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06.07.2020 09:49
Análise Técnica
EUR/USD | USD/JPY
EUR/USD @ 1.1287 O par apresenta sinais muito contraditórios no curto prazo. O gráfico diário pode estar a desenhar o 1º sinal de compra acima da exponencial dos 200 dias desde finais de 2017. Requer confirmação.     Por outro lado, não é caso isolado este tipo de movimento forte num curto espaço de tempo, acabando depois por se mostrar incapaz de sustentar cima do intervalo 1.14/5. Acrescentamos o que poderá ser um duplo topo no gráfico horário, também por confirmar. Vamos continuar a monitorizar os gráficos de curto prazo.       USD/JPY @ 107.59 A lateralização dos últimos meses não é muito vulgar neste par. O “alinhamento” do Iene com as outras moedas de referência (Euro e Libra como exemplos maiores), ainda menos. O par pode estar a preparar um movimento forte. Iremos estar com particular atenção aos 107.5 e aos 110.     Nas últimas sessões a lateralização é ainda mais “comprimida” entre a exponencial dos 200 períodos e uma linha de tendência de máximos que ficou definida no último movimento de alta. Neste caso a resistência está na zona dos 107.8. Iremos monitorizar o MACD horário na aproximação a uma destas zonas.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2020 09:21
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3130 (Fecho de sexta-feira) O S&P500 voltou a reagir mal à 5ª abertura em “gap-up” acima do “golden retracement” (3131) da última queda. Olhando para o valor actual do futuro, prepara a 6ª abertura em “gap” acima desse valor, que com os 3155 definem a zona de resistência que temos monitorizado nas últimas semanas. Numa óptica de “trading”, encontramos logo acima uma outra resistência importante, nos 3190 e depois  o fecho do ano anterior, nos 3231. Ao contrário do índice tecnológico, o quadro técnico continua a suscitar algumas dúvidas pelo que iremos monitorizar a reacção do gráfico horário nas referências destacadas.        S&P 500 @ 3009 (Fecho de sexta-feira) O índice quebrou os 3089 e depois de os tentar reconquistar sem sucesso, terminou a semana claramente abaixo dessa referência. O “bias” negativo ganha força e ganha extrema importância o suporte semanal nos 2955. Continuamos com reservas para o curto prazo, mas enquanto o preço não reconquistar os 3089, sugerimos cautelas redobradas. Definimos como resistência intermédia os 3040.       Análise Anterior: S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2020 09:19
Análise Técnica
Update: Nasdaq 100
Nasdaq 100 @ 10342 (Fecho de sexta-feira) O índice confirmou a inversão há duas sessões, com o fecho acima das referências destacadas na última nota, mas deixou a única zona para a definição de um “stop” a mais de 400 pontos, não permitindo elaborar um plano que respeitasse os nosso rácios habituais de retorno/risco. O padrão continua claro, voltaremos a este índice num próximo recuo. Suportes de curto prazo (para posicionamentos agressivos) nos 10100 e nos 9935. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 9934 O índice tecnológico testou a zona dos máximos de Fevereiro e encetou uma recuperação. A capacidade para sustentar acima das exponenciais no gráfico horário e o apoio de uma inversão em alta no MACD horário (por confirmar) podem suportar uma entrada. Resistências de curto prazo nos 10100 e nos máximos. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.   Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
01.07.2020 11:23
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2396 O par está novamente a testar uma resistência de curto prazo que tem parado os avanços do preço desde meados de Junho. O MACD horário inverteu em baixa e pode desenhar uma divergência negativa. Desde que o par não quebre em negociação os 1.2423 sugerimos uma entrada com um “trigger” de venda @ 1.2384 e com um “stop” @ 1.2424. Como objectivo definimos os 1.2184 e continuamos com 1/16 do risco habitual.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2409 O par continua a caminhar no sentido do nosso objectivo, mas após a recuperação de hoje, faz sentido mais um ajuste ao plano. Se o preço quebrar os 1.2381, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.2403 e se vier a quebrar os 1.2335, fará sentido nova alteração, desta feita para os 1.2353. Mantemos o objectivo nos 1.2253.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 18:34
Análise Técnica
Update: Nasdaq 100
Nasdaq 100 @ 9934 O índice tecnológico testou a zona dos máximos de Fevereiro e encetou uma recuperação. A capacidade para sustentar acima das exponenciais no gráfico horário e o apoio de uma inversão em alta no MACD horário (por confirmar) podem suportar uma entrada. Resistências de curto prazo nos 10100 e nos máximos. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.   Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 10:20
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3009 (Fecho de sexta-feira) O índice quebrou os 3089 e depois de os tentar reconquistar sem sucesso, terminou a semana claramente abaixo dessa referência. O “bias” negativo ganha força e ganha extrema importância o suporte semanal nos 2955. Continuamos com reservas para o curto prazo, mas enquanto o preço não reconquistar os 3089, sugerimos cautelas redobradas. Definimos como resistência intermédia os 3040.       Análise Anterior: S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 10:17
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3192 Depois de transformar a zona dos 3154 (antes resistência) em suporte, o índice tentou sem sucesso sustentar acima da referência seguinte, 3245/95. Negociou acima durante várias horas, mas desenhando uma clara divergência negativa. O quadro técnico começa a ficar muito interessante numa óptica de “trading” pelo que iremos monitorizar as reacções nos dois níveis apresentados (3136 e 3294), à procura do apoio do MACD horário para a elaboração de um plano. O preço está em cima da exponencial dos 200 períodos, pelo que é expectável alguma consolidação em torno desta zona nas próximas horas.           Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3067  O EUROSTOXX50 apresenta um padrão bastante mais fraco que os sues pares. O “bias” mantém-se negativo abaixo dos 3400.     O índice rejeitou a exponencial dos 200 dias deixando um “gap” abaixo dessa referência, pelo que podemos definir uma resistência intermédia interessante numa óptica de “trading”, o intervalo 3245/95. O novo “gap” deixado hoje na abertura, permite definir uma outra resistência que termina nos 3154. Como suportes que esperamos ver atingidos em breve, o intervalo 2980/3000 e em seguida os 2800.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
25.06.2020 16:24
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2409 O par continua a caminhar no sentido do nosso objectivo, mas após a recuperação de hoje, faz sentido mais um ajuste ao plano. Se o preço quebrar os 1.2381, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.2403 e se vier a quebrar os 1.2335, fará sentido nova alteração, desta feita para os 1.2353. Mantemos o objectivo nos 1.2253.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
24.06.2020 15:12
Invest Outlook
3º Trimestre 2020
Os mercados financeiros, em particular os accionistas e os de crédito, registaram ganhos assinaláveis, no segundo trimestre do ano, impulsionados pela perspectiva optimista de uma recuperação económica rápida (recuperação em V) e pela acção dos governos e dos bancos centrais, com o anúncio de estímulos fiscais e monetários massivos. Apesar da recuperação das fortes perdas de Março ser esperada, a dimensão e rapidez das subidas dos últimos meses acabou por surpreender muitos investidores, considerando as mais recentes estimativas macroeconómicas e a deterioração dos resultados esperados pelas empresas. Após a subida de cerca 40% dos índices accionistas e da queda para metade dos spreads de crédito das obrigações High Yield, desde os mínimos de Março, as avaliações destes activos estão agora mais elevadas, aconselhando alguma prudência. Outlook Evolução dos indicadores macroeconómicos  A pandemia da Covid-19 despoletou a pior recessão económica dos últimos quase 100 anos, na sequência de uma crise de saúde pública global que afectou já mais de 8,5 milhões de pessoas e cerca de 450 mil mortes. As medidas de contenção da pandemia, necessárias para atrasar a propagação do vírus e limitar o número de fatalidades, conduziram à abrupta interrupção de vários sectores económicos, com destaque para o Turismo e actividades relacionadas. Assim, de acordo com as últimas estimativas da OCDE (Jun-20), a economia mundial deverá contrair 6,0% este ano, após um segundo trimestre particularmente negativo, e recuperar 5,2% em 2021. Evolução do PIB Mundial (var. trimestral) Fonte: OCDE (Jun-20). Com efeito, à medida que as principais economias diminuem os lockdowns, os índices de actividade começam a evidenciar sinais de recuperação, sustentando a expectativa de uma retoma gradual ao longo dos próximos trimestres. Porém, em 2020, o desemprego é esperado aumentar de forma significativa nas principais economias mundiais, assim como os níveis de dívida pública para fazer face à crise e potenciar a recuperação. Índices PMI Services Fonte: OCDE (Jun-20).    Estados Unidos "Nos Estados Unidos, o PIB é esperado cair cerca de 40% (anualizado), no segundo trimestre deste ano." A economia norte-americana contraiu 5% (taxa anualizada) no primeiro trimestre deste ano, mais 0,2 pontos percentuais (pp) que o inicialmente previsto pelos analistas, interrompendo, deste modo, o mais longo período de expansão da história do país. Este foi o pior registo desde o último trimestre de 2008, reflectindo as medidas de confinamento impostas na generalidade dos Estados, com vista a conter a pandemia da Covid-19. O segundo trimestre é esperado ser ainda pior, com uma queda (anualizada) na ordem dos 40%, considerando que o lockdown, iniciado em Março, se estendeu ao longo do presente trimestre. A taxa de desemprego, de forma surpreendente, caiu para os 13,3% em Maio, bem abaixo dos 19,8% esperados pelos analistas. Em Abril, a taxa de desemprego tinha subido para os 14,7% (4,4%, em Março), o valor mais elevado desde 1939. Desde Fevereiro último, existem mais 15,2 milhões de pessoas desempregadas, um número que poderá não reflectir fielmente a realidade, considerando possíveis erros de classificação.   - Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego  Fonte: Bloomberg. Consequência da paragem abrupta da actividade económica, nomeadamente do consumo e das viagens, a taxa de inflação caiu dos 1,5%, em Março, para os 0,1%, em Maio, o valor mais baixo desde Setembro de 2015. Para esta queda contribuiu largamente a forte queda do preço dos combustíveis. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se nos 1,2% (2,1%, em Março). Sem surpresa, considerando o brutal aumento da taxa de desemprego, o índice de confiança dos consumidores caiu para os 78,9 pontos, em Junho (101 pontos, em Fevereiro). Para fazer face à crise, suportar o emprego e potenciar a recuperação, o défice público norte-americano, em percentagem do PIB, deve agravar-se dos -5,8%, em 2019, para os -15,4% em 2020, de acordo com o FMI (Abril-20). Desta forma, a dívida pública líquida, deverá aumentar dos 84,1% para os 107% do PIB, no mesmo período. Em 2021, com a esperada recuperação da economia, o défice é esperado melhorar para os -8,6% do PIB. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia norte-americana deverá cair 7,3%, em 2020, e recuperar 4,1% em 2021. Porém, num cenário de uma segunda vaga da pandemia, a economia poderá cair 8,5% este ano, recuperando apenas 1,9% em 2021. A probabilidade atribuída pela OCDE aos dois cenários é igual.   - Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Zona Euro "Na Zona Euro, as estimativas dos analistas apontam para uma contracção de 9,1% no PIB, em 2020."   Na Zona Euro, a economia contraiu 3,6%, em cadeia, no primeiro trimestre de 2020, o pior registo trimestral de sempre. Em termos homólogos, a perda ascende a 3,1%, devendo piorar considerando que os lockdowns se prolongaram durante o segundo trimestre. Tal como nos Estados-Unidos, a principal consequência da pandemia será o aumento da taxa de desemprego, que em Abril ainda se situava nos 7,3%. Entre os países membros, a situação é particularmente gravosa em Espanha, onde a taxa de desemprego subiu para 14,8%, e em França, com 8,7%. - Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   Por sua vez, a taxa de inflação caiu para os 0,1% em Maio (1,4%, no início do ano), o valor mais baixo desde Junho de 2016. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se nos 0,9% (1,1%, no início do ano). Consequência dos lockdowns e deterioração do mercado de trabalho, o índice de confiança dos consumidores diminuiu para os -18,8 pontos, em Maio, ligeiramente melhor que no mês anterior (-22 pontos) mas muito abaixo do valor observado no início deste ano (-8,1 pontos). Para enfrentar a crise, também na Zona Euro os países membros têm adoptado políticas fiscais fortemente expansionistas, anunciando importantes pacotes de apoios às empresas e ao emprego. Desta forma, o défice público médio da Zona Euro deverá atingir este ano os -7,5% do PIB (-0,7%, em 2019), fazendo a dívida pública líquida aumentar para os 81,3% do PIB (69,1%, em 2019), de acordo com o FMI (Abril-20). Ainda assim, apesar de todos os estímulos fiscais anunciados, a economia da Zona Euro, segundo as últimas estimativas da OCDE, deverá cair 9,1% em 2020. Os países mais afectados serão a França, Itália e Espanha, com quedas do produto superiores a 11%. Em 2021, é esperada uma recuperação de 6,5% no total da Zona Euro, ainda assim insuficiente para chegar aos níveis do início da pandemia. - Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Portugal "De acordo com a OCDE, a economia nacional deverá cair 9.4%, em 2020." No primeiro trimestre deste ano, o PIB nacional perdeu 3,8% em cadeia, e 2,3% em termos homólogos. No final do mesmo período, a taxa de desemprego fixou-se nos 6,7%, sem variação relativamente ao trimestre anterior. Contudo, este valor é esperado aumentar nos próximos meses em consequência da crise económica provocada pela pandemia da Covid-19. Por sua vez, a taxa de inflação manteve a trajectória descendente verificada desde o início deste ano, terminando o mês de Maio em -0,7% (0,8%, em Janeiro). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se em -0,1% (0,4%, em Janeiro). Esta tendência foi, aliás, acelerada no segundo trimestre, com o confinamento geral da população imposto como medida de combate à pandemia, com vários sectores de actividade suspensos, com destaque para o sector do Turismo, responsável por cerca de 10% do PIB nacional. - Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg e INE.   Tal como verificado em muitos outros países, o governo nacional anunciou igualmente vários pacotes de apoio às empresas e defesa do emprego. De acordo com o FMI (Abril-20), o défice público deverá este ano disparar para os -7,1% do PIB, após saldo positivo de 0,2%, em 2019. Como consequência, a divida pública líquida é antecipada aumentar dos 112,2%, em 2019, para os 129,1%, este ano. De acordo com as últimas estimativas da OCDE, a economia portuguesa deverá contrair 9,4%, em 2020, e crescer 6,3% no próximo ano, no caso de apenas uma vaga da pandemia. Se, pelo contrário, ocorrer uma segunda vaga, estes valores são esperados piorar para os -11,3% e 4,8%, respectivamente. Países Emergentes "A economia chinesa deverá registar o pior desempenho trimestral desde que existe registo, no primeiro trimestre deste ano." O impacto da pandemia será igualmente severo nas economias emergentes. Países como o Brasil, Rússia e África do Sul enfrentam desafios acrescidos devido aos sistemas de saúde mais frágeis, queda dos preços das matérias-primas e outflows de capitais. Na China, o PIB deverá cair 2,6% em 2020, recuperando 6,8% no próximo ano, segundo a OCDE. Atingida pela pandemia mais cedo do que a Europa e os Estados-Unidos, a economia chinesa perdeu 6,8% no primeiro trimestre do ano, em termos homólogos, após um crescimento de 6,0%, no trimestre anterior. Este valor (-6,8%) é o pior desde que existe registo (1992) e reflecte o severo impacto que do lockdown imposto pelas autoridades durante cerca de dois meses, como meio de combate à pandemia. Neste contexto de menor actividade e consumo, a taxa de inflação diminuiu para os 2,4%, em Maio (4,3%, em Março). A taxa de desemprego, contudo, manteve-se estável na ordem dos 6%. Na Índia, a OCDE espera uma queda de 3,7% no PIB em 2020, e uma recuperação de 7,9%, em 2021. No primeiro trimestre deste ano a economia cresceu 3,1%, em termos homólogos, mas deverá contrair no segundo trimestre em consequência da pandemia. Com efeito, a taxa desemprego, que em Março se situava nos 8,7%, subiu para os 23,5% em Maio, antecipando uma travagem brusca no nível de actividade económica durante o segundo trimestre. Na Rússia, o PIB cresceu 1,6% durante o primeiro trimestre deste ano, em termos homólogos, menos 0,5 pp que no trimestre anterior. Porém, também aqui o forte aumento da taxa de desemprego – dos 4,7% em Março, para os 5,8%, em Abril – deixa antever uma forte desaceleração na actividade económica durante o segundo trimestre, ao qual não será alheia a igualmente forte queda do preço do barril do petróleo. De acordo com a OCDE, a economia russa deverá cair 8,0% em 2020, e recuperar 6,0% no próximo ano, num cenário de apenas uma vaga da pandemia. Por fim, no Brasil a pandemia deverá provocar uma contracção de 7,4% no PIB, em 2020. No próximo ano, num cenário de apenas uma vaga, a economia é esperada crescer 4,2%, antecipando-se, pois, uma recuperação muito lenta. A taxa de desemprego, em Abril, situava-se nos 12,2%, mais 1,2 pp relativamente ao início do ano. - Economias BRIC Fonte: Bloomberg. Paulo Monteiro Redigido em 19 de Junho de 2020 Todos os valors em 22 de Junho de 2020 Evolução dos mercados financeiros Os mercados financeiros, em particular os accionistas e os de crédito, registaram ganhos assinaláveis, no segundo trimestre do ano, impulsionados pela perspectiva optimista de uma recuperação económica rápida (recuperação em V) e pela acção dos governos e dos bancos centrais, com o anúncio de estímulos fiscais e monetários massivos. Apesar que a recuperação das fortes perdas de Março fosse esperada, a dimensão e rapidez das subidas dos últimos meses acabou por surpreender muitos investidores, considerando as mais recentes estimativas macroeconómicas e a deterioração dos resultados esperados pelas empresas. Após a subida de cerca 40% dos índices accionistas e da queda para metade dos spreads de crédito das obrigações High Yield, desde os mínimos de Março, as avaliações destes activos estão agora mais elevadas, aconselhando alguma prudência. Mercados Accionistas "Os índices S&P-500 e Nasdaq-100 subiram 20,6% e 29,7% no segundo trimestre, respectivamente." Os mercados accionistas registaram ganhos assinaláveis durante o segundo trimestre do ano. À data do presente documento, o índice S&P-500 regista uma subida de 41% desde o mínimo de 23 de Março último, e encontra-se a perder apenas 3,5%, desde o início do ano. Na Europa, a recuperação foi igualmente forte, com ganhos de 40,8% e 48,5% nos índices EuroStoxx-50 e DAX-30, desde os mínimos de Março. Ainda neste continente, os underperformers foram os mercados ibéricos, com ganhos de 26,3% e 26,5% nos índices IBEX-35 e PSI-20, respectivamente, no segundo trimestre. Reflectindo o optimismo vivido nos mercados, a volatilidade implícita nos contratos de opções sobre os principais índices (medida, por exemplo, pelo índice VIX, nos Estados-Unidos, caiu para menos de metade da observada em meados de Março. - Mercados Accionistas versus Volatilidade Fonte: Bloomberg. Entre os mercados emergentes os ganhos foram igualmente significativos. O índice MSCI Emerging subiu 14,8% (em Euros), no trimestre, com destaque para a recuperação dos mercados brasileiro (IBOV, +26,5%, em Euros), turco (BIST-30, +17,5%, em Euros) e russo (MOEX, +21,4%, em Euros). Na Ásia, os ganhos foram mais modestos, com a China (SHCOMP) e a Índia (SENSEX) a subiram 5,2% e 14,9%, respectivamente (ambos em Euros).   - Evolução dos Mercados Accionistas Mundiais Fonte: Bloomberg. Valores em 22-Jun-20 Em Portugal (PSI-20, +8,5%), os ganhos trimestrais foram liderados pelas acções da Pharol SGPS (+59,8%), Sonae Capital (+34,7%), NOS SGPS (+26,2%), Corticeira Amorim SA (+22,6%) e Ibersol SGPS (+21,0%). Pela negativa destacaram-se as acções dos CTT-Correios de Portugal (-8,1%) e Jerónimo Martins (-4,0%). Os pesos pesados EDP-Energias de Portugal e BCP valorizaram 14,4% e 9,2%, respectivamente. - Maiores e menores subidas do PSI-20 Fonte: Bloomberg. Valores em 22-Jun-20 Sectorialmente, as subidas foram lideradas, a nível global medidas pelos índices MSCI World, pelos sectores Tecnológico (+26,7%) e outros mais cíclicos como o Consumo Discricionário (+26,6%) e Materials (+21,5%), no trimestre, em Euros. O sector Petrolífero acompanhou a recuperação do preço do barril do petróleo, com uma valorização de +16,4%, em Euros. Destaque ainda para a recuperação, durante o mês de Junho, dos sectores classificados como Value, como o Financeiro, Industrial e Materials, com subidas superiores aos sectores Growth, como o Tecnológico e Farmacêutico. - Evolução Sectorial (Global) Fonte: Bloomberg, Índices MSCI World. Moeda: EUR. Mercados Cambiais "O índice US Dollar Spot (DXY) subiu 2,0%, no segundo trimestre." A proposta da Comissão Europeia de um Plano de Recuperação, com uma dotação de 2.400 mil milhões de euros, incluindo o reforço do orçamento plurianual de 1.100 mil milhões de euros, em mais 750 mil milhões, financiados nos mercados financeiros com a emissão de obrigações ‘europeias’ e distribuídos pelos Estados-Membros, na sua maioria, sob a forma de transferências comunitárias, terá contribuído para o reforço da confiança dos investidores no projecto europeu, ao sinalizar um reforço da solidariedade entre os Estados-Membros. Neste cenário de maior coesão, a moeda única ganhou terreno face às principais divisas, com ganhos de 2,1% face ao USD, 1,7% face à GBP e 1,5% face ao JPY. Destaque ainda para a recuperação da Coroa Norueguesa (NOK) que, acompanhando a subida do preço do barril do petróleo, apreciou 6,2% face ao EUR. Por sua vez, o USD, medido pelo índice US Dollar Spot, perdeu 2,0%, no segundo trimestre, penalizado, entre outros, pela perspectiva do aumento massivo do défice público na sequência dos estímulos fiscais anunciados, na ordem dos 15% do PIB, e da diminuição do diferencial de taxas de juro, após o corte realizado pela FED, em Março último. - Evolução do Euro e do Dollar Index Spot Fonte: Bloomberg, Taxas de Juro "Os bancos centrais anunciaram pacotes de estímulos massivos, visando potenciar a recuperação económica, mantendo os custos de financiamento baixos." Tal como os governos, também os bancos centrais têm sido proactivos com o anúncio de estímulos, neste caso monetários, de apoio à liquidez dos mercados e empresas e com o objectivo último de apoio à recuperação económica. Nos Estados-Unidos, a Reserva Federal (FED) manteve as taxas de juro inalteradas nas reuniões de Abril e Junho, no intervalo de 0,00%-0,25%, mas reiterou os planos de expansão do respectivo balanço, através de compra de títulos no mercado secundário, incluindo de dívida privada (corporate). Com efeito, em meados de Junho, o total de activos da FED ascendia a cerca de 7.000 mil milhões de USD, mais 2.800 mil milhões (cerca de 13% do PIB) que em finais de Fevereiro-20. Com estas compras, a FED sinaliza a intenção de manter as taxas de juro e os custos de financiamento do governo e empresas em níveis extremamente baixos, potenciando as condições para uma recuperação da economia. No final do trimestre, as taxas de juro a 6 meses e a 10 anos (taxas swap) situavam-se nos 0,41% e 0,71%, respectivamente.  - Evolução das Taxas de Juro - USD Fonte: Bloomberg. Por sua vez na Zona Euro, o total de activos do Banco Central Europeu (BCE) aumentou dos cerca 4.700 mil milhões EUR, no final de 2019, para os actuais 5.600 mil milhões de euros, igualmente por via da compra de títulos em mercado secundário. Para além da expansão do seu balanço, o BCE anunciou ainda a flexibilização e a melhoria das condições de acesso dos bancos às operações de refinanciamento a longo-prazo (TLTRO III), num esforço de fazer chegar a liquidez às empresas e às famílias. No final do trimestre, as taxas de juro a 6 meses e a 10 anos (taxas swap) situavam-se nos -0,26% e -0,16%, respectivamente. - Evolução das Taxas de Juro - EUR Fonte: Bloomberg.  Dívida Pública "As yields da dívida pública core terminaram o segundo trimestre com variações residuais. Nos países europeus periféricos o trimestre foi de ganhos." Nos Estados-Unidos, as yields dos Treasuries a 10 anos encerraram o trimestre nos 0,71%, praticamente inalteradas face ao final de Março último. No prazo dos 2 anos, as yields diminuíram cerca de 5 bp, pelo que a ‘inclinação da curva’ aumentou dos 42 bp para os 52 bp, após um mínimo de 12 bp em meados de Fevereiro. Desta forma, também o mercado obrigacionista parece descontar uma saída de recessão relativamente rápida. Na Zona Euro, as yields dos Bunds alemães (10 anos) subiram cerca de 3 bp no trimestre, para os -0,44%. O diferencial das yields a 10 anos e 2 anos subiu 3 bps, para os 25 bps. Em ambos os blocos económicos, as yields reais permanecem em valores historicamente baixos, ainda que tenham subido recentemente, por via da diminuição da taxa de inflação. - Dívida Pública core - yields a 10 anos Fonte: Bloomberg. Por sua vez, entre os países europeus periféricos, o segundo trimestre foi positivo na sequência das medidas anunciadas pelo BCE. Com efeito, os prémios de risco (diferencial de yields face à Alemanha), no prazo dos 10 anos, diminuíram cerca de 25 bp nos casos de Espanha e Itália, e cerca de 40 bp no caso de Portugal. Assim, no final do trimestre as yields de Portugal e Espanha estavam praticamente iguais, nos 0,49%, e em Itália as yields caíram para os 1,29% (-24 bp, no trimestre). - Zona Euro Fonte: Bloomberg. Dívida Privada "Nos Estados Unidos, os spreads de crédito Investment Grade e High Yield diminuíram para os 76 bp e 499 bp, respectivamente." Tal como nos mercados accionistas, também nos mercados de crédito o trimestre ficou marcado pela forte recuperação, com ganhos na ordem dos 11%, tanto nos Estados-Unidos como na Zona Euro. Nos Estados-Unidos, os spreads de crédito de obrigações com rating Investment Grade diminuíram 37 bp, para os 76 bp. No segmento de High Yield, os spreads terminaram o trimestre nos 499 bp, menos 158 bp que no final de Março. Na Zona Euro o cenário foi semelhante: o índice Itraxx Europe Crossover diminuiu 179 bp, para os 392 bp, e o índice Itraxx Europe Main (Investment Grade) caiu para os 67 bp (96 bp no final do primeiro trimestre). - Evolução dos spreads de crédito (bp) Fonte: Bloomberg. Matérias-Primas "Entre as matérias-primas, destaque para a recuperação do preço do barril de petróleo, com uma subida de 97,6% (WTI), no segundo trimestre" Os preços das matérias-primas subiram, em média, 29,4%, em Euros, durante o segundo trimestre deste ano. Para esta subida, o principal contribuidor foi o segmento de Energia, e em particular o preço do barril do Petróleo, que terminou o trimestre nos 40,46 USD, no caso do WTI, e nos 43,08 USD, no caso do Brent. Destaque ainda para a cotação do Ouro, com uma subida de 11,2%, em EUR, no segundo trimestre, impulsionado pelos massivos estímulos monetários anunciados pelos principais bancos centrais mundiais e pela perspectiva de taxas de juro reais muito baixas (ou negativas) nos próximos anos. Com efeito, mesmo num cenário de recuperação económica no segundo semestre deste ano e no próximo, os governos deverão ‘pressionar’ os bancos centrais para manter as taxas de juro em níveis muito baixos, ajudando, dessa forma, a digerir o brutal aumento do stock de dívida pública decorrente do combate à actual crise.   Por fim, os metais industriais registaram uma subida média de 11,4%, em EUR, no trimestre, descontando a esperada gradual recuperação da economia mundial. - Evolução das Commodities Fonte: Bloomberg. Base 100, em USD. Paulo Monteiro Redigido em 22 de Junho de 2020 Todos os valores em 22 de Junho de 2020 Alocação de Activos Os mercados financeiros registaram uma forte recuperação no segundo trimestre. Apesar da incerteza reinante e da deterioração dos indicadores macroeconómicos, nos Estados-Unidos os índices accionistas S&P-500 e Nasdaq-100 subiram 17,6% e 26,3% (em Euros), respectivamente, e, na Europa, por exemplo, os mercados alemão e inglês recuperaram 20,9% e 7,8% (em Euros). Por sua vez, nos mercados obrigacionistas, os segmentos High Yield global e Dívida Subordinada europeia valorizaram 12,5% e 7,4%, respectivamente. Desta forma, no segundo trimestre, as principais classes de risco recuperaram grande parte das perdas registadas em Março aquando da declaração da pandemia pela Organização Mundial de Saúde. Aqui chegados, dada a dimensão da queda da actividade e o brutal aumento do desemprego nas principais economias mundiais, poderá causar alguma perplexidade a rapidez da recente recuperação dos mercados, em particular, dos accionistas. Quem tivesse despertado agora, após três meses de hibernação, poderia estranhar que o índice Nasdaq-100 registe um ganho desde o início do ano (+12,1%, à data deste texto). Porém, importa ter presente que os mercados financeiros são ‘factores de desconto’, ou seja, refletem a cada momento o valor esperado dos cash-flows esperados pelos diferentes activos. Neste sentido, os mercados parecem descontar uma rápida recuperação económica, com início ainda no decorrer deste ano. Será? Não sabemos. Com certeza que as economias irão recuperar, mas o grau de destruição permanente que persistir torna, na nossa opinião, os mercados vulneráveis a uma possível nova correcção no caso de uma retoma económica mais lenta do que a esperada. No mínimo, a volatilidade deverá manter-se elevada, reflectindo a incerteza existente. Desta forma, numa perspectiva de investimento a médio-longo prazo, é fundamental posicionar correctamente as Carteiras para fazer face à referida volatilidade e para poder beneficiar com o cenário pós-coronavírus. Na nossa opinião, as Acções, apesar das avaliações historicamente elevadas, continuam a oferecer melhores perspectivas de rendibilidade futura do que a Dívida Pública, ainda que, muito provavelmente, com rendibilidades inferiores às observadas nos últimos anos. Com efeito, se por um lado os actuais múltiplos de resultados (Price-to-Earnings) estão historicamente elevados, por outro, podem ser justificados pelas yields extremamente baixas (ou negativas) da dívida soberana (sem risco). Ou seja, os prémios de risco das Acções (diferencial entre as earnings yields das Acções e as yields da Dívida Pública) permanecem elevados, favorecendo o investimento nas primeiras. No segmento de Obrigações, identificamos mais valor na Dívida Privada, em especial no segmento de High Yield, onde os spreads de crédito ainda não se encontram totalmente alinhados com os actuais prémios de risco accionistas.   - Price-to-Earnings Ratio e Equities Risk Premiums (ERP) Fonte: Bloomberg. Banco Invest. Sectorialmente, na nossa opinião, três principais tendências, não sendo exactamente novas, irão muito provavelmente acelerar no futuro próximo. Em primeiro lugar, o mundo será menos global. Nos últimos anos, as guerras comerciais marcaram as agendas políticas e económicas dos Estados-Unidos e da China, com a Europa pelo meio. Num futuro próximo, dado o impacto que a presente crise de saúde pública teve nas cadeias de abastecimento globais, muitos países e empresas poderão optar por começar a produzir mais localmente. Neste contexto, uma possível implicação em termos económicos poderá ser o aumento da taxa de inflação, pelo que, durante o trimestre agora findo, adicionámos Ouro às carteiras sob gestão. Por outro lado, tal movimento poderá traduzir-se num crescente investimento em Robótica, como forma de diminuir os custos de produção. Em segundo lugar, o mundo será mais digital. A quarentena global, como forma de combate à propagação do Covid-19, veio acelerar o recurso às tecnologias digitais para trabalhar e estudar, e potenciou ainda mais o consumo online, incluindo de entretenimento e de produtos financeiros. Desta forma, os sectores de Tecnologia, e Serviços de Comunicações deverão manter o bom desempenho relativo dos últimos anos. Por outro lado, a maior utilização da internet, incluindo para trabalhar, deverá também beneficiar o sector da Segurança.   - Radar Sectorial Fonte: Bloomberg. Banco Invest. ERP – Equity Risk Premium (prémios de risco).  Por fim, no final desta crise de saúde pública, o mundo estará certamente mais endividado. Uma das poucas certezas que se podem ter neste momento, é que os países sairão desta crise com um stock de dívida ainda maior, após os estímulos fiscais massivos realizados para salvar as respectivas economias e sistemas nacionais de saúde (positivo, entre outros, para o sector da Saúde). A situação, contudo, não é tão grave como em 2011, na medida em que os bancos centrais têm mantido as yields das dívidas públicas artificialmente baixas, mesmo para países com contas mais frágeis, como é o caso dos países do sul da europa. Assim, nas Carteiras reduzimos a exposição a dívida pública, optando por sobre-ponderar a dívida privada, onde os spreads de crédito aumentaram significativamente no decurso da presente crise. - Yields e Volatibilidade Fonte: Bloomberg. Banco Invest.   Concluindo, a incerteza macroeconómica, em virtude da evolução da pandemia da Covid-19, permanece elevada pelo que a diversificação e uma perspectiva de médio-longo prazo são fundamentais. Apesar dos vários riscos que persistem, desde a possibilidade de uma segunda vaga da pandemia até às guerras comerciais e tensões geopolíticas, passando pelo resultado das eleições presidenciais nos Estados-Unidos, existem sectores e empresas que certamente irão sair da actual crise ainda mais robustas, apesar do impacto na sua actividade no curto-prazo. Neste sentido, aproveitar as recentes quedas das cotações para reposicionar as Carteiras de investimento poderá revelar-se crucial para a obtenção de rendibilidades superiores no futuro. - Investir a médio-longo prazo Fonte:Bloomberg. Banco Invest. Rendibilidades anualizadas, total return. Valores até 31-Maio-20.   As rendibilidades das carteiras nos próximos anos dependerão, em larga medida, das decisões tomadas no presente. A história mostra-nos que períodos como o actual tendem a proporcionar rendibilidades acima da média nos anos seguintes. Porém, enquanto continuar a aumentar o número de vítimas mortais do Covid-19, poderão ocorrer novas correcções e testes aos mínimos do mês de Março, mas os mercados incorporam já prémios de risco elevados que, historicamente, tendem a ser remunerados a prazo. Como sempre, é fundamental a diversificação das carteiras e uma perspectiva de médio-longo prazo.   Paulo Monteiro Redigido em 22 de Junho de 2020 Todos os valores em 22 de Junho de 2020 Disclaimer   A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest. As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. 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O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
24.06.2020 15:08
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
24.06.2020 08:37
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.06.2020 10:27
Análise Técnica
GBP/USD
GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.06.2020 08:53
Análise Técnica
S&P 500 | Nasdaq 100
S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.     Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.     Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
17.06.2020 15:30
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3130 O índice saiu da banda que estávamos a monitorizar com mais um fortíssimo “gap up”, que foi inicialmente vendido pelos intervenientes, mas acabou por suportar no topo da banda referida na última nota. Estamos em semana de “quadruple witching” pelo que devemos esperar alguns movimentos mais pronunciados. A sustentação acima dos mínimos de ontem e principalmente acima dos 3092 sugere um teste aos máximos da semana passada, ou pelo menos um fecho do “gap down” deixado (3187/92). Por outro lado, uma inversão no gráfico (MACD) horário e a quebra dos 3089 em fecho, apontam para novo teste à exponencial das 200 horas, ou novamente aos 2950/70.         Análise Anterior: S&P 500 @ 2979 O S&P500 conseguiu aguentar em fecho semanal o intervalo 3014/39, mas aponta para novo “gap down” na abertura. O último “gap” desenhou uma pequena ilha de inversão (circunferência a amarelo mais à direita) e o de hoje pode confirmar uma outra, que inclui toda a negociação acima da exponencial dos 200 dias (circunferência rosa). A confirmar-se, o quadro técnico fica claramente deteriorado. Para um “bias” mais positivo, é imperativo que o preço reconquiste os níveis de sexta-feira (com destaque para os 3039).     Destacámos no gráfico horário uma referência intermédia, nos 2986, que permitirá durante as próximas horas antecipar força por parte dos compradores. A sustentação acima desta zona pode levar o índice a testar o importante intervalo nos 3014/39 ou mesmo a zona da exponencial das 200 horas (3077) e os 3089.   Análise Anterior: S&P 500 @ 3093 O índice pode desenhar uma inversão importante esta semana. O suporte que o impede é o intervalo 3014/39. Destacamos no gráfico diário duas outras zonas de suporte (3056 e depois os 2961/2). Numa óptica de "trading" e depois de um movimento praticamente a direito que não permitiu grandes veleidades, as próximas sessões trarão decerto uma oportunidade de entrada. Vamos monitorizar o gráfico horário e a reacção do preço nas zonas assinaladas. Acima dos 3014 mantemos um bias neutro. Análise Anterior: S&P 500 @ 3071 O índice continua a sua toada de alta, mas continua também a perder volume e momentum, continuando a deixar para o "overnight" o grosso dos seus movimentos. Continuamos com um bias neutro à espera de um teste, pelo menos, aos suportes de muito curto prazo, que validariam de outra forma esta recuperação. Destacamos para já a exponencial das 200 horas, que é visitada com bastante regularidade e que já dista do preço mais de 150 pontos (neste momento nos 2917), não permitindo neste momento muito mais que paciência. Como referências para o curto prazo, a importante resistência que passou a suporte, na zona dos 3025/30 e em seguida o intervalo 3115/35, que destacamos no gráfico.     . Análise Anterior: S&P 500 @ 2948 (Fecho de quinta-feira) O S&P500 marcou novos máximos relativos mas não consegue sustentar acima da nossa importante referência no intervalo 2935/50. A dependência cada vez maior, em todos os movimentos de alta, das 6 ou 7 “suspeitas do costume”, torna o índice cada vez mais vulnerável. O volume desaparece quando o mercado sobe (o grosso do movimento é feito com o mercado à vista fechado) e o sentimento dos intervenientes, não estando ainda nos níveis de total euforia de Fevereiro último, “galopa” a passos largos para a mesma complacência. Os sinais são muitos e claros, com a agravante da realidade do preço: Não está a conseguir sustentar acima dos 2935/50.     Acima dos 2935 mantemos alguma neutralidade, mas o padrão em todos os períodos temporais de análise aponta claramente para que esta recuperação acabe mesmo na zona da exponencial dos 200 dias e do importante “golden retracement” (61.8%). Reavaliaremos com uma correcção no gráfico diário, que esgote os indicadores na zona de sobre venda e com o preço acima dos 2935 – Essa reavaliação teria obviamente um “bias” bastante positivo. Até lá é expectável que estejamos a ver o fim desta recuperação e a consequente confirmação do começo de um “bear market”.     Numa óptica de “trading”, continuamos a defender o mesmo cenário, mesmo depois de o índice ter invalidado o plano anterior desenhando máximos ligeiramente acima do “stop” que definimos. Estaremos atentos para nova reentrada. Como níveis de referência para o curto prazo, identificamos as resistências 2935, depois os 2950/5 e por fim a zona dos máximos, 2970/80. A quebra dos 2922, principalmente se for feita em “gap” no sentido contrário ao “gap” de abertura semanal, é um sinal técnico muito claro que reforça a ideia de um ponto final neste movimento de recuperação.   . Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
17.06.2020 10:25
Análise Técnica
Update: EUR/USD
EUR/USD @ 1.1267 O EUR/USD fez um mínimo relativo ontem nos 1.1228 e recuperou até aos 1.1294. Continuamos a defender um teste abaixo dos 1.12 (o nosso objectivo final está nos 1.1176), mas vamos para já definir um “protect-profit-stop” nos 1.1296. Se o par quebrar os 1.1227 em negociação, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.1236.     Análise Anterior: EUR/USD @ 1.1272 O sinal horário está de facto a “empurrar” o preço na direcção esperada. Um fecho horário abaixo da exponencial dos 200 períodos (a vermelho) obrigará a alterar o “stop” para o “breakeven” – Entrada @ 1.1326.     Análise Anterior: EUR/USD @ 1.1326 O par ficou muito próximo de testar a linha de tendência de extremos que definimos. Os gráfico de curto prazo mostram um “cabeça e ombros” descendente (estamos a desenhar o 2º ombro) ainda por validar, mas que sugere, pelo menos, um teste à “linha de pescoço” (abaixo dos 1.12). Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.1326) com um “stop” @ 1.1356 e como objectivo os 1.1176. Continuamos com 1/16 do risco habitual.     Análise Anterior: EUR/USD @ 1.1206  O par EUR/USD quebrou com convicção uma importante resistência de meses, a exponencial dos 200 dias. É defensável novo teste à linha de tendência (hoje nos 1.1445) que ficou validada no anterior "spike" (Março último).     Numa óptica de "trading" encontramos dois planos possíveis, uma entrada (compra) junto a um dos suportes num recuo do preço, ou se esse recuo não existir, uma entrada (venda) num teste falhado à linda de tendência referida. Faremos novo "udpate" com a aproximação de um dos cenários.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
16.12.2019 11:16
ChartBook Forex
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16.12.2019 11:16
ChartBook EUR Macro
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16.12.2019 11:15
ChartBook PMI
Junho de 2020
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16.12.2019 11:12
ChartBook US Macro
Junho de 2020
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16.12.2019 11:10
ChartBook Commodities
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16.12.2019 11:09
ChartBook Sectores
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13.12.2019 09:39
Masterlist Portugal
Junho de 2020
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O BPI retirou a EDP da lista de ações favoritas mas o Berenberg subiu a recomendação para "comprar" Com a suspensão de António Mexia e João Manso Neto, as acções da EDP e da EDP Renováveis regressam à negociação no vermelho.Contudo, o desempenho negativo foi de curta duração com os títulos a negociarem em alta. Miguel Stilwell é a "escolha positiva" para substituir António Mexia na EDP, passando de CFO a CEO interino da EDP. Ações valorizam mais de 2%
O mercado accionista da China está agora no centro das atenções depois de um comício quase sem precedentes que ajudou a elevar as ações globais . A rápida evolução dos ganhos da China, verificados na semana passada, não é vista desde a bolha das ações que estourou há cinco anos. Só o aumento de segunda-feira adicionou mais de US $ 460 mil milhões aos valores das ações chinesas,ficando apenas atrás de um dia em julho em 2015 desde a crise financeira global. O avanço continuou esta terça-feira, embora em ritmo mais lento. O Índice CSI 300 subiu 0,6% no fecho, sendo que o  yuan offshore aumentou 7 por dólar pela primeira vez desde Março.  
A sessão Europeia hoje em ligeira queda a aliviar ganhos bolsas Americanas  As bolsas norte-americanas encerraram em terreno positivo, o Nasdaq negociou em novo máximo histótico com destaque para a acção da AMAZON Dados Macroeconómicos:  06h00: Leading e Coincident Index (Mai)  07h00: Produção Industrial (Mai)  07h45: Balança Comercial (Mai)  09h00: Vendas a Retalho (Mai)  15h00: Criação de Emprego JOLTS (Mai) Eventos:  Discursos de vários membros da Reserva Federal: Bostic (14h00), Daly e Barkin (19h00) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  EDP regressa à negociação em queda e conduz  PSI-20 para o vermelho  Crédito ao consumo já regressou a nveis pré-crise  Estado injeta 41 milhões na CP  Portugal compramais 600 mil máscaras sem qualidade garantida  Saúde Pública: Fórum Médico "alerta para gestão política da economia mal conduzida e com impacto negativo  Covid-19: Fadiga e  falta de ar. As sequelas que podem afetar até os doentes ligeiros    Militares produzem medicamentos para doenças raras  EDP fica sem Mexia e afunda-se na Bolsa  China  - Confirmado caso de peste negra  Mexia "deu" 4 mil milhões à EDP. Processo judicial penalizou.
De acordo com o JPMorgan Chase & CO., será necessária uma política monetária prolongada e extremamente flexível para suportar níveis crescentes de dívida em todo o mundo.   Nikolaos Panigirtzoglou, previu um aumento de US $ 16 mil biliões na dívida mundial este ano, o que levaria a combinação de empréstimos do setor público e privado a um recorde de US $ 200 mil biliões por ano. Isso levará a taxas de poupança mais altas, políticas muito completas do banco central e mais dinheiro no sistema - a maior parte das quais pode chegar ao mercado de ações global.
A União Europeia adotará medidas decisivas contra os Estados Unidos caso o país não esteja disposto a estabelecer uma longa disputa sobre subsídios a aeronaves e seguir adiante com uma série de novas investigações comerciais, disse o comissário de comércio da Europa. Uma disputa comercial que remete a 2004 sobre subsídios para a Airbus da Europa e a Boeing está a chegar a uma conclusão na Organização Mundial do Comércio (OMC). Foi concedido a Washington o direito de impor taxas sobre US $ 7,5 bilhões em produtos europeus relacionados a subsídios concedidos à Airbus (AIR.PA). 
Os pedidos das fábricas alemãs subiram menos do que o esperado em Maio, levando as autoridades a destacar o quão difícil será reparar os danos da pandemia. Os pedidos subiram 10,4% em Maio, após uma queda acumulada de mais de 37% nos dois meses anteriores. O Ministério da Economia disse que, embora os dados sugiram a recessão industrial da Alemanha, "o baixo nível de pedidos também indica que o processo de recuperação não será concluído por um longo tempo".
A Uber Technologies Inc. concordou em adquirir a Postmates Inc. pelo valor de 2.65 mil milhões de dolares. O negócio deverá ser anunciada logo na manhã de segunda-feira nos EUA, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto. O chefe do Uber Eats, Pierre-Dimitri Gore-Coty, deve continuar a administrar os negócios de entrega combinada da Uber. Segundo o acordo, Bastian Lehmann, CEO dos Postmates, e a sua equipa continuarão a gerir a Postmates como um serviço separado. Esta aquisição ajudará a Uber a ganhar terreno contra a DoorDash Inc., de capital fechado, actual líder de mercado em entrega de alimentos nos EUA.
A sessão Europeia hoje deverá abrir em alta devido forte subida oos mercados asiáticos. As bolsas norte-americanas na passada sexta-feira encerradas - feriado do dia de Independência , futuros em alta a refletir fecho de mercados asiaticos e abertura de Europa   Eventos:  07h00: Encomenda de fábricas (Mai)  09h30: Confiança dos Investidores Sentix (Jul)  10h00: Vendas a Retalho  (Mai)  14h45: Índices PMI (Jun) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  Avaliação do património rústico já está em marcha  Os apoios  sociais que já existem e os que  vêm com o Suplementar  As plataformas online que estão a salvar os agricultores  Empresas  espanholas com 70% das obras públicas  em  Portugal Governo sem dinheiro para pagar combate a fogos rurais   Autarcas do Grande Porto desconfiam dos dados da covid  Transportes: carros  TVDE  renderam 950 mil eurosao Estado em três meses
Esta semana será revelado o sucessor de Mário Centeno como presidente do Eurogrupo. A eleição está agendada para o dia 9 de Julho na próxima reunião do Eurogrupo. Já são conhecidos os três candidatos: Nádia Calviño (Espanha), Paschal Donohoe (Irlanda) e Pierre Gramegna (Luxemburgo). Estes são os principais eventos: Sábado, 4 de Julho 2020 • Discurso de Lagarde, presidente o BCE Segunda-feira, 6 de Julho 2020 • 07h00: Encomendas de fábricas Alemanha (Mai) • 09h30: Confiança do Investidores Sentix Zona Euro (Jul) • 10h00: Vendas a Retalho Zona Euro (Mai) • 14h45: Índice PMI EUA (Jun) Terça-feira, 7 de Julho 2020 • 07h00: Produção Industrial Alemanha (Mai) • 07h45: Balança Comercial França (Mai) • 15h00: Criação de Emprego JOLTS EUA (Mai) • Discursos de vários membros da Reserva Federal: Bostic (14h00), Daly e Barkin (19h00) Quarta-feira, 8 de Julho 2020 • Pagamento do dividendo da Merlin Properties (€0,147417/acção) • 00h50: Balança Comercial Japão (Mai) • 15h30: Reservas Semanais de Energia EUA • 17h00: Discurso de Bostic, membro da Fed Quinta-feira, 9 de Julho 2020 • Ministros da Finanças da Zona Euro escolham o novo presidente o Eurogrupo • 02h30: Inflação China (Jun) • 07h00: Balança Comercial Alemanha (Mai) • 13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego EUA  • 15h30: Inventários dos Grossistas EUA (Mai) Sexta-feira, 10 de Julho 2020 • Produção Industrial (Mai): França (07h45) e Itália (09h00) • 11h00: Inflação Portugal (Jun) • 11h00: Balança Comercial Portugal (Mai) • 13h30: Índice de Preços ao Produtor EUA (Jun) Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo:  Agenda Semanal - 6 a 10 de Julho 2020
Portugal Continental não será incluído na lista de países com corredor turístico com o Reino Unido, ao contrário dos arquipélagos da Madeira e dos Açores. Esta medida fará com que os turistas britânicos que se desloquem a Portugal tenham de cumprir uma quarentena obrigatória ao regressarem ao país. A decisão foi confirmada esta tarde pelo Governo britânico e lista já foi divulgada.
 A Arábia Saudita liderou uma queda acentuada nas exportações de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo em Junho. O país reduziu as exportações em 979.000 barris por dia em comparação com Maio, de acordo com a Kpler. No total, as exportações da OPEP foram 17,24 milhões de barris por dia em Junho, abaixo dos 19,1 milhões de Maio. Os cortes têm impulsionado os preços desde o final de Abril. 
Jean Castex, coordenador nacional da estratégia de desconfinamento sucedeu ao Édouard Philippe, após a sua demissão hoje, que já era esperado, perante o desgaste da imagem do governo durante a fase mais crítica da pandemia e também depois de Emmanuel Macron ter visto nos resultados pouco satisfatórios das eleições municipais uma derradeira razão para mudar de rumo.
     O índice de gestores de compras (PMI) do IHS Markit na Zona Euro, subiu para 48,5 pontos em Junho, de 47,5 pontos no mês anterior. Este valor superou as previsões do economistas de 47,5 pontos. Em relação ao índice PMI dos serviços também subiu de 47,3 pontos para 48,3 pontos em Junho, superando as previsões de 47,3 pontos.
O índice Stoxx 600 está a negociar em máximos de três semanas, com o sector tecnológica a liderar as valorizações mas a banca está a penalizar mais o índice europeu. Esta é quinta sessão consecutiva do índice Stoxx 600 em alta, o mais longo ciclo de subidas desde 14 de Abril. Estes são os principais destaques: • Wirecard (WDI GY): O Deutsche Bank está a ponderar adquirir ou como um todo ou partes do segmento de banco da Wirecard.  • Eléctricité de France (EDF FP): A empresa informou que aumentou a estimativa da sua produção nuclear anual em França para 2020. • Delivery Hero (DHER GY): A empresa alemã de alimentos para viagens anunciou que crescimento das suas encomendas quase duplicou no segundo trimestre. • BASF (BAS GY): A empresa de químicos vai deslocar a sua capacidade de produção de revestimentos para veículos, da Argentina para o Brasil. • Fiat Chrysler (FCA IM): Os accionistas da Fiat Chrysler e PSA vão receber um dividendo de €5,5 mil mn após a fusão entre os dois grupos. • Sanofi (SAN FP): Os testes clínicos com pacientes com Covid-19 para testar a eficácia do medicamento Kevzara das empresas foi suspenso porque os resultados não foram satisfatórios. • ArcelorMittal (MT NA): A empresa irá investir $2,7 mil mn em infraestruturas na Índia. • Telefónica (TEF SM): os reguladores britânicos pretendem pedir à União Europeia que lhes conceda o controlo total da revisão sobre a proposta de fusão entre a Virgin Media e a O2. 
A sessão hoje deverá ser marcada por uma liquidez bastante mais reduzida porque as bolsas norte-americanas estarão encerradas devido ao feriado do Dia da Independência. O parlamento alemão apoiou ontem o programa de compra de dívida por parte do Banco Central Europeu pondo assim fim a um impasse jurídico. Em termos macroeconómicos, o destaque vai para os índices dos gestores de compras (PMI) da IHS Markit na Zona Euro, relativos a Junho.  Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,72% atingindo máximos desde o final de Fevereiro. As praças chinesas encerraram com ganhos, depois da segunda maior economia do mundo ter apresentado um aumento do índice PMI dos serviços para 58,4 pontos em Junho, de 55 pontos no mês anterior. Este valor superou largamente as estimativas dos economistas de 53,2 pontos. As bolsas norte-americanas encerraram com ganhos, devido à melhoria no mercado laboral nos Estados Unidos. A taxa de desemprego diminuiu para 11,1% de 13,3% em Junho e a criação de emprego ficou 50% acima do previsto. O índice Nasdaq atingiu um novo máximo histórico, nos 10.310,36 pontos. Dados Macroeconómicos:  01h30: Índices PMI (Jun)  02h45: Índices PMI (Jun)  08h15: Índices PMI (Jun)  08h45: Índices PMI (Jun)  08h50: Índices PMI (Jun)  08h55: Índices PMI (Jun)  09h00: Índices PMI (Jun)  09h30: Índices PMI (Jun) Eventos:   Bolsa de Valores de Nova Iorque encerrada devido a feriado "Dia da Independência"  10h00: Votação final global do Orçamento suplementar 2020  13h00: Discurso de Knot, membro do BCE Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  Independentes vão poder trocar para apoio mais alto  Neeleman sai e Estado fica com 72,5% da TAP  Boicote de marcas está a enfraquecer o Facebook  Estado nacionaliza EFACEC sem saber quanto é que vai pagar  Covid-19. Vírus está a mudar mas não perdeu potência, diz OMS  Acordo assegura empréstimo: Estado assume 72,5% da TAP   Desemprego obriga milhares de imigrantes a abandonar Portugal  Ensino: Pais desesperados por não conseguirem matricular filhos  GNR julgados por agressões conhecem sentença  Empresas vão ter resposta em 10 dias ao apoio pós lay-off
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04.06.2020
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    [de]07h00: Produção Industrial (Mai)
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Influência dos Bancos Centrais nos Mercados   Opinião
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