 2672 reforçaria o bias negativo. O sinal horário que utilizamos como "trigger" já sinalizou novo movimento descendente e com divergências negativas.   DAX 30 @ 9632.52  Olhando para o gráfico semanal é evidente a quebra do canal ascendente que vigorava desde 2009. O quadro técnico é "bearish" e aponta para um teste aos 7500. Usamos como grande referência para o nosso bias, os mínimos de fecho de Dezembro de 2018. A retracção de 38.2% da queda deste ano, está também nessa zona, pelo que abaixo do intervalo 10372/82, olhamos apenas para baixo.   Numa óptica de "trading" e apoiados no novo sinal de venda no MACD horário, esperamos novos mínimos relativos no curto prazo. Como suportes que podem evitar este cenário, os 9419, depois os 9197, em seguida os 8975 e por fim os 8700. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
27.03.2020 15:35
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P500 @ 2562 (15h16m) Assinalámos no gráfico horário os dois anteriores sinais de venda do MACD. O sinal de hoje e a tendência dominante, de baixa, apoiam a próxima ideia. Faz sentido também lembrar a importância dos 2469 e dos 2570, a sustentação fora deste intervalo deve ditar um movimento forte na direcção da quebra, pelo que reforçamos a importância do uso de “stops”. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (2562), com dois “stops”: 2612 e 2692. Como objectivos, lembrando as notas anteriores, os 2072 e os 1972. Mantemos obviamente apenas 1/16 do risco habitual e lembramos que é fundamental usar “stops” garantidos nesta altura.     Análise Anterior: S&P500 @ 2475.56 (fecho de quarta-feira) O S&P500 fechou ontem acima dos 2469, o topo do nosso intervalo de referência (2412/69), depois de deixar uma sombra superior bastante “Bearish”. Inconclusivo. Podemos então definir uma zona de indecisão entre os 2469 e os 2570. Acima dos máximos de ontem podemos defender a continuação do movimento de recuperação e uma queda da volatilidade. Como objectivos em alta, os 2776, em seguida o intervalo 2889/917 e por fim a referência destacada, anterior suporte, no intervalo 3040/108. Se o índice não conseguir aguentar os 2469 e continuar dentro do canal descendente, deve atingir a zona dos 1950/2000 já no próximo mês. No gráfico horário começámos por identificar o anterior sinal de venda. É este período temporal que iremos monitorizar, como habitualmente, para elaborar o próximo plano.   Análise Anterior: S&P500 @  2237.40 (fecho de segunda-feira) O S&P500 marcou novos mínimos ontem mas ainda não testou a base do megafone que temos acompanhado nos últimos meses. Independentemente da figura ser ou não testada novamente em baixa, a nossa grande referência para as próximas sessões está no intervalo 2414/2469. Abaixo dos 2469 o “bias” é negativo em todos os períodos temporais de análise. Começamos por enquadrar os 2469 no movimento que consideramos um “Blow-off Top”. A reconquista desta zona pode permitir um “rally” mais prolongado. Reavaliaremos o gráfico semanal acima desta referência. Numa óptica de “trading”, destacamos o intervalo 2329/62 como zona de resistência para posicionamentos de curto prazo e como suporte, o intervalo 2237/57.  Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
26.03.2020 10:00
Análise Técnica
Update: USD/JPY
USD/JPY @ 109.99  As divergências trouxeram finalmente a quebra esperada, que valida tecnicamente o objectivo defendido, nos 105.21. Sugerimos para já a alteração imediata do “stop” para o “breakeven” (Entrada @ 111.21) e também futuras alterações:   - Se e só se o preço quebrar em negociação os 109.22, nova alteração para os 110.21.   - Se e só se o preço quebrar em negociação os 107.69, nova alteração para os 108.21.   - Se e só se o preço quebrar em negociação os 106.45, nova alteração para os 107.21.            Análise Anterior: USD/JPY @ 111.21  As divergências negativas acumulam-se e o padrão do par sugere uma correcção. Definimos como objectivo os 105.21. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (111.21), com um “stop” @ 112.21 e continuamos com 1/16 do risco habitual.           Análise Anterior: USD/JPY @ 110.24  Depois da armadilha (“trap”) no ultimo sinal de venda do MACD horário, o USD/JPY testou os máximos de Março, novamente com uma divergência negativa no MACD horário. Também a consolidação em ligeira alta é normalmente associada a alguma exaustão, pelo que para já mantemos o nosso “bias” negativo e como perdemos o último sinal horário de venda, vamos agora esperar pelo próximo para uma entrada com o objectivo no valor esperado.          Análise Anterior: USD/JPY @  108.97 O USD/JPY recuperou em “V” e está neste momento a testar a linha de tendência quebrada em baixa e as médias móveis que utilizamos.           Numa óptica de “trading” identificamos para já uma divergência negativa neste teste, o que apoia a nossa sugestão: Uma entrada nos níveis actuais (108.97) com um “stop” @ 109.97 e como objectivo, os 102.97. Continuamos com 1/16 do risco habitual   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
26.03.2020 09:11
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P500 @ 2475.56 (fecho de quarta-feira) O S&P500 fechou ontem acima dos 2469, o topo do nosso intervalo de referência (2412/69), depois de deixar uma sombra superior bastante “Bearish”. Inconclusivo. Podemos então definir uma zona de indecisão entre os 2469 e os 2570. Acima dos máximos de ontem podemos defender a continuação do movimento de recuperação e uma queda da volatilidade. Como objectivos em alta, os 2776, em seguida o intervalo 2889/917 e por fim a referência destacada, anterior suporte, no intervalo 3040/108. Se o índice não conseguir aguentar os 2469 e continuar dentro do canal descendente, deve atingir a zona dos 1950/2000 já no próximo mês. No gráfico horário começámos por identificar o anterior sinal de venda. É este período temporal que iremos monitorizar, como habitualmente, para elaborar o próximo plano.   Análise Anterior: S&P500 @  2237.40 (fecho de segunda-feira) O S&P500 marcou novos mínimos ontem mas ainda não testou a base do megafone que temos acompanhado nos últimos meses. Independentemente da figura ser ou não testada novamente em baixa, a nossa grande referência para as próximas sessões está no intervalo 2414/2469. Abaixo dos 2469 o “bias” é negativo em todos os períodos temporais de análise. Começamos por enquadrar os 2469 no movimento que consideramos um “Blow-off Top”. A reconquista desta zona pode permitir um “rally” mais prolongado. Reavaliaremos o gráfico semanal acima desta referência. Numa óptica de “trading”, destacamos o intervalo 2329/62 como zona de resistência para posicionamentos de curto prazo e como suporte, o intervalo 2237/57.  Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
25.03.2020 11:55
Análise Técnica
Update: USD/JPY
USD/JPY @ 111.21  As divergências negativas acumulam-se e o padrão do par sugere uma correcção. Definimos como objectivo os 105.21. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (111.21), com um “stop” @ 112.21 e continuamos com 1/16 do risco habitual.           Análise Anterior: USD/JPY @ 110.24  Depois da armadilha (“trap”) no ultimo sinal de venda do MACD horário, o USD/JPY testou os máximos de Março, novamente com uma divergência negativa no MACD horário. Também a consolidação em ligeira alta é normalmente associada a alguma exaustão, pelo que para já mantemos o nosso “bias” negativo e como perdemos o último sinal horário de venda, vamos agora esperar pelo próximo para uma entrada com o objectivo no valor esperado.          Análise Anterior: USD/JPY @  108.97 O USD/JPY recuperou em “V” e está neste momento a testar a linha de tendência quebrada em baixa e as médias móveis que utilizamos.           Numa óptica de “trading” identificamos para já uma divergência negativa neste teste, o que apoia a nossa sugestão: Uma entrada nos níveis actuais (108.97) com um “stop” @ 109.97 e como objectivo, os 102.97. Continuamos com 1/16 do risco habitual   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
25.03.2020 11:33
Efeito de contágio
Opinião
À data em que escrevo este texto, a volatilidade dos mercados accionistas norte-americano e europeu situa-se nos 45,4 e 42,2 pontos, respectivamente. Estes valores comparam com o valor médio de 15,7 e 15,4 pontos, no último ano. Na base desta forte subida estão os receios quanto à propagação do novo coronavírus (Covid-19) e ao seu impacto na economia mundial e, consequentemente, nos resultados das empresas. As Bolsas mundiais registaram perdas significativas, na  ordem dos 15% na última semana de Fevereiro, e a volatilidade permanece elevada no início de Março, com perdas e ganhos alternados. Nem o corte de emergência das taxas de juro pela Reserva Federal norte-americana acalmou os mercados, que ainda tentam modelizar o impacto deste vírus no crescimento económico global: será um impacto de curto-prazo, seguido de uma recuperação igualmente rápida? Ou, pelo contrário, marcará o início de uma inversão de tendência, com uma possível recessão? Para ser sincero, não sei. O que eu sei é que no início deste ano, tal como tive oportunidade de alertar por várias ocasiões neste espaço, as avaliações dos mercados accionistas estavam historicamente elevadas e a volatilidade muito baixa, aconselhando prudência e a manutenção de alguma liquidez em carteira. Neste momento, os mercados estão cerca de 15% abaixo dos máximos recentes e, consequentemente, menos sobreavaliados. Por exemplo, o PER (Forward 12M) do índice S&P-500 caiu dos 18,3x para os 16,6x, um valor mais próximo da média (pelo menos dos últimos 5 anos). Assim, admitindo que após as quedas recentes o mercado aproximou-se do seu valor justo (assumindo que os resultados esperados das empresas não sofrerão revisões significativas em baixa), os investidores não deveriam realizar alterações muito drásticas nas suas carteiras. O importante será delinear (ou ajustar) um plano de acção, caso a situação se agrave. Primeira questão: a alocação de activos está adequada ao perfil de risco, ou são necessários ajustamentos? Segunda questão: possuindo liquidez disponível, quanto poderá investir no caso de os mercados caírem mais 10% ou 20%. Ou dito doutra forma, se os mercados caírem 20% qual a exposição desejada relativamente ao nível ‘neutral’ (110%? 120%? Mais?). Apanhar os mínimos é uma “missão impossível”, mas é possível planear os níveis para eventuais reforços de posições ou novos investimentos. Concluindo, é certo que a propagação do Covid-19 terá um impacto negativo no crescimento económico deste ano. Porém, a extensão e duração do abrandamento ainda é difícil avaliar, pelo que se continua a advogar prudência. As avaliações já estiveram mais elevadas, mas a entrada no mercado deverá ser faseada, tendo presente um objectivo de exposição no caso de o mercado continuar a corrigir.   Forbes Portugal - Abril de 2020
24.03.2020 13:39
Análise Técnica
S&P 500
S&P500 @  2237.40 (fecho de segunda-feira) O S&P500 marcou novos mínimos ontem mas ainda não testou a base do megafone que temos acompanhado nos últimos meses. Independentemente da figura ser ou não testada novamente em baixa, a nossa grande referência para as próximas sessões está no intervalo 2414/2469. Abaixo dos 2469 o “bias” é negativo em todos os períodos temporais de análise. Começamos por enquadrar os 2469 no movimento que consideramos um “Blow-off Top”. A reconquista desta zona pode permitir um “rally” mais prolongado. Reavaliaremos o gráfico semanal acima desta referência. Numa óptica de “trading”, destacamos o intervalo 2329/62 como zona de resistência para posicionamentos de curto prazo e como suporte, o intervalo 2237/57.  Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
24.03.2020 12:18
Análise Técnica
EUR/USD | PRATA
EUR/USD @  1.0861 O EUR/USD não testou os 1.05, mas teve uma reacção bastante positiva no intervalo 1.06/065, pelo que mantemos a nossa expectativa de o par continuar a lateralizar na banda 1.05/1.15 e obviamente que numa óptica de “trading” olhamos neste momento para cima.    Identificámos as retracções mais importantes no gráfico diário (como potenciais objectivos em alta) e abaixo, no gráfico horário, assinalámos com a seta a amarelo, a zona a partir da qual considerámos o teste à base concluído. Estaremos atentos aos próximos sinais de compra no MACD horário para a elaboração de um plano.   Prata @  13.91 Da mesma forma que em anteriores “sell-offs”, a prata não resistiu, mesmo sendo vista habitualmente como refúgio. A nossa referência de médio/longo prazo estava no intervalo 13.62/13.85 (mínimos de Dezembro 2015). O preço foi claramente abaixo desta referência o que vai obrigar a especial atenção neste activo.    Numa óptica de “trading, acima dos 13.37 e principalmente acima dos 13.62/85, só olhamos para cima, pelo que vamos monitorizar o próximo sinal de compra no MACD horário. Deixamos para já as retracções mais importantes que poderão ser utilizadas como objectivos nos próximos planos. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.03.2020 16:43
Análise Técnica
Update: DAX30
DAX 30 @  8741 O anúncio de mais estímulos por parte da FED provocou um “spike” muito forte que colocou o DAX  acima da nossa referência para o curto prazo, sem no entanto invalidar o sinal horário de venda para que alertámos na nota anterior. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (8741), com um “stop” nos 8941 (este plano só deve ser utilizado se for possível garantir um “stop” neste nível). Como objectivo, os 6741 e continuamos com 1/16 do risco habitual.         Análise Anterior: DAX 30 @  8575 O índice alemão já testou um suporte importante e não descartamos, após tão violento “sell-off”, a capacidade do índice para testar os anteriores suportes, ou mesmo a importante janela deixada no intervalo 9864/10439, mas para já, o padrão é em tudo semelhante ao da recuperação anterior e os sinais dados pelos indicadores, idênticos ao do último plano apresentado. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (8575), com um “stop” nos 8775 e como objectivo, os 6775. Este plano tem um rácio retorno/risco semelhante a 10 e mantemos apenas 1/16 do risco habitual.          Análise Anterior: DAX 30 @  8725 O índice Alemão teve uma performance mais forte que o Eurostoxx50 nas últimas duas décadas, mas é preciso lembrar que há algumas diferenças entre o cálculo dos dois. Tendo isto presente, assinalámos também os topos anteriores (“dot.com” e “housing”) e as retracções de 50% e 61.8% de todo o “rally” desde 2009. É evidente a zona que o índice está a testar e a sua importância.         Como resistência e zona que define o “bias” negativo em todos os períodos temporais, consideraremos a janela deixada no intervalo 9864/10439. Esta referência terá de ser reconquistada para reavaliarmos o quadro técnico de curto prazo. Até lá, devemos esperar a continuação da volatilidade, mas é possível que DAX consiga aguentar um primeiro teste ao suporte no intervalo 6622/7992, o que poderá pelo menos trazer alguma acalmia ao índice Alemão. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.03.2020 14:40
Análise Técnica
Update: USD/JPY
USD/JPY @ 110.24  Depois da armadilha (“trap”) no ultimo sinal de venda do MACD horário, o USD/JPY testou os máximos de Março, novamente com uma divergência negativa no MACD horário. Também a consolidação em ligeira alta é normalmente associada a alguma exaustão, pelo que para já mantemos o nosso “bias” negativo e como perdemos o último sinal horário de venda, vamos agora esperar pelo próximo para uma entrada com o objectivo no valor esperado          Análise Anterior: USD/JPY @  108.97 O USD/JPY recuperou em “V” e está neste momento a testar a linha de tendência quebrada em baixa e as médias móveis que utilizamos.           Numa óptica de “trading” identificamos para já uma divergência negativa neste teste, o que apoia a nossa sugestão: Uma entrada nos níveis actuais (108.97) com um “stop” @ 109.97 e como objectivo, os 102.97. Continuamos com 1/16 do risco habitual   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.03.2020 09:30
Análise Técnica
Update: DAX30
DAX 30 @  8575 O índice alemão já testou um suporte importante e não descartamos, após tão violento “sell-off”, a capacidade do índice para testar os anteriores suportes, ou mesmo a importante janela deixada no intervalo 9864/10439, mas para já, o padrão é em tudo semelhante ao da recuperação anterior e os sinais dados pelos indicadores, idênticos ao do último plano apresentado. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (8575), com um “stop” nos 8775 e como objectivo, os 6775. Este plano tem um rácio retorno/risco semelhante a 10 e mantemos apenas 1/16 do risco habitual.          Análise Anterior: DAX 30 @  8725 O índice Alemão teve uma performance mais forte que o Eurostoxx50 nas últimas duas décadas, mas é preciso lembrar que há algumas diferenças entre o cálculo dos dois. Tendo isto presente, assinalámos também os topos anteriores (“dot.com” e “housing”) e as retracções de 50% e 61.8% de todo o “rally” desde 2009. É evidente a zona que o índice está a testar e a sua importância.         Como resistência e zona que define o “bias” negativo em todos os períodos temporais, consideraremos a janela deixada no intervalo 9864/10439. Esta referência terá de ser reconquistada para reavaliarmos o quadro técnico de curto prazo. Até lá, devemos esperar a continuação da volatilidade, mas é possível que DAX consiga aguentar um primeiro teste ao suporte no intervalo 6622/7992, o que poderá pelo menos trazer alguma acalmia ao índice Alemão. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
19.03.2020 15:34
Análise Técnica
Update: EUR/GBP
EUR/GBP @  0.9176  O EUR/GBP continua na direcção esperada pelo que sugerimos nova alteração do “stop”, desta vez para os 0.9232. Se o par quebrar os 0.9090 (negociação), alteraríamos para os 0.9132. Mantemos os 0.9032 com objectivo.      Análise Anterior: EUR/GBP @  0.9295  O par já testou a exponencial dos 50 períodos no gráfico horário, faltando agora o teste à dos 200, na zona do nosso objectivo. Sugerimos uma alteração do “stop” dos 0.9532 para o “breakeven” (entrada @ 0.9432). Se o EUR/GBP quebrar os mínimos de hoje (0.9225), faz sentido nova alteração do “stop”, desta vez para os 0.9332.      Análise Anterior: EUR/GBP @  0.9432  O EUR/GBP está a testar os níveis referidos na última nota (0.9309/0.9430). É expectável uma reacção nesta importante resistência de médio/longo prazo.             Numa óptica de trading e com o apoio do gráfico horário (o MACD já inverteu), sugerimos uma primeira entrada, nos níveis actuais (0.9432), com um “stop” @ 0.9532 e como objectivo, os 0.9032. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
16.12.2019 11:16
ChartBook Forex
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16.12.2019 11:16
ChartBook EUR Macro
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16.12.2019 11:15
ChartBook PMI
Dezembro de 2019
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16.12.2019 11:12
ChartBook US Macro
Dezembro de 2019
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16.12.2019 11:10
ChartBook Commodities
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16.12.2019 11:09
ChartBook Sectores
Dezembro de 2019
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13.12.2019 09:39
Masterlist Portugal
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As empresas enfrentam alguma dificuldade em elaborar um plano de negócios a médio prazo porque não sabem como será o mundo quando as lojas e restaurantes voltarem a abrir e as pessoas ficarem livres para saírem com outras pessoas. Será que vai tudo voltar ao mesmo? Na China, após semanas em isolamento, os consumidores quiseram gastar tudo o que não puderam gastar nas semanas em que estiveram fechados em casa, o chamado "Revenge Spending".  No entanto, os analistas do Barclays acreditam que na Europa será muito diferente. O comportamento do consumidor será influenciado pela queda do PIB, maior desemprego e as perspectivas de outra desaceleração económica global.  Estas serão as principais mudanças de comportamento após o isolamento: - Menos viagens de negócios e mais trabalho em casa; - Maior foco em higiene; - Menos vontade de comer e beber fora.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos confirmou que a Arábia Saudita e Rússia vão reduzir a sua produção em 10 milhões de barris. O preço do petróleo disparou 30% com esta notícia.
O número de norte-americanos que apresentaram pedidos de subsídio de desemprego, na semana passada, atingiu um recorde pela segunda semana consecutiva, para 6,65 milhões de 3,3 milhões na semana anterior. Os economistas esperavam 3,76 milhões.
FOMO significa "Fear Of Missing Out". Este acrónimo pode ser aplicado em muitas situações e, no caso dos mercados financeiros, é semelhante ao "Buy The Dips" da década passada. No entanto, a compra dos "dips" não tem funcionado ultimamente, e agora tem sido mais o FONGO, que quer dizer "Fear Of Not Getting Out" ou medo de não sair, a dominar os investidores. Se os mercados regressarem à sua trajectória descendente, o FONGO poderá ter mais peso do que o FOMO, levando os mercados a testarem novamente os mínimos de 23 de Março.
Esta semana foi bastante movimentada para novas emissões de dívida, tendo a Bélgica e Portugal já desfrutado de uma forte procura para as suas e Espanha e França tencionam ir ao mercado hoje. Os juros das obrigações soberanas dos países europeus seguem em alta hoje, excepto as obrigações italianas que contrariam o cenário do resto da Europa e descem para os 1,547%.  Ontem, o IGCP colocou €5 mil mn em obrigações com Tesouro a sete anos, numa operação que atraiu uma procura de €30 mil mn. Este foi o valor mais elevado de sempre numa operação com recurso a um sindicato bancário. Hoje, o Tesouro de Espanha estabeleceu um alvo mais elevado para o montante indicativo do leilão de obrigações desta quinta-feira do que em qualquer outra emissão desde Junho de 2015.
As acções europeias recuperam hoje, impulsionadas pelas empresas ligados à energia, na esperança crescente de uma trégua na guerra dos preços do petróleo entre a Arábia Saudita e a Rússia. As acções da British Petroleum, Royal Dutch Shell e Total valorizam, entre outras. Estes são os principais destaques: • Commerzbank (CBK GY): Em parceria com a consultora Bain & Company o banco espera alcançar poupanças de custos de €50 mn. • British Airways (IAG SM): A companhia aérea irá suspender um total de 36 mil trabalhadores. • Bayer (BAYN GY): O CEO afirmou numa entrevista que ofereceu ao governo o medicamento Resochin para ajudar pacientes com Covid-19. • Deutshe Telekom (DTE GY): Depois da fusão entre a Sprint e a T-Mobile nos Estados Unidos, a empresa alemã está a ponderar executar o mesmo tipo de transacção no mercado europeu. • Ferrari (RACE IM): A empresa italiana suspendeu o seu programa de recompra de aCções para os próximos anos. • Daimler (DAI GY): Os membros da board da empresa alemã aceitaram uma redução salarial de 20%, de forma a contrabalançar o impacto do novo coronavírus. • Michelin (ML FP): A empresa propôs uma redução no dividendo anual de EUR 3,5 para EUR 2. A decisão será tomada dia 23 de Junho. • NOS (NOS PL): A empresa portuguesa irá vender a International Carrier Services à iBasis. • Energias de Portugal (EDP PL):  A ERSE aprovou a redução de €5 por MWh do mercado regulado de electricidade, o que representará cerca de 3% de redução para o consumidor final. • Engie (ENGI FP): A empresa afirmou que os objectivos para 2020 já não eram atingíveis e cortou o dividendo de modo a preservar capital. • Hays (HAS LN): Um dos maiores recrutadores mundiais anunciou uma emissão de emergência de 200 milhões de libras de acções hoje.
Os preços do petróleo estão a disparar mais de 10% depois do governo chinês ter ordenado que todas as petrolíferas estatais começassem a encher as suas reservas ao máximo, para tirar proveito do nível actual dos preços da matéria-prima, que desvalorizou 60% só este ano. Ontem, o Presidente Trump também declarou que uma trégua entre a Arábia Saudita e a Rússia poderá ser alcançada nos próximos dias. No último relatório de saúde divulgado pelos Estados Unidos foram contados 215.344 casos com infecção da Covid-19 e 5.112 mortes. As mortes continuaram a subir de forma preocupante também em França e Espanha, enquanto que Itália e Alemanha vão renovar as medidas de "lockdown", durante mais duas semanas. A Assembleia da República vai debater e votar hoje a renovação do estado de emergência devido à pandemia de Covid-19 e três diplomas do Governo no âmbito do combate ao surto. Os ministros dos negócios estrangeiros da NATO realizam uma reunião por videoconferência, devido ao surto da pandemia de Covid-19.  Na Ásia, as bolsas encerraram mistas com o índice Nikkei 225 a cair 1,37% e as praças chinesas fecharem em alta. As bolsas norte-americanas iniciaram o segundo semestre, com quedas superiores a 4%, devido às notícias sobre a propagação do novo coronavírus e as suas consequências económicas depois do presidente dos Estados Unidos ter dito que as duas próximas semanas seriam "muito, muito dolorosas". Dados Macroeconómicos:  08h00: Desemprego (Mar)  10h00: Índice de Preços ao Produtor (Fev)  13h30: Balança Comercial (Fev)  13h30: Pedidos Subsídio de Desemprego  15h00: Encomendas de Bens Duradouros (Fev)  15h00: Encomendas às Fábricas (Fev) Eventos:  10h00: Reunião plenário no Parlamento   O Riksbank da Suécia publica o relatório "Account of Monetary Policy in 2019" Resultados Empresariais:  Walgreens Boots Alliance Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  Economia real trava a fundo  Covid-19 pode comprometer pagamento de bónus no BCP  Factura da luz vai baixar 3% no mercado regulado  A maior força da Alemanha é agora uma fraqueza  Governo pode mudar calendário escolar  Recuperados estão a sair do isolamento sem fazer testes  Estado de emergência renovado com limites aos despedimentos  IRS: 270 mil declarações entregues só numa manhã
A Casa Branca informou que segundo um relatório recebido a semana passada, as informações públicas da China sobre casos e mortes foram intencionalmente incompletas. O surto começou na província chinesa de Hubei no final de 2019, mas o país registou publicamente apenas 82.000 casos e 3.300 mortes, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Neste momento os Estados Unidos tem mais de 189.000 casos e 4.000 mortes.  O governo chinês reviu repetidamente a sua metodologia de contagem de casos, durante semanas, excluindo totalmente as pessoas sem sintomas, e somente na Terça-feira adicionou mais de 1.500 casos assintomáticos ao total.
A cotação da matéria-prima teve o pior trimestre de sempre acumulando uma queda de 66% desde o início do ano. O WTI Crude negoceia nos $20,59 enquanto o Brent em Londres está nos $25,36 por barril. Após um desentendimento entre Arábia Saudita e Rússia, o acordo de produção entre os maiores produtores (que estava em vigor desde 2017) terminou, dando abertura a maior produção. Para além disso, a procura pelo petróleo desceu significativamente após a pandemia do coronavírus.
Os principais índices norte-americanos estão a negociar com quedas de quase 3% devido aos receios em torno da propagação da pandemia do coronavírus nos Estados Unidos que ameaça os lucros e dividendos das empresas da maior economia do mundo. O índice S&P 500 desceu 20% entre Janeiro e Março, o pior trimestre desde finais de 2008, com os esforços das empresas para conter o vírus que resultou no fecho de lojas, "layoffs" de pessoal e numa interrupção da actividade empresarial. As empresas do índice S&P 500 perderem cerca de 5,6 milhões de milhões de dólares em valor de mercado desde do início do ano.  Desde a Segunda Guerra Mundial, o índice S&P 500 desceu 20% ou mais num trimestre, só cinco vezes, segundo o Bespoke Investment Group.  Quando o índice S&P 500 desceu 10% ou mais, num trimestre, o índice valorizou no resto do ano uma média de quase 40%. 
A Macy's é uma rede de lojas de departamentos fundada em 1858 e tem a maior loja do mundo em Nova Iorque. A partir de Sexta-feira, esta empresa será excluída do índice S&P 500 e será incluída no índice S&P SmallCap 600. A capitalização bolsista da empresa é de $1,42 mil mn vs. $7 mil mn no ano anterior. As acções desceram 80% nos últimos 12 meses, comparado com a desvalorização de cerca de 10% do índice S&P 500. A Otis e Carrier Global, empresa que resultou do "spin-off" da United Technologies vão substituir a Raytheon e a Macy’s, respectivamente.
O Congresso e o Presidente Trump estão a combater a pandemia de coronavírus com estímulos de mais 2 biliões de dólares para a economia norte-americana. O governo pretende enviar cheques aos trabalhadores, garantir empréstimos às pequenas empresas e sustentar as companhias aéreas. Toda essa actividade está a aumentar a dívida nacional para níveis explosivos.
O CEO da DoubleLine Capital, Jeffrey Gundlach, acredita que os mínimos ainda não foram atingidos. O índice S&P 500 alcançou um mínimo de três anos nos 2.237,40 pontos no dia 23 de Março, mais de 30% do seu máximo recorde registado em Fevereiro.
Donald Trump apressou o Congresso a disponibilizar 2 biliões de dólares para financiar projectos de infraestrutura no próximo estímulo fiscal agora que a taxa de juro está perto de 0%. O presidente dos Estados Unidos acredita que a crise causada pelo vírus é uma boa altura para fazer investimentos em infraestruturas.  
Estes são os principais destaques: • HSBC (HSBA LN)/Royal Bank of Scotland (RBS LN)/Standard Chartered (STAN LN)/Lloyds (LLOY LN): Vários bancos ingleses decidiram suspender a distribuição de dividendos.  • Société Générale (GLE FP): O banco francês decidiu suspender o dividendo. • Adidas (ADS GY): A empresa alemã vai suspender o seu programa de recompra de acções em 2020. • UBI Banca (UBI IM): O banco italiano decidiu suspender o pagamento de dividendos. • Energias de Porugal (EDP PL): A ERSE divulgou ontem a sua proposta para as tarifas de gás a vigorar no mercado regulado de gás natural a partir de outubro. A descida, a ser aprovada, situa-se entre os 3,3%, no caso dos clientes domésticos e vai até aos 17% no caso de clientes do segmento empresarial. A decisão final será tomada a 1 de Junho. • Sonae Indústria (SONI PL): A empresa registou um prejuízo de €13,4 mn, comparativamente com o resultado líquido de €11 mn em 2018 devido à redução dos resultados da Sonae Arauco, pelas provisões registadas no quarto trimestre e pelo facto do EBITDA de 2018 incluir uma mais-valia devido à venda dos imóveis de uma unidade inativa. O EBITDA desceu 11.90% para os €25,8 mn. No entanto, o volume de negócios aumentou 4,50% face ao ano anterior para os €230 mn.
Invest Trends
Mudanças Climáticas
15.01.2020
Hoje Dividendos Resultados Feriados
  • 4
    3
    [cn]02h45: Índice PMI Serviços (Mar)
    [se]06h00: Resultados Empresarias: Hennes & Mauritz 
    [eu]09h00: Índice PMI Serviços (Mar)
    [us]13h30: Taxa de Desemprego (Mar)
    [us]14h45: Índice PMI Serviços (Mar)
    [us]Resultados Empresariais: Constellation Brands (AA)
  • 4
    6
    [china]Bolsa de Valores de Xangai encerrada devido ao Festival Ching Ming
  • 4
    8
    [pt] Galp Energia divulga Trading Update do primeiro trimestre de 2020.
  • 4
    9
    [pt]INE divulga Estatísticas do Comércio Internacional (Fev)
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Invest Outlook   2º Trimestre 2020
01.04.2020 Análise Técnica

Update: DAX 30

25.03.2020 Efeito de contágio

Opinião

30.03.2020 Análise Técnica

Update: PRATA

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